Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Kobra estabelece novo recorde com maior mural do mundo em São Paulo

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Um dos nomes mais conhecidos da arte de rua atualmente, Eduardo Kobra finaliza em São Paulo os últimos detalhes do maior mural do mundo, um recorde que ele mesmo estabeleceu no ano passado no Rio de Janeiro.

Com 5.742 metros quadrados, a nova obra do artista brasileiro avança sobre a parede de uma fábrica de chocolates na região metropolitana de São Paulo, onde o muralista deixa sua marca há mais de uma década.

O mural inédito, de 30 metros de altura e 200 de largura, reproduz uma cena do processo de colheita do cacau na Amazônia brasileira e olha de frente para uma movimentada estrada que atravessa o município de Itapevi.

Com cores fortes, o artista que saiu da periferia e hoje é reconhecido mundialmente retrata em seu novo projeto um jovem indígena navegando com uma canoa carregada de cacau sobre um rio de chocolate.

“Um fotógrafo fez a documentação no Amazonas e através desse trabalho iconográfico eu cheguei a desenvolver 30 desenhos para chegar ao resultado final”, contou em entrevista à Agência Efe.

Kobra começou a atual obra há um mês e a concluirá nos próximos 15 dias, período no qual terá utilizado um total de 3,2 mil latas de spray e muitos litros de tinta.

O artista enfrentou o desafio de superar seu próprio recorde, já registrado no livro “Guinness World Records”, do que passou a fazer parte em 2016 com o mural “Etnias”, um presente para a cidade do Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos do ano passado.

Com três mil metros quadrados, “Etnias” chamou a atenção do mundo ao impulsionar a mensagem de paz e união que vem promovendo com diferentes obras em vários países.

Com esse mesmo ideal, Kobra irá em breve ao Malawi, para onde foi convidado pela cantora Madonna para fazer dois murais internos em um hospital, inspirados no ex-líder sul-africano Nelson Mandela. Depois, passará por Espanha, Itália, Alemanha e Portugal.

O rastro de Kobra está por todo o mundo, mas especialmente em São Paulo, onde imortalizou em enormes murais personagens como o piloto Ayrton Senna e o arquiteto Oscar Niemeyer, cujo rosto colorido é visível da Avenida Paulista.

Nas últimas décadas, o artista deu cores à cidade mais populosa do Brasil, uma grande massa de cimento que ganhou o apelido de “cidade cinza”, principalmente após a retirada de grafites e pichações de algumas localidades.

“São Paulo é reconhecida pela diversidade de estilos e talentos, o que a transformou em uma verdadeira galeria ao ar livre reconhecida mundialmente”, ressaltou Kobra, cuja talento emergiu na periferia desta cidade no final da década de 80.

Fonte: Estadão

Shopping de luxo em Miami terá expansão ainda este ano

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SÃO PAULO – O Aventura Mall, shopping de luxo de Miami, na Flórida, está com planos de expandir seu complexo ainda este ano. Atualmente com mais de 300 lojas, o shopping está construindo uma nova ala projetada pelo arquiteto Carlos Zapata, que será formada por três andares e 30 mil m2, que prometem uma maior variedade de lojas, restaurantes, uma galeria de arte contemporânea e também um lounge VIP.

Em comunicado, o shopping afirmou que o novo espaço foi projetado para criar uma integração convidativa entre o interior e o exterior do estabelecimento, o que inclui uma seleção de obras e uma escultura de 28 metros de altura do famoso artista belga Carsten Höller, por onde os visitantes poderão deslizar.

“Nossa visão é criar um novo local de confraternização, onde os residentes locais e visitantes possam conectar-se com diversas experiências interativas”, disse Jackie Soffer, CEO e membro do conselho da Turnberry Associates, proprietária e administradora do Aventura Mall. “A nova ala é destinada a tornar-se um dos espaços mais dinâmicos do Sul da Flórida”, completa.

De acordo com a empresa, o destaque da nova ala será a loja de dois andares da britânica Topshop Topman, a primeira da marca na cidade. Além disso, a loja Zara voltará ao shopping e novas marcas como Pomellato e Under Armour também farão parte das opções para compras.

Com relação à praça de alimentação, o shopping promete uma evolução do modelo tradicional, trazendo o Treats Food Hall, com curadoria de mais de 12 galerias de diferentes culinárias, assim como, um ambiente “mais descontraído”, com mesas, balanços, banquetas e mesas de bar compartilhadas. Além disso, será possível jantar ao ar livre em restaurantes como CVI.CHE 105, Serafina, Pubbelly Sushi, Harry’s Pizzeria e Blue Bottle.

Já o espaço VIP, por sua vez, será um lounge central que incluirá espaços para convidados, onde será possível jogar sinuca, assistir TV, relaxar, ler, e aproveitar a área de bar e restaurante que se abrirá para o terraço. O local poderá ser ainda, locado para eventos privados.

Confira algumas imagens do projeto:

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Fonte: InfoMoney

Virtuoso divulga estudo sobre mercado de viagens de luxo no Brasil

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O Virtuoso, empresa líder em conectar viajantes que buscam experiências de luxo com consultores em mais de 40 países, divulgou um levantamento sobre o mercado brasileiro feito em parceria com agências ligadas ao selo. Quase 100% dos entrevistados confirmaram que a crise política e econômica do País afetou de modo negativo as viagens de seus clientes.

No entanto, 38% dos entrevistados afirmaram que o volume de vendas em suas agências, em 2016, superou o ano anterior, em média de 5% a 10%. E outros 80% afirmaram que as vendas em janeiro deste ano superaram na mesma margem (5% a 10%) o mesmo período em 2016. Entre os destinos preferidos, as agências Virtuoso apontam a África do Sul, Japão e Portugal como emergentes, enquanto Estados Unidos e Itália seguem como os favoritos para viagens em família.

A importância dos consultores Segundo o estudo, a crise a que o País atravessa não está impedindo os viajantes de continuarem planejando suas viagens com o auxílio das agências e consultores em um mercado que continua a crescer. Cerca de metade das agências contrataram novos consultores para as equipes em 2016. Para estes, são oferecidos treinamentos especializados com foco nas técnicas de vendas, no conhecimento dos produtos e no tratamento com clientes de alto poder aquisitivo. Entre os maiores desafios encontrados pelas agências estão encontrar consultores qualificados, conquistar novos clientes e lidar com a competitividade da internet.

Benefícios de um mundo conectado
Para o Virtuoso, a internet e a tecnologia também são ferramentas que facilitam a colaboração global e aumentam a força e a visibilidade das agências Virtuoso. O poder de compra de uma agência na Austrália, que reserva uma grande quantidade de viagens para Bali, acaba beneficiando uma agência Virtuoso no México, que compra muito menos, mas cujos clientes terão os mesmos benefícios exclusivos reservados aos clientes da rede. “Este é o grande valor de uma rede como Virtuoso, para nossas agências e parceiros, e principalmente para o cliente. A tecnologia permite a todos estarem conectados uns aos outros”, explica Matthew D. Upchurch, CEO do Virtuoso.

A diferença no entanto, reside na conexão humana, no aconselhamento personalizado em uma viagem absolutamente segura e sob medida, e nos privilégios exclusivos para os clientes, impossíveis de se conseguir em uma reserva on-line e só obtidos com a assessoria de um consultor Virtuoso.

O efeito Trump
Ainda segundo o estudo, a nova política de imigração dos Estados Unidos não está afetando os brasileiros que seguem ao país em viagens de alto padrão. Sobre este tema, Upchurch destaca a importância da indústria turística em um nível global, não apenas pelo aspecto econômico, que tem se mostrado cada vez mais relevante, mas como uma força para o bem do mundo e da integração entre os povos.

Serviço
virtuoso.com

* Legenda da foto: Matthew D.Upchurch, CEO Virtuoso/arquivo HN/Hugo Massahiro Okada

Fonte: Hôtelier News

O vínculo de emprego do corretor de imóveis

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Embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 A profissão de corretores de imóveis está regulamentada pela Lei 6.530 de 1.978, contudo, tal legislação não proíbe em nenhum momento que os corretores de imóveis possam ter seu vínculo de emprego reconhecido ao contrário do que muitos pensam.

Assim, quando presentes os elementos caracterizadores do vínculo de emprego (art. 3º da CLT) pode o corretor de imóveis pleitear o vínculo de emprego na Justiça do Trabalho.

Ao analisarmos o dia a dia desses profissionais, percebemos que está cada vez mais difícil de encontrarmos aquele corretor verdadeiramente autônomo.

Na maioria das vezes esses profissionais para trabalharem para imobiliárias ou departamentos de vendas de construtoras têm de se sujeitar a assinar contratos de “autônomos” ou “associados”, sendo que algumas vezes observamos até mesmo a imposição de que o corretor de imóveis abra uma empresa, que tenha um CNPJ, muitas das vezes com o único intuito de mascarar o vínculo de emprego.

Contudo, não é a assinatura de um contrato ou a abertura de uma empresa que vai dizer ser o corretor autônomo ou empregado, mas, a realidade dos fatos, ou seja, como o corretor de imóveis exerce sua função no dia a dia de trabalho.

Assim, àquele corretor de imóveis que trabalha com escalas, tendo um superior hierárquico geralmente tendo de se reportar a coordenadores, gerentes e até mesmo superintendentes, muitas vezes submetido a um código de ética ou código de conduta, podendo inclusive sofrer punições é na verdade um empregado.

Portanto, é perfeitamente possível nessas hipóteses de pedir na Justiça a nulidade de contratos de “autônomo”, “associado” e pleitear o vínculo de emprego e demais consectários.

Observamos que estes profissionais muitas vezes trabalham em plantões chamados de “piratas” sendo muitas vezes expostos ao calor, trabalham em locais que não possuem nem mesmo sanitários, água, além de perceberem sua remuneração muito inferior ao que determina o órgão de classe, tendo seus direitos inclusive básicos desrespeitados.

Não é crível no nosso sentir, que uma imobiliária, por exemplo, que tem por atividade fim a venda de imóveis não tenha em seus quadros nenhum corretor de imóveis registrado, assim perfeitamente possível o julgador analisar a subordinação não apenas jurídica, como também analisar a subordinação estrutural, quando o corretor ao trabalhar na imobiliária, por exemplo, está inserido na dinâmica e na atividade-fim da imobiliária, sendo, portanto, um empregado.

O vínculo de emprego mostra-se mais acentuado quando observamos na estrutura hierárquica a figura dos coordenadores e gerentes, sendo que na grande maioria das vezes estes são também corretores e mesmo tendo a denominação de coordenadores e gerentes não são registrados em sua grande maioria.

Entendemos que a figura dos coordenadores e gerentes se mostra incompatível com o trabalho autônomo, isto porque é difícil acreditarmos que uma empresa entregue a um “autônomo” poderes para administrar-comandar. Assim, constatamos na prática uma maior facilidade em provar o vínculo de empregos destes profissionais (coordenadores e gerentes), porém tudo dependerá da análise do caso em concreto.

É preciso que o corretor de imóveis guarde provas como código de ética, escalas, ordens, muitas vezes estas sendo enviadas por escrito (e-mail), sendo que muitas vezes observamos determinações para comparecimentos em reuniões obrigatórias.

Outro fator importante vem a ser o corretor provar de quem está recebendo suas comissões, pois, na maioria das vezes estes profissionais recebem suas comissões com cheques de terceiros, mas os retiram em sua grande maioria na pagadoria ou tesouraria da empresa, pois esta que de fato remunera o seu pessoal.

Esta prova de que é a empresa que está pagando, muitas vezes se dá por meio informatizado (e-mails) quando o preposto ou superior hierárquico autoriza o corretor a retirar, por exemplo, “os cheques”, sendo, portanto, uma prova de quem está pagando o corretor é a empresa e não o cliente.

Além disso, é importante o corretor guardar o quanto recebeu, pois isso trará o valor correto (média salarial) para pleitear seus direitos trabalhistas na Justiça.
Outra cautela que o corretor deve ter vem a ser além do quanto recebeu, como também dos valores dos imóveis que vendeu, isto porque, em tais ações é comum se realizar pedidos de diferenças de comissões, seja para a tabela do CRECI ou até mesmo valores que foram contratados e não pagos no decorrer da relação de trabalho.

É importante que o profissional que for cuidar de processos que envolvam corretores de imóveis tenha cautela na entrevista ou na feitura da peça, isto porque em ações que envolvam corretores de imóveis existem várias peculiaridades com análises da tabela do órgão de classe, entre outras normas internas.

Tendo em vista a complexidade do tema e das ações que envolvem tais profissionais é perfeitamente cabível realizar pedidos sucessivos caso o magistrado não reconheça o vínculo de emprego, ou seja, o magistrado não deferindo o vínculo de emprego pode analisar os pedidos do trabalhador como autônomo.

Assim, conclui-se que os proprietários de imobiliárias e as construtoras com departamentos de vendas próprios devem se atentar não a forma de contratação (o documento que redige para os profissionais assinarem), mas sim a forma da execução dos préstimos de seu pessoal caso não tenham o objetivo de ter em seus quadros verdadeiros empregados, e os corretores que trabalham com os requisitos do vínculo de emprego podem requerer que o mesmo seja reconhecido em reclamações trabalhistas.

Não é somente o vínculo de emprego que pode existir quando tratamos da profissão do corretor de imóveis, mas também vendas ou intermediações que a ele não foram pagas e este profissional pode requerer o pagamento judicialmente, mas também diferenças de comissões ante a tabela do CRECI que é instituída por lei federal, e, portanto, no nosso sentir é obrigatória e não apenas opcional como alguns defendem.

Quanto as comissões destes profissionais ainda tratando da tabela do CRECI, questão pouco divulgada vem a ser a Resolução 1.256 de 2012 do COFECI, que versa sobre os lançamentos imobiliários e prevê que ao corretor de imóveis que trabalhe em tais empreendimentos deve receber o mínimo de 4% de comissão, não podendo haver qualquer desconto em sua percentagem seja a que título for.

Assim, nesta hipótese específica não se pode descontar desta comissão valores de gerenciamento, coordenação, divulgação, ou qualquer outra verba.

Portanto, para aqueles que possuíam um pré-conceito sobre os direitos desta profissão acreditando que estavam pouco resguardados se verifica que a categoria, embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 

Fonte: Migalhas

Prédios vazios: o mercado imobiliário executivo em SP

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Os edifícios corporativos do Rio e de São Paulo nunca estiveram tão vazios. De acordo com a Buildings, o índice de vacância dos prédios de alto padrão fechou 2016 em 23,42% em São Paulo e em 38,33% no Rio.

Isso reflete o descompasso entre a aposta dos investidores e a evolução da atividade econômica do país. Muitos dos prédios ociosos começaram a ser erguidos no começo da década de 2010, quando a economia brasileira ia bem, havia uma demanda crescente novos escritórios, pouca oferta e preços de aluguel em alta.

Como as construções costumam levar de 5 a 6 anos, muitos prédios erguidos em meio à euforia desenfreada do setor imobiliário acabaram ficando prontos em plena recessão. Hoje os donos precisam dar generosos descontos para conseguir inquilinos.

Veja, no link, o ensaio fotográfico do G1 nos prédios corporativos.

Fonte: G1

Especialista destaca as vantagens das lâmpadas LED nas residências

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Há quase 138 anos, Thomas Edison revolucionou a história da humanidade. O inventor norte-americano criou a primeira lâmpada incandescente comercializável. Por muito tempo, esse tipo de iluminação brilhou nos lares de todo o mundo. Porém, desde 2014, as lâmpadas incandescentes não são mais permitidas no Brasil, com exceção das lâmpadas halógenas, que possuem um processo químico diferente das incandescentes convencionais.

Por conta da extinção das lâmpadas incandescentes, outra tecnologia de iluminação invadiu as casas brasileiras. Inventada em 1938, por Nikola Tesla, as lâmpadas fluorescentes estão presentes praticamente em todos os lugares. “Elas vieram para substituir as incandescentes. Porém, no início, eram bem caras. Só com o passar do tempo que se tornaram acessíveis. Hoje são as mais utilizadas”, diz o engenheiro elétrico de São José do Rio Preto (SP) Donizeti Vieira Lima.

Mas outra opção vem ganhando espaço no mercado: as lâmpadas de LED. Essa tecnologia foi desenvolvida em 1961, por dois pesquisadores de uma empresa norte-americana do ramo de eletrônicos. Mas somente em 1999 passou a ser usada na iluminação de ambientes e hoje é a primeira opção de muita gente.

O analista fiscal Gustavo Klais Ribas comprou uma casa recentemente e optou por esse tipo de iluminação. “Me disseram que as lâmpadas de LED são mais econômicas, iluminam melhor e são mais duradouras. Por isso decidi ter em casa”, conta.

A economia realmente foi um ponto que agradou o analista fiscal. “Como gosto de ambientes bem iluminados, utilizei o dobro de lâmpadas em relação à casa antiga e a conta veio 5% mais barata. Mesmo as lâmpadas de LED sendo um pouco mais caras, elas acabam compensando”, declara Gustavo.

Outra vantagem das lâmpadas de LED é o conforto térmico, essencial para a bancária e mamãe de primeira viagem Eriane Bragante. “Eu optei por colocar esse tipo de iluminação porque ela não esquenta o ambiente e é mais econômica. Vou colocar no quarto da bebê também, porque o quarto é pequeno e a lâmpada comum deixa o espaço muito quente”, diz a bancária.

De fato, esses pontos são os principais atrativos das lâmpadas de LED. “Elas são lâmpadas frias e, dependendo do tipo de instalação, contribuem para diminuir os custos com a climatização do ambiente. Além disso, elas possuem um alto rendimento e um baixo consumo. Por isso, não são necessárias grandes alterações no sistema elétrico da residência, o que facilita a instalação”, afirma o engenheiro elétrico.

De acordo com Donizeti, apesar de, à primeira vista, não ser a opção mais barata, as lâmpadas de LED geram uma economia considerável a longo prazo. “A economia será sentida dependendo do uso da iluminação e dos outros aparelhos instalados na residência. Sem dúvida há economia, pois a iluminação contribui com cerca de 5% em uma casa de padrão normal. Devido ao seu alto rendimento, o consumo pode ser de três a cinco vezes menor”, explica o engenheiro.

A popularização deste tipo de lâmpada também pode contribuir para deixá-la mais barata. “Elas ainda são mais caras, mas pode ser que sigam os passos das lâmpadas fluorescentes, ou seja, com o aumento das vendas e maior utilização, a aquisição dessas lâmpadas se torna cada vez mais atraente para o consumidor”, avalia.

Além das lâmpadas de LED, existem outros tipos de iluminação que utilizam a mesma tecnologia. O engenheiro elétrico explica as diferenças entre elas. “Para o uso dos diferentes tipos de LED, deve se levar em conta quais são os objetivos. Os spots proporcionam uma iluminação específica, focada em algum detalhe na decoração. Já as fitas de LED são utilizadas em sancas – moldura de gesso usada para embutir iluminação – ou em iluminação contínua”, conclui Lima.

Fonte: G1

Fundador da Anhanguera inaugura universidade para brasileiros na Flórida

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Foi inaugurada nesta terça-feira (3) a Miami University of Science and Technology (Must), apresentada como a “primeira universidade dos Estados Unidos voltada preferencialmente para estudantes brasileiros”.

O empreendimento é uma iniciativa do professor brasileiro Antônio Carbonari Netto, que foi fundador da Anhanguera Educacional (criado em 1994, o grupo foi vendido em 2014). Atualmente Carbonari é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), cargo para o qual foi nomeado em julho de 2016.

O início das matrículas na Must será em agosto e o campus fica em Hollywood, na região do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale. O objetivo é que a universidade atenda também estudantes de outros países da América Latina e do Caribe. Inicialmente, estão previstos os seguintes cursos:

  • Mestrado em Administração de Saúde
  • Mestrado em Negócios Internacionais
  • Mestrado em Tecnologias Emergentes em Educação
  • Bacharel em Ciências em Gestão de Saúde
  • Bacharel em Ciência em Negócios Internacionais
  • Associado de Ciência em Gestão de Saúde
  • Associado de Ciência em Negócios Internacionais
  • Associado de Ciência em Gerenciamento de Segurança Privada

O ministro da Educação, Mendonça Filho, participou da inauguração na Flórida. “Precisamos olhar os brasileiros que residem no exterior como cidadãos em sua totalidade, que precisam da nossa atenção, respeito e acolhimento. (…) Nossos jovens passam a ter um campo mais vasto do ponto de vista profissional e pessoal”, afirmou o ministro em nota.

Ensino à distância ou presencial

De acordo com o fundador, a Must vai se adequar à realidade local. “O diploma universitário representa um melhor projeto de vida, ampliando a empregabilidade e a ascensão junto à comunidade de que participa. Além do mais, vamos tornar possível que pessoas que trabalham o dia todo tenham condições de estudar à noite ou pelo ensino on-line”, disse Carbonari em nota.

Segundo o MEC, é a primeira vez que um brasileiro monta uma universidade em território norte-americano. No empreendimento, 60% do capital foi investido por Carbonari e os demais 40% são de responsabilidade do americano John Peterson, responsável pela área acadêmica, e do administrador de empresas brasileiro Fernando Ruiz.

Fonte: G1

Queda na inflação faz mercado imobiliário retomar crescimento em 2017

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Após um ano marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. De acordo o Banco Central, a estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fique em 1,3%.
A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos.

A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo, aos poucos. O presidente do Banco Central também informou que tentará atingir uma meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Diante das expectativas otimistas, o Governo Federal está aprovando medidas positivas que atingem diversos segmentos da economia brasileira. O setor imobiliário é um deles. No dia 16 de fevereiro, o Ministério do Planejamento anunciou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o valor para compra de imóveis usando recursos do FGTS.

No Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, o teto para compra de imóveis usando recursos do FGTS era de R$ 950 mil. Em outras regiões, o valor máximo era de R$ 800 mil. Agora, o valor atual é de R$ 1,5 milhão e deve movimentar especialmente os negócios relacionados a imóveis de alto padrão.

Em 2017, os economistas preveem que o desemprego também irá ceder, o que certamente influenciará positivamente o mercado imobiliário. Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário volta a se movimentar, já que os consumidores voltam a ter crédito disponível.
De acordo com especialistas também haverá uma retomada no crescimento da área de construção civil que consequentemente irá favorecer o setor imobiliário, uma vez que os preços mais baratos dos materiais e da mão de obra reduzirão os custos, incentivando lançamentos e também tornando o valor dos imóveis mais acessíveis para uma parcela maior da população.

A recuperação do mercado imobiliário também está diretamente relacionada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), visto que é esse índice que acompanha o comportamento da economia brasileira, assim como mostra todos os bens e serviços feitos no Brasil. O Banco Central acredita num cenário satisfatório durante o ano 2017. A instituição prospecta um crescimento de 1,3% nos próximos meses.

De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a expectativa é de que a economia brasileira terá um crescimento satisfatório em 2017. Desta forma, o fundo estima um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Como tudo indica, esse ano será marcado pelo retorno das atividades do mercado imobiliário. A época também será favorável para quem deseja adquirir um empreendimento residencial. Segundo especialistas, os que desejam comprar a casa própria devem buscar orientações e o auxílio de imobiliárias especializadas. A Construtora Planeta , por exemplo, atua no mercado imobiliário desde 1998 com experiência e foco em empreendimentos residenciais. A empresa é reconhecida no mercado imobiliário pela excelente qualidade de seus empreendimentos e cumprimento rigoroso dos prazos de entrega.

De acordo com especialistas, esse será o ano para o mercado imobiliário retomar o seu crescimento. A queda da inflação será o grande responsável por esse momento que também trará ótimas oportunidades para a aquisição de empreendimentos residenciais.

Fonte: Dino

Sócio de Donald Trump ergue prédio de luxo em São Paulo

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Quem passa pela Rua Eusébio Matoso, nas imediações do Shopping Eldorado, deve ter se deparado com o VHouse. Trata-se de um dos edifícios mais luxuosos da capital, agora em fase de finalização. Previsto para terminar em agosto de 2017, o empreendimento tem um conceito chamado “residencial-boutique”. O que isso significa? A área comum terá cara de galeria de arte, com obras de artista como Flavio Samelo, Ricardo Alcaide e Tulio Pinto; um chef fará a comida dos condôminos quando requisitado, seja para uma pessoa ou mais convidados; serviços de hotel como camareira. As unidades variam de 36 a 197 metros quadrados, com preços que vão de 850 000 a 4,5 milhões de reais.

O edifício recebeu um investimento de 150 milhões de reais e já vendeu cerca de 60% de seus 303 apartamentos “Em vez de receber seus convidados no apartamento, que tal ter um chef a sua disposição para atendê-lo em outra área do prédio?”, questiona Jorge Pérez, o homem por trás do empreendimento. Ele é filho de cubanos nascido na Argentina. Com fortuna avaliada em quase 2,8 bilhões de dólares de acordo com a Forbes, o empresário de 67 anos ficou conhecido como o “Trump dos Trópicos” nos Estados Unidos ao construir uma série de prédios de luxo, especialmente em Miami. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, é seu sócio em quatro de seus prédios, no estado da Flórida.

Você e Donald Trump eram amigos. Como está essa relação hoje? Nós continuamos muito amigos, por  mais de vinte anos agora. Nós só estamos em lados opostos na política.

O senhor discorda dele em quais aspectos? Ele está muito conservador. Não apenas nas questões de imigração, com a construção do muro o que eu sou totalmente contra, mas também em relação aos cortes de orçamento. Eu espero que ele escute o que tenho escrito a ele por e-mail. Ele é de Nova York, um homem de negócios, e nova-iorquinos costumam ser bem mais liberais que o resto do país.

Trump pediu para o senhor participar do governo dele? Sim, ele me convidou para o departamento de moradia e desenvolvimento urbano, no departamento de relações com a América Latina. Teria, assim, ligação com a construção do muro… Eu disse “não, não estou interessado”.

Fonte: Veja São Paulo

Chu Ming Silveira: A arquiteta por trás do projeto do orelhão

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Os orelhões são parte da paisagem urbana brasileira e sua forma icônica perpetuou-se no imaginário da população. Além de possibilitar a comunicação, o orelhão funcionava como um mobiliário urbano, ou mesmo como referência ou ponto de encontro antes da popularização dos telefones celulares. Seu projeto foi desenvolvido por Chu Ming Silveira, nascida em Xangai e formada em Arquitetura e Urbanismo na FAU-Mackenzie, em São Paulo, no ano de 1964. Em 1966, começou a trabalhar na Companhia Telefônica Brasileira (CTB), em São Paulo, realizando anteprojetos, supervisão e coordenação do desenvolvimento dos projetos de Centrais Telefônicas e Postos de Serviço, além de acompanhamento de obras.

Segundo o memorial descritivo, a principal demanda do projeto era encontrar uma solução em termos de design e acústica para protetores de telefones públicos, que apresentasse uma relação custo-desempenho e que fosse adequada às condições ambientais. Chu Ming inspirou-se na forma do ovo para propor uma estrutura forte, leve, resistente ao sol e à chuva, barata, e com um bom desempenho acústico. Isso porque a maior parte do ruído externo era refletido pela forma, enquanto que os sons produzidos internamente convergiam para o centro do raio de curvatura, localizado logo abaixo do ouvido do usuário médio, minimizando a interferência na comunicação.

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Apesar de o orelhão ter se tornado o formato mais popular, foram desenvolvidos estudos para três classes do problema: solução para ambientes fechados, para ambientes semi-abertos e para ambientes abertos. Para isso foram propostos os “orelhinhas”, as “conchas” e os “orelhões” propriamente ditos, respectivamente. Enquanto os “orelhinhas” contavam com dimensões menores, e eram feitos de acrílico, translúcidos, os orelhões eram mais robustos para suportar condições mais desfavoráveis: aplicação externa, a todo tipo de público. O material também os diferenciava, já que os orelhões eram feitos em fibra de vidro. As conchas, por outro lado, contavam com uma forma mais esférica que os outros dois e eram implantadas em postos de combustível, principalmente. As conchas e os orelhinhas eram fixados diretamente na parede, enquanto os orelhões em postes, permitindo um arranjo com dois ou mais aparelhos com apenas uma estrutura de apoio vertical. Com isso, era possível um aproveitamento de espaço superior às antigas cabines telefônicas, por exemplo, utilizando muito menos material e com uma construção simples.

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O projeto de Chu Ming teve um reconhecimento expressivo na mídia, popularizou-se em todo o território brasileiro e, inclusive, recebeu um texto de Carlos Drummond de Andrade. O orelhão e adaptações do projeto da arquiteta foram exportados para diversos países da América Latina, como Peru, Colômbia, Paraguai, e outros países como Angola, e até mesmo China. Chu Ming faleceu em 1997 e faria 76 anos hoje, dia 04 de abril de 2017. Seus filhos mantêm o acervo sobre o projeto no site orelhao.arq.br/.

Fonte: Arch daily

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