Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Como o mercado imobiliário vai reagir nos próximos meses

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Após anos de boas vendas e previsões de crescimento, o mercado imobiliário passa por um momento de calmaria para quem olha de fora, apesar de já ter beirado o desespero para quem depende dele. Porém, esta é uma época de fortalecimento. O setor dá sinais de que já não está mais tão fácil encontrar compradores para casas e apartamentos lançados no mercado. O aumento do endividamento da classe C, as taxas de juros mais altas e a baixa oferta de crédito já freiam a antes aquecida demanda. A mudança de cenário tem desafiado as áreas de Marketing das incorporadoras, que apostam em bonificações, brindes e descontos para atrair o comprador e fechar negócios. A estratégia visa facilitar a escolha por um determinado imóvel, dando ao cliente algo de que ele usufrua ao receber as chaves da nova casa.

Essas ações denotam uma preocupação com a estagnação da construção civil. Com a crise econômica no país, vem ocorrendo uma desaceleração nas vendas, tornando a oferta maior do que a procura em determinadas áreas. No período de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, inclusive, foram lançados 22.431 apartamentos na capital paulista, em 494 novos empreendimentos. Deste total, 11.602 unidades foram vendidas, ou 52% do total. Assim, o estoque corresponde a 48% de tudo que foi lançado no período, segundo pesquisa feita pela Geoimovel – VivaReal.

Para dar conta de repassar todas as unidades dos empreendimentos, as incorporadoras presenteiam compradores com descontos, abono de impostos e eletrodomésticos, além de realizarem ações para serem lembrados por quem decide comprar um apartamento. A criatividade para atrair interessados já é pensada muito antes de um empreendimento ser lançado.

Para não haver mudança nos preços dos imóveis, os brindes são incluídos nas verbas de Marketing, antes restritas às ações em pontos de venda. Os presentes deixam os compradores mais animados com a decisão e não representam queda nos valores de venda de forma direta. Mesmo assim, regiões como o Rio de Janeiro sofrem com a taxa de vacância – impulsionada pelo fim dos grandes eventos, crise financeira do estado e aumento na taxa de violência. Por outro lado, outras regiões do Brasil passaram a ganhar investimentos no setor, como Nordeste e Sul do Brasil.

Mesmo em um período marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. A estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) fique em 1,3%, de acordo o Banco Central. A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos. Ela saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo aos poucos.

Fonte: Terra

Mercado Imobiliário e fundos do setor são apostas de longo prazo para investidores e empreendedores

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O norte-americano Jeffrey Gundlach, PhD e teórico em Matemática pela Universidade de Yale, recentemente afirmou que o investimento nos países emergentes é sim uma boa alternativa em meio à crise atual tanto no Brasil, quanto no exterior.

E ainda há especialistas que digam que os fundos imobiliários são viáveis para quem já está habituado com as oscilações de mercado. Para reforçar tais movimentos que parecem radicais ou de risco, empresas voltadas para internet e soluções B2B mantém suas margens de lucro.

Portais imobiliários que atuam focados em leads qualificados para construtoras e imobiliárias como o Loop imóveis é uma destas startups que em menos de um ano atingiram seu break even, atingem lucro de 10% previsto para o mês e conseguem taxas altas de conversão, em torno de 4%.

Ao que tudo indica não só Gundlach vê com bons olhos uma retomada do setor, afinal gestores que investem em ativos estão pensando a longo prazo, principalmente na demanda reprimida por espaços comerciais, como galpões por exemplo.

Com a taxa Selic em 10, 25%, as taxas de crédito de bancos e os empréstimos para a compra de imóveis mantém um certo equilíbrio ainda em junho, pois a sinalização do Banco Central é de que a taxa deve manter sua queda, ainda que moderada.

Os próprios empreendedores acreditam que num segundo semestre positivo para o setor imobiliário: “Já investimos cerca de 500 mil em Tecnologia este ano, e 40% deste montante ou 195 mil em inteligência artificial. Acreditamos que os dados que possuímos hoje, transformados em informações de perfis de futuros compradores serão um ativo essencial para facilitar a venda para construtoras e corretores” explicam os sócios, Luiz Eduardo Perna e Roonie Sang.

Se as startups crescem, elas aquecem a economia, favorecem a cadeia do setor !link imobiliário, criam novas oportunidades de emprego para a onda de corretores autônomos; por outro lado portais verticais trazem um modelo de negócio de sucesso já em voga nos Estados Unidos. Portais internacionais como o Zillow, o australiano REA já atingiram a confiança tanto de seu mercado local como em muitos outros países.

As construtoras terão sua chance de realizar seus lançamentos, queimar seus estoques e movimentar um setor que é capital para empresários, investidores e consumidor final. Só o portal imobiliário Loopimóveis.com impacta 6.5 milhões de pessoas/ usuários e mais de 1700 imobiliárias já cadastradas.

De acordo com os sócios do portal imobiliário, o setor de portais verticais tem muito mais potencial para crescer; somente em 2015 ele atingiu a soma de 400 milhões de faturamento. Analisando o fato de quem há 2 anos atrás a inteligência artificial ainda não havia chegado ao setor, “ queremos manter nossa base de dados sempre atualizada, estaremos focados nos lançamentos e buscamos colaboradores e parceiros cada vez mais profissionais neste segmento”, indicam os sócios da Loop imóveis.

Fonte: Exame

Este é o melhor momento da última década para negociar no mercado imobiliário

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Sinalização de redução de juros, queda no preço dos imóveis e liberação de recursos do FGTS inativo capitalizando clientes são fatores que, somados à perspectiva de retomada da economia, devem impactar positivamente o setor imobiliário.

O governo federal trabalha com a projeção de injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano com a liberação dos saques do FGTS inativo. A medida deve movimentar 0,5 % do Produto Interno Bruno (PIB) do país. Para o governo, a iniciativa pode levar de forma rápida à redução do endividamento das famílias, contribuindo para a volta do crescimento econômico.

O mercado imobiliário aposta que uma fatia desse capital que chega ao bolso dos brasileiros possa ser investida na compra de imóveis, e vê com otimismo a medida, que somada a outros fatores, pode indicar uma caminho para a saída da crise que ainda afeta o setor.

A mais recente pesquisa sobre o segmento imobiliário do país, realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e publicada com exclusividade pela Revista EXAME em maio, traz dados que indicam que esse é o melhor momento da última década para quem esta capitalizado e quer negociar a compra de um imóvel.

A pesquisa analisou preços em 5.600 bairros de 203 cidades brasileiras e constatou que os preços dos imóveis subiram apenas 0,8% em 2016. Em termos reais, os preços caíram 5%. Mesmo assim, as vendas não aumentaram por conta da queda da renda das famílias, os altos juros, dificultando financiamentos, e também pela insegurança econômica, desemprego e medo de perder o posto de trabalho.

Diante do cenário avaliado pela pesquisa, os analistas e representantes do setor imobiliário ouvidos afirmam que agora é a hora certa para negociar. Para muitos, a crise já chegou ao fundo do poço. O próximo passo é a recuperação, o que elevaria os preços dos imóveis.

Otair Guimarães, diretor comercial da Leste Realty, empresa que lançou em Ribeirão Preto no final de 2016, em parceria com o Grupo Engep, o empreendimento Quinta dos Ventos, localizado na zona sul da cidade, também avalia que este é o momento ideal para investir no sonho da casa própria.

O Quinta dos Ventos comercializa lotes com metragens a partir de 335 metros quadrados e oferece um padrão inteligente de urbanismo. “Entendemos o momento da economia e oferecemos um produto de qualidade e que cabe no bolso do consumidor. O cliente com condição de investir tem agora o cenário ideal. Os preços ainda estão baixos. Esta é a hora de comprar”, avalia Otair Guimarães.

O empresário ainda analisa como positivas para ao mercado a liberação de recursos do FGTS inativo e a redução de juros, como a taxa Selic. “O setor imobiliário ainda aguarda para avaliar o impacto da liberação desses recursos do FGTS inativo no mercado e também de um corte ainda maior na Selic. Mas a expectativa é positiva. O fato de o trabalhador poder sacar o dinheiro e utilizar naquilo que preferir é bastante interessante. Além disso, a expectativa do trabalhador quitar dívidas pode resultar na queda da inadimplência, que tem impacto na melhoria das condições de financiamento. Fato positivo para o mercado de forma geral”, afirma Otair Guimarães.

Fonte: G1

5 coisas que um cliente quer ouvir na hora de comprar um imóvel

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Falar da compra de um imóvel é falar sobre “mexer” com o sonho das pessoas. Não à toa isso envolve muitas variações de pensamentos e naturalmente formas diferentes de atender. Uns querem comprar para morar, outros para investir, isso muda todo o processo.

O corretor de imóveis perde uma venda por algo que ele tenha falado durante a negociação e não deveria, ou por não ter mencionado a informação que faria toda a diferença na escolha do cliente.

Pensando nisso, resolvemos elaborar um post com itens determinantes que um cliente espera ouvir de um corretor para tomar sua decisão favorável a compra. Vamos a elas!

Honestidade aos questionamentos

O corretor de imóveis tem que entender que está iniciando ali um elo com este cliente que pode durar a vida inteira.

Mentir simplesmente para fechar uma venda vai causar uma dor de cabeça muito grande mais a frente. O ideal é pensar em dar um atendimento verdadeiro ao cliente e, sempre que ele precisar, vai procurar o mesmo corretor para lhe atender.

Nada melhor para o ouvido do cliente do que uma boa e verdadeira resposta para cada pergunta que ele fizer. Além de evitar dores de cabeça no futuro, pois o cliente irá procurar este corretor ou a imobiliária responsável quando descobrir que a informação dada não era verdadeira, a sinceridade pode gerar mais vendas no futuro.

Portanto falar sempre a verdade, independente de qualquer coisa, é dica de ouro!

Quem fala menos e escuta mais, ganha mais pontos

Pode parecer estranho em um post com dicas do que o cliente deseja ouvir trazermos um item onde o corretor deve falar menos que o cliente.

Mas não, não é estranho.

Corretores experientes e que já estão em níveis de excelência, primeiro escutam mais o cliente para saber como devem se comportar e a partir daí planejar melhor o que dizer durante o processo de atendimento e negociação do imóvel.

Afinidade de assuntos gera maior aproximação

Um dos segredos dos corretores de sucesso é agir como interessado e não como interesseiro. Está enganado quem acha que o cliente não percebe a diferença.

Utilizar palavras e assuntos que busquem uma aproximação entre você e o cliente que quer comprar um imóvel traz, muitas vezes, uma abertura de portas incrível.

Sabe como fazer dar certo isso? Fale sobre o assuntos que o cliente demonstre interesse, coisas que você tenha notado que ele gosta de fazer ou debater em sua rotina. Ele vai encontrar uma afinidade natural. Não precisa forçar a barra e nem entrar na intimidade, faça isso naturalmente.

Oportunizar possibilidades de negociação

Um cliente tende a se desmotivar em um atendimento onde percebe que não há oportunidades de negociação.

Estamos em um momento da economia brasileira onde as negociações de ofertas devem sempre estar de portas abertas.

Responder positivamente a uma indagação do cliente de que há a possibilidade de negociar determinadas ofertas durante o processo de atendimento é música para os ouvidos deles.

O corretor deve se preparar antes para este momento e verificar quais são as possibilidades de negociação. Um detalhe importante: não apresente todas as opções antes do cliente questionar. Guarde as cartas na manga para o final.

Respostas aos questionamentos sem titubear

Quase sempre os clientes têm pouco tempo para visitar um imóvel ou se dispor a um atendimento do corretor. O corretor tem que enxergar como uma oportunidade de ouro cada visita.

Deixar questionamentos básicos do cliente para um segundo momento pode decretar o fim de um atendimento e ali mais uma venda perdida.

O bom corretor se prepara antes do atendimento com todo o check list de informações, desde a descrição do imóvel, documentação e até mesmo informações diferenciais. Titubear em um questionamento do cliente não pega muito bem. Responder de pronto às dúvidas do cliente é chave fundamental.

Corretores devem ficar atentos a estas dicas, pois o momento é favorável a investimentos, haja visto que aumentou novamente neste ano a procura por imóveis, com a retomada da economia. Os bons negociadores devem seguir essas dicas para alcançar bons resultados.

Fonte: Blasting News 

Startups do mercado imobiliário nacional e internacional chegam à terceira onda tecnológica

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Elas são mais de 4 mil no Brasil, segundo a ABS – Associação Brasileira de Startups. Precisamos dessas empresas que realmente surgem e crescem a despeito das crises econômicas e questões internas do país.

Surgiram a partir do começo dos anos 2000, são chamadas de startups online que oferecem informações sobre casas e apartamentos , com o toque da primeira onda de inovação tecnológica do mercado imobiliário .

Este perfil online chegou ao Brasil através de jovens empreendedores como a Loop imóveis, um dos maiores portais imobiliários nacionais, que já atingiu seu break even e parte para a segunda onda do mercado imobiliário.

Mas para entender que segunda onda é essa, é importante lembrar que a primeira onda online do setor é ainda representada pelos grandes players como o Zillow, Trulia e REA, este último na Austrália. Estas startups oferecem os imóveis para compra e aluguel via internet, e hoje já acompanham o nascimento de outras startups que irão ser suas parcerias para melhorar o volume da dados do segmento. Tais empresas parceiras são B2B e ofertam softwares de interface amigável para os players mundiais do mercado imobiliário conseguirem utilizar os dados armazenados na primeira onda e treinar seus corretores, além de atualizar constantemente as incorporadoras de forma a agilizar processos de compra e venda e ou aluguel de imóveis.

Tendências mundiais de segmentos em startups alinhados com os portais imobiliários

De acordo com especialistas internacionais acerca de empreendedorismo, as startups neste ano se concentrarão em determinados nichos:
• Cidades inteligentes;
• Realidade virtual;
• Acessibilidade e inclusão;
• Nanotecnologia;
• Soluções bancárias e Fintechs – segmento de finanças com operações mais baratas para os clientes;
• Internet das coisas – a internet na rotina do consumidor, com destaque para as soluções de eletroeletrônicos;
• Serviços em nuvem – ótima solução para empresas que precisam armazenar muitos dados. Além de um investimento de 50 bilhões de dólares até 2020 em inteligência artificial.

Ao que parece os portais verticais do mercado imobiliário , como o Loopimóveis.com, estão no caminho certo, afinal unem quase que todas as tendências acima e investem na tecnologia para romper qualquer crise econômica. Segundo os sócios da startup, Luiz Eduardo Perna e Roonie Sang, foram realizados investimentos da ordem de quase 500 mil reais em TI em 2017, destes cerca de 200 mil reais estão focados em inteligência artificial.

A startup surge com o diferencial da filtragem interna de leads. “O cliente investe pelo lead entregue, e todos os leads passam por uma triagem. Das 9 às 20 horas realizamos a verificação dos leads, todos os dias. No período de até 15 minutos entramos em contato com esse futuro comprador do imóvel”, afirmam os sócios do Loopimóveis.com. A nova e segunda onda do setor imobiliário chega através deste portal para 1600 cadastros entre imobiliárias e corretores; além de 65 construtoras de peso.

O movimento do setor está garantido com a inovação e o fôlego de uma utilização cada vez mais inteligente dos dados sobre consumidores e ainda para o crescimento dos negócios online B2B.

Fonte: Terra

Do alto do 10º andar, céu azul da cidade é a decoração perfeita para sala neutra

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Do décimo andar de um prédio nos altos da Avenida Mato Grosso, a sacada integrada à sala trouxe o céu de Campo Grande para dentro do apartamento. De ponta a ponta, janelas de vidro estampam o que é o destaque da decoração.

Projeto da arquiteta Carmen Silvia Almeida, o mobiliário e a cor das paredes seguem o tom neutro para serem coadjuvantes diante da vista.

“Você tem que ter a sensação de ver o céu, de ter uma planta ali, porque aquela sacada é o seu terraço”, explica a arquiteta.

 

Com essa vista que a família se reúne para fazer todas as refeições. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
Com essa vista que a família se reúne para fazer todas as refeições. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Os donos são um casal jovem com uma filha pequena, que tem muito que brincar lá dentro. No interior, o projeto valorizou a integração da casa com o exterior, harmonizando-se com a estrutura de janelas e persianas que não escondem o céu, mas ainda assim protegem do sol.

Na sacada, a arquiteta usou do sistema reiki – conjunto de trilhos com vidros sem esquadrias – com um peitoral, em que, na parte superior, os donos conseguem abrir todas as folhas. As persianas para janelas basculantes controlam a luz, permitindo que os moradores não percam a vista nem a luminosidade do ambiente.

E é olhando o azul do céu que a família passa a maior parte do tempo em que está em casa. Café da manhã, lanche, almoço e jantar são feitos na mesa posta diante da vista. “O dia a dia deles está ali. Ao lado, a prateleira ficou decorativa e ao mesmo tempo funcional, servindo de apoio para a mesa”, fala a arquiteta.

 

Poltronas a postos para quem quiser contemplar a vista. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
Poltronas a postos para quem quiser contemplar a vista. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)
De qualquer parte da sala se enxerga o céu na varanda que vai de ponta a ponta do apartamento.(Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
De qualquer parte da sala se enxerga o céu na varanda que vai de ponta a ponta do apartamento.(Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Somando as cadeiras, banco e poltronas, só na sacada a casa comporta oito pessoas sentadas. “Mas de todos os assentos você consegue ter essa vista e não se sente como se estivesse dentro de um apartamento e sim numa varanda suspensa”, prega Carmen.

O projeto levou quatro meses para ficar pronto. As persianas motorizadas como dessa sacada são da loja Perfatto e começam com valores a partir de R$ 1,4 mil o metro quadrado. Para fechar a sacada com o sistema reiki, a média de custos é de R$ 10 mil.

 

Projeto foi pensado para valorizar o céu de Campo Grande. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)Projeto foi pensado para valorizar o céu de Campo Grande. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Fonte: Campo Grande News

Brasileiros investem no mercado imobiliário americano e conseguem o visto de cidadãos americanos, de forma rápida e fácil

 

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De acordo com dados do Banco Central, de 2007 a 2015 a compra de imóveis no exterior por brasileiros saltou 201% e o local que mais atrai investimentos é o Estados Unidos, que concentra 40% da preferência. Segundo dados da National Associationof Realtors, divulgados pela Profile ofInternational Activity in U.S.

Residential Real Estate, o Brasil está em 7º lugar entre os países que mais investem no mercado de imóveis americano, com um total de US$ 1,7 bilhão. Isso significa que, somente entre 2015 e 2016, os brasileiros compraram 6.446 imóveis nos Estados Unidos, representando 3% do total de investidores estrangeiros que adquiriram casas ou apartamentos no país.

Entre os benefícios de se investir em imóveis nos EUA está a oportunidade de se conseguir o Green Card, o visto de cidadão americano de forma rápida, fácil, sem sorteios ou listas de espera. Isso acontece através do EB-5, também conhecido como “visto de investidor”, que garante a cidadania americana aos estrangeiros que fazem investimento mínimo de US$ 500 mil no país com o objetivo de geração de postos de trabalho.

E o benefício ainda é estendido aos seus filhos com idade até 21 anos, que passam a ter os direitos de um cidadão americano, como a possibilidade de redução da anuidade nas universidades do país, por exemplo.

Organizado pela Legacy Plus Realty e Mirantte Soluções Imobiliárias, o evento trará palestras sobre câmbio e capitais com parceiros da Abrão Filho, além de especialistas com larga experiência em imigração e em negócios na área imobiliária para esclarecer dúvidas sobre diversos assuntos que são importantes para os investidores brasileiros, desde a segurança, a legislação tributária americana, como abrir e movimentar contas e tudo sobre o EB-5.

Orlando e Miami, na Flórida, cidades muito procuradas nas férias, despontam como as preferidas nas pesquisas sobre investimentos imobiliários e, no evento, serão apresentados dois empreendimentos nesses locais, o Le Rêve e o 5350 Park, como grande oportunidade de fazer negócios.

Entre os dias 17 e 19 de maio de 2017, São Paulo recebe o evento gratuito Miami Open House, que traz assessoria completa aos brasileiros que querem investir no mercado imobiliário americano.

A novidade deste ano é a escolha de renomados salões de beleza de alto luxo como locais dos eventos com o objetivo de atrair tanto homens como mulheres que são potenciais investidores da área. Realizado das 18h às 21h, o Miami Open House tem vagas limitadas e acontece dia 17 de maio no Espaço Be, na rua Augusto Tolle, 696, Santana e nos dias 18 e 19 de maio, no Jacques Janine, na rua Colômbia, 299, Jardim América.

Fonte: Terra

Passeio de trem no Japão pode custar até R$ 30 mil

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Inaugurado no começo de maio, o Shiki-shima é um trem de luxo japonês que oferece viagens pelo custo de R$ 10 mil a R$ 30 mil. Apesar do preço salgado, engana-se quem pensa que o passeio tem pouca procura: o serviço está com lotação esgotada até março do ano que vem.

Projetado pelo designer Ken Kiyoyuki Okuyama, o trem tem capacidade para apenas 34 passageiros e chama a atenção pelo modelo futurista e visão panorâmica. Todas as refeições são preparadas por chefs estrelados. As acomodações são luxuosas, com lareira e banheira. Nada mal, não?

Fonte: Terra

Como se tornar um corretor de imóveis

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Aposto que todos conhecem um corretor de imóveis ou uma imobiliária, logo o tema não é novidade para ninguém. Em tempos de crise, muitos profissionais tem apostado nessa nova carreira.

O que faz um Corretor de Imóveis?

Basicamente, um corretor avalia imóveis disponíveis para venda, os oferece a interessados e negocia valores entre as partes. Ou seja, intermedeia a relação entre o cliente vendedor e o cliente comprador na transação de um imóvel, deixando claras as informações relacionadas à propriedade para, se for o caso, efetivar a venda.

Vantagens

Entre as vantagens desse segmento, estão as diferentes possibilidades de trabalho e uma flexibilidade maior na rotina.

É comum que profissionais de outras áreas se interessem em se tornar corretores de imóveis pela maior independência e autonomia no trabalho, longe das atividades burocráticas ou sem contato pessoal de outras profissões. Com o atendimento a diferentes clientes e necessidades, a rotina do corretor envolve a participação em plantões, eventos de lançamento e captação de bons imóveis. Além disso, se optar por ser um profissional autônomo, não precisará lidar com as cobranças e pressões diretas de um chefe ou do ambiente corporativo.

Apesar de ter horários mais flexíveis em relação a outras profissões, é importante ressaltar que, em muitos momentos, os corretores precisam atender os clientes em horários alternativos e auxiliar com eventuais dúvidas mesmo fora do horário comercial ou até no fim de semana.

Desvantagens

Sem nenhuma cobrança de um chefe ou até mesmo do funcionário, o #Corretor de Imóveis autônomo precisa ser auto-disciplinado. Pois é! Se não haver disciplina, o corretor pode correr grandes riscos, como por exemplo perder um atendimento importante, pois esqueceu de anotar em seu CRM Imobiliário, ou perder a visita de um imóvel que era de suma importância para o cliente fechar.

Se ocorrer qualquer deslize, as chances de tornar sua reputação negativa são enormes. Portanto, o foco e objetivo em alcançar novas metas tem que ser acompanhados por um corretor sempre. Sem disciplina não haverá foco, e sem o foco não haverá um objetivo maior.

Se você pretende seguir sua carreira imobiliária como corretor autônomo ou já está seguindo, você pode se interessar em conhecer o Zyoon CRM Imobiliário.

Curso e Conselho Regional

Se você se interessou por essa profissão e deseja tornar-se um Corretor de Imóveis, o primeiro passo é frequentar o curso de TTI (Técnico em Transações Imobiliárias) ou cursos superiores Sequenciais e Tecnológicos de Ciências Imobiliárias ou de Gestão de Negócios Imobiliários na sua cidade ou estado.

Na frequência do curso, deverá o aluno requerer junto ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – CRECI do seu estado, o registro de estágio, obrigatório para a obtenção do diploma e posterior registro profissional definitivo. Concluído o curso e obtido o respectivo diploma, já poderá o interessado promover o registro de sua inscrição definitiva, mediante requerimento específico, apresentação de determinada documentação e pagamento de uma taxa. #Consultor Imobiliário

Fonte: BlastingNews 

Setor imobiliário está otimista para 2017 e acredita que a recuperação já começou

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Foi um longo período de recessão e queda nas vendas, mas os empresários ligados ao segmento imobiliário e as pessoas que estão em busca de um novo lar com preços acessíveis finalmente começam a enxergar uma “luz no fim do túnel”. Para eles, 2017 começou bem e deve marcar o início da recuperação do setor.

Este otimismo, de acordo com o presidente da Associação Comercial de Sorocaba (Acso), José Alberto Cépil, tem relação com a melhoria de alguns indicadores econômicos, principalmente a queda da taxa básica de juros (Selic), que sofreu corte de 1%, chegando a 11,25%. “Os financiamentos concedidos pelos bancos para a compra e construção de imóveis no primeiro trimestre deste ano são maiores do que no mesmo período do ano passado. Acreditamos numa melhora gradativa da economia e que se encerre este ciclo de queda”, explica.

Para Guido Cussiol Neto, proprietário de uma imobiliária de Sorocaba (SP), o mercado começa a apresentar recuperação com o aumento da demanda por compras e locações. “As vendas e locações estão boas, com destaque para a procura de imóveis usados. Os lançamentos ainda apresentam baixa, mas, mesmo assim, teve alta de 12%. Se a evolução continuar, teremos uma grande virada a curto e médio prazo”, comenta.

Já José Luiz Gonçalves Atalla, dono de outra empresa de negócios imobiliários da cidade, acredita que a retomada veio mais cedo do que muitos esperavam. “Houve uma procura maior por imóveis usados e as locações também aumentaram. Em março, por exemplo, a procura cresceu 20% em comparação com o mesmo mês de 2016. Os imóveis usados são os mais procurados no momento e, neste ritmo, creio que o mercado será normalizado até o início do ano que vem”.

Fonte: G1

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