Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Segundo estimativa, projeção de crescimento no mercado imobiliário é de 5% a 10% em 2017

12_mercado imob

De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a projeção de vendas e lançamentos do mercado imobiliário residencial em 2017 deve crescer entre 5% e 10%. O anúncio foi realizado pelo presidente da entidade, que afirmou que “estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”.

Vale destacar que esse cenário de melhora já foi apontado pelo Secovi no final do ano passado, quando a economia apresentou uma melhora e a política uma certa estabilização. Ele garantiu que percebeu que a perspectiva de fato tem se cumprido a partir da queda da inflação e da taxa de juros.

O presidente do Secovi ainda ponderou que esses elementos têm o poder de estimular a comercialização de imóveis nos meses que estão por vir. Contudo, ele também destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população – algo esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

“As instituições financeiras também começam a vislumbrar um cenário em que não precisarão mais ser tão restritivas na concessão de financiamentos imobiliários. Além disso, o mercado imobiliário está com ofertas para todos os bolsos e, portanto, é um momento favorável ao comprador”, disse o vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Construção (SindusCon-SP), em entrevista à imprensa.

Dessa forma, se a perspectiva a respeito do mercado de fato se cumprir, o setor irá sofrer uma grande virada: afinal de contas, são três anos consecutivos de quedas. O Secovi-SP afirmou que os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram a 17,6 mil unidades no ano passado, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos alcançaram 34 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

A entidade lançou uma publicação que aponta, ainda, as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo: em 2016, foram 16 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Já em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, que se iniciou em 2004.

“Os imóveis que custam até R$ 500 mil, cujas metragens variam entre 45 e 65 metros quadrados, deverão ser os mais procurados. Vale lembrar que o incentivo gerado pelo aumento do teto do FGTS para compra do imóvel novo movimenta não só o mercado imobiliário, mas a economia como um todo, já que haverá mais mão de obra e serviços contratados”, completou o presidente da entidade, também em entrevista à imprensa. Oportunidade única: Tenha contato com experts do mercado mundial no Superlógica Xperience 2017. Patrocinado

Para quem deseja investir em um empreendimento residencial, a Construtora Planeta conta com ofertas competitivas para o público. São diversos tipos de apartamentos, tanto em obras quanto prontos para morar, com uma ampla oferta de empreendimentos em Sorocaba (SP).

Fonte: Exame

Feira coloca à venda produtos artesanais para decoração da casa

12_decoração

A inclusão de produtos artesanais na decoração da casa está cada vez mais em evidência. A tendência é misturar elementos étnicos, texturas, cores e tramas para construção de ambientes arrojados, aconchegantes e com toque personalizado.

Para quem busca inspiração para decorar a casa, a dica é visitar a exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração”, que está aberta ao público no Shopping Vitória. No local é possível encontrar uma diversidade de produtos vindos de países do Oriente Médio e da América Latina.

Entre as sugestões estão os lustres feitos à base de cobre, com formas de vidro e pedras de Murano. O objeto é produzido na Turquia e é indicado para instalação na sala de jantar, como também em áreas externas, dependendo da potência da lâmpada. As peças têm preços a partir de R$ 200,00, no caso das pequenas, mas podem chegar a R$ 2.200,00, sendo essas com três a quatro lâmpadas.

O espaço oferece, ainda, pratos turcos, elaborados com cerâmica com estampas étnicas, e que são perfeitos para decorar mesas, como também pode ser utilizados como quadros de paredes ou usados para servir petiscos para visitas. Há modelos de vários tamanhos, com preços a partir de R$ 110,00.

No caso dos jogos de mesa, a exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração” comercializa toalhas de mesa bordada com fio de ouro e forro de seda. Elas tem preços a partir de R$ 400, exceto a bordada com fio de ouro que custa R$ 1 mil. Também há capas de almofadas, caminho de mesa, entre outros adornos para compor diversos ambientes da casa.

Serviço:
Exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração”
Onde: 1º Piso do Shopping Vitória
Quando: até o dia 15 de maio
Entrada: franca

Fonte: Folha Vitória

Após ‘saga’ de quase 20 anos, hotel de luxo abre as portas em parque de SP

10_luxo

Ao abrir as portas hoje, o Palácio Tangará – hotel que pretende se tornar um novo templo do alto luxo em São Paulo – põe fim a uma saga de quase 20 anos que inclui um sonho frustrado de um empresário ambicioso, brigas entre sócios e uma obra que se tornou um “fantasma” que assombrou o Parque Burle Marx, na zona sul de São Paulo, durante 12 anos. Após ser comprado por um fundo americano e ter a administração assumida por um grupo alemão, o hotel inicia as atividades com um novo desafio: enfrentar a atual crise do setor de hospedagem no País.

O projeto, idealizado pela constutora Birmann, que foi referência no desenvolvimento de edifícios comerciais na capital paulista nos anos 1980 e 1990, foi comprado há quatro anos pelo fundo GTIS – antes, era uma sociedade entre o empresário Rafael Birmann e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil).

As obras foram iniciadas em 1998, mas a Birmann entrou em crise em 2000, o que levou à paralisação dos trabalhos em 2001. Uma disputa entre os sócios, aliada à dificuldade em encontrar um novo investidor, deixou a obra parada por mais de uma década. Durante anos, soluções foram buscadas para o projeto – entre os que olharam o ativo esteve a espanhola OHL.

No entanto, foi o americano GTIS que, em 2013, chegou a um acordo com Birmann. O empresário abriu mão do empreendimento para se livrar de dívidas. Já os 49% que pertenciam à Previ foram comprados por R$ 45 milhões, em acordo separado.

O fundo investiu na conclusão das obras – ainda faltavam 30% dos trabalhos – e fechou acordo de administração com a alemã Oetker Collection, referência em hotéis cinco estrelas. Para dirigir o Tangará, veio o executivo Celso do Valle, que participou do início da operação do Emiliano, em 2001.

Luxo. Segundo Valle, o objetivo da Oetker é entregar um novo conceito de luxo em hotelaria ao mercado paulistano. A diária dos quartos vai variar de R$ 1,6 mil a R$ 38 mil – o menor quarto do Tangará tem 47 metros quadrados e a maior suíte, 530 metros quadrados. “Todos os quartos terão vista para o verde do Parque Burle Marx. Ninguém vai abrir a janela e ver uma parede”, garante Valle.

Os hóspedes ainda contarão com duas piscinas aquecidas (uma delas coberta), academia, spa administrado pela francesa Sisley, bar de drinques e um restaurante com cardápio desenvolvido pelo “chef-celebridade” Jean-Georges Vongerichten, entre outros “mimos”.

Para se diferenciar no segmento de luxo – onde enfrentará a concorrência de rivais como Emiliano, Fasano e Unique –, o Palácio Tangará pretende atrair o público paulistano para suas instalações. A meta é que o restaurante, o spa, o bar de drinques e adega possam ser usados por quem não estiver hospedado no hotel. Outra aposta é um espaço de eventos que comporta até 400 pessoas – e já tem 15 casamentos fechados para os próximos meses.

Desafios. Após quase 20 anos em “gestação”, o Palácio Tangará chega não só no meio de uma crise econômica, mas também em um dos piores momentos recentes para o setor hoteleiro. Mesmo em São Paulo, mercado considerado “blindado” pelo turismo de negócios, houve um recuo de 20% em três anos, segundo Diogo Canteras, sócio-diretor da consultoria Hotel Invest. Hoje, segundo a consultoria, a taxa de ocupação dos hotéis em todas as capitais brasileiras está abaixo de 60% – o ponto de equilíbrio médio do setor é de 70%.

Além disso, segundo o consultor, o fator localização também pode pesar contra o Tangará. O bairro do Panamby, onde fica o hotel, costuma registrar engarrafamentos pela manhã – o que pode prejudicar o trajeto de altos executivos a seus locais de trabalho. Embora se trate de um projeto ambicioso, Canteras lembra ainda que há outras marcas consolidadas no segmento luxo na cidade. E a concorrência está prestes a ficar ainda mais pesada, já que a rede Four Seasons tem estreia marcada em São Paulo para 2018.

Fonte: Estadão

Dê o preço certo ao seu imóvel

5_corretor

É preciso bastante cuidado na hora precificar seu imóvel para venda. Muitas vezes, a casa e o apartamento ficam na “prateleira” por ter um preço muito alto fora do padrão do mercado. Por outro lado, um preço muito baixo pode até garantir uma venda rápida, mas é um prejuízo. O POVO conversou com especialistas para saber quais fatores são levados em consideração para definir o valor do seu imóvel.

O superintende de vendas do setor de imóveis usados da Lopes Immobilis, Gentil Barreira, explica que, inicialmente, é feito uma vistoria no local, onde são aferidos o tamanho, a idade, as benfeitorias e os desgastes do imóvel.

Após isso, os dados são reunidos em uma planilha e comparados com outros imóveis que apresentam características parecidas no mercado e nas imobiliárias. Segundo o corretor, o valor inicial cobrado só para avaliação é de um salário mínimo. Caso seja colocado à venda pelo imobiliário, a avaliação não é cobrada.

Gentil ressalta que, muitas vezes, o cliente já vem com um valor determinado e acaba atrapalhando a negociação. “Às vezes, o proprietário vem com um preço na cabeça pautado, por exemplo, no que ele vê por aí ou no que ele pagou pelo imóvel. Quando ele precifica do seu jeito e pede para um profissional vender com o preço errado, o imóvel fica na prateleira por muito tempo e ele não consegue fazer negócio”. O corretor recomenda a contração de um profissional especializado na avaliação de imóveis para tornar a negociação mais eficiente.

O superintendente conta também que a localização tem impacto fundamental na hora de definir o preço de um imóvel. Outro fator relevante é a área de lazer que o condomínio oferece. “Os prédios antigos não apresentam esse tipo de equipamento e isso acaba refletindo no seu preço. A conservação do condomínio também pesa na avaliação. Fachadas desgastadas, por exemplo, diminuem o valor”.

SAIBA MAIS

COMO SABER QUANTO VALE SEU IMÓVEL Procure um corretor especializado em avaliação de imóveis, por meio de um parecer técnico, que leva em consideração a localização, o tipo de construção, o tamanho e a idade do imóvel, por exemplo, e, por metodologias comparativas, o corretor irá definir o preço de acordo com o mercado.

 

PESQUISE NOS CLASSIFICADOS Procure imóveis de perfil parecido com aquele que você quer vender para ter uma ideia do preço em diversas regiões.

 

PROCURE IMÓVEIS NA REGIÃO Pode ser na mesma rua ou no mesmo bairro, verifique quanto estão pedindo pelo imóvel e compare suas características com o seu. Também pode funcionar como uma conferência para saber se o preço dado pelo corretor ou a imobiliária estão dentro dos parâmetros da região.

RAFAEL ROCHA

Fonte: O Povo

Caixa Econômica Federal espera crescimento do mercado imobiliário em 2017

5_mercadoimob

O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, afirmou que os financiamentos concedidos pelo banco para a compra e a construção de imóveis no primeiro bimestre de 2017 no país já são maiores do que no mesmo período de 2016, reforçando as expectativas de que o mercado imobiliário voltará a crescer neste ano.

— Há expectativas da Caixa de crescimento do mercado imobiliário, mas há também dados que já mostram essa realidade — afirmou, nesta terça-feira, durante o Summit Imobiliário, evento organizado pelo grupo O Estado de S. Paulo em parceria com empresas e associações do setor da construção civil.

Em janeiro e fevereiro, o banco liberou R$ 14 bilhões de financiamento imobiliário. Para todo o ano, a Caixa tem um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.

Occhi citou que a economia brasileira tem dados sinais de recuperação, com queda nas taxas de juros e recuo da inflação. Segundo o presidente da Caixa, há expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) mantenha um corte gradual da Selic nos próximos meses. Além disso, Occhi estima que a inflação siga em um patamar controlado, entre 4% e 4,5% ao ano até 2020.

Ele ainda lembrou que nos próximos dias a Caixa irá liberar mais uma tranche de pagamentos das contas inativas do FGTS, o que, segundo ele, ajudará a injetar cerca de R$ 10 bilhões na economia brasileira.

— Para nós, esse é um ano de confiança e de certeza de que invertemos a curva e vamos ter desenvolvimento do setor imobiliário novamente — completou.

PDG Realty e Viver

O presidente da Caixa Econômica Federal minimizou os riscos para os mercados imobiliários e financeiros com os processos de recuperação judicial no setor, como são os casos das incorporadoras PDG Realty e Viver, cujas dívidas em reestruturação ultrapassam R$ 7 bilhões.

— A Caixa está muito pouco preocupada — afirmou o executivo.

Segundo Occhi, o banco estatal tem mantido conversas constantes com as empresas para buscar as melhores condições para renegociação das dívidas, com alongamento dos prazos e revisões de taxas. Por conta disso, descartou que o setor como um todo possa acabar contaminado.

— Estamos participando dessa negociação com eles, são clientes nossos e vamos participar até o final. Não tem risco sistêmico do setor. São casos pontuais e a recuperação judicial ajuda a fazer uma reestruturação da empresa e repactuação com todos os credores — explicou.

*Estadão Conteúdo

Fonte: ZH Economia

Chalk art, a arte do giz, é tendência em decoração

5_decoração

Tendência na Europa e Estados Unidos há alguns anos, a chalk art assumiu um protagonismo na decoração de festas, residências e empresas. A técnica se baseia no uso do giz – aquele mesmo, das salas de aula de antigamente – para ilustrar paredes e painéis. Entre as vantagens estão o preço, a personalização (ninguém vai ter uma arte igual a sua!) e a possibilidade de dar cara nova a um espaço sem que seja preciso fazer uma reforma.

O ilustrador Paulo Buarque conta que ano passado a procura pelo chalk art deu um salto. Festas infantis começaram como o grande vilão – Paulo é especialista em ilustração para história em quadrinhos e já fez a alegria dos pequenos com seus desenhos de Homem-Aranha, Super-Homem e até Mundo Bita nos aniversários. Para dar a cor exata do personagem, ele utiliza material importado, já que o giz encontrado nas papelarias tem paleta limitada. Casamentos e festas de 15 anos logo engrossaram os pedidos.

Mais uma opção

De alguns meses para cá, ter uma parede personalizada, única dentro de casa ou no trabalho virou objeto de desejo de muita gente. Segundo o ilustrador, para domicílios e empresas o mais comum é utilizar uma caneta especial que, à base de tinta branca, simula o giz, de forma que a pintura fique definitiva no local. Cada parede leva cerca de três horas para ficar pronta. Mas há quem queira usar o giz tradicional justamente para ter a chance de renovar o visual dos espaços, de tempos em tempos.

A Confraria da Barba foi a primeira a pedir a Paulo ilustrações com o giz legítimo. “Como nossa ideia é substituir as artes a cada seis meses, dando novos ares à casa, optamos pelo giz tradicional, que pode ser facilmente apagado”, conta o proprietário Marcos Canuto. Oito horas foram necessárias para pintar cinco paredes. Em média, o metro quadrado sai a R$ 100.

Você pode escrever o que quiser

A arquiteta e beersommelière Julyana Alecrim usou a técnica em casa e na empresa. “Minha intenção é constantemente mexer no desenho das paredes pra mudar a configuração do espaço sem ter que fazer uma nova decoração ou reformar”, diz Julyana. Para criar ambientes mais receptivos e agregadores, a parede preta tem sempre uma área sem ilustrações para que amigos e clientes se sintam convidados a pegar o giz e participar da construção do painel. No escritório do Mercado da Breja, empresa que administra ao lado do marido, a lousa ganha a contribuição de todos. Em casa, a arte recebe contornos ainda mais especiais: a pequena Valentina, 3 anos, diariamente cria suas obras no espaço.

Fonte: Blog Social 1

6 dicas para sua primeira viagem à Miami

5_miami

Viajar para um lugar diferente é sempre uma experiência única, mas nem tudo são flores quando você viaja para uma cidade com um estilo de vida diferente do seu, assim como Miami. Além de ter uma cultura diferente por ser em outro país, Miami é uma cidade muito turística e às vezes se programar é muito importante.

Se você está embarcando para Miami pela primeira vez, é bom conhecer algumas particularidades sobre a cidade e se preparar para os mais variados cenários.

Confira 6 dicas e aproveite ainda mais sua viagem para Miami:

1- Cuidado com as altas temperaturas

Miami é famosa por suas praias, o que acaba tornando uma parte essencial no roteiro de viagem de qualquer um. Mas em Miami, principalmente nos dias bons para praia, não dá para vacilar, pois o sol é muito forte. Para não acabar o dia com as costas ardendo, colocando a sua saúde em risco, não esqueça o protetor solar e evite horários em que o sol é muito forte.

2- Cuidado com o português

Ao viajar para um país estrangeiro às vezes temos tendência de falar qualquer coisa, pensando que as pessoas não vão entender. Em Miami, existem muitos brasileiros e latinos, então é bom tomar cuidado para evitar passar por situações desagradáveis, comentando sobre pessoas ou serviços de maneira explícita ou ofensiva.

3- Cuidado ao beber em Miami

Nos Estados Unidos existe restrição em relação à idade permitida para consumir bebidas alcoólicas. Menores de 21 não podem beber, e aqueles que tiverem bebido podem acabar a noite na delegacia, mesmo com níveis alcoolicos baixos. Beber e dirigir, assim como em qualquer lugar do mundo, é uma péssima ideia, e a polícia faz questão de testar os motoristas nas estradas durante a noite.

 4- Gorjetas em Miami

As gorjetas são muito importantes nos Estados Unidos e especialmente na Flórida. Com salários baixos, garçons dependem especialmente das gorjetas para viver, portanto, seja generoso. Cerca de 20% sobre a conta final é um valor considerado como correto.

5- Cuidado com as filas nas Baladas de Miami

Miami tem algumas das melhores baladas do planeta, somando isso ao fato de ser uma cidade turística é muito difícil fugir das filas na hora de entrar nos locais. É importante ficar ligado nas festas com maior aglomerado de pessoas e se programar com antecedência, para chegar com tempo e evitar a decepção de passar horas na fila, até por que se a casa lota você pode ainda ser barrado.

6- Defina antes seu roteiro

Miami é uma cidade repleta de atrações para todos os gostos. É de extrema importância, pesquisar antes de viajar e definir os principais passeios em Miami que você gostaria de fazer. O importante na hora de planejar os passeios é prestar atenção nos horários, para não ter um mínimo de tempo livre entre um passeio e outro. Assim você evita ser surpreendido por algum imprevisto e pode aproveitar melhor os passeios e ainda descobrir outros tipos de atrações. Ao planejar a sua viagem deixe um tempo livre para realizar atividades que poderá descobrir quando já estiver na cidade.

Por fim, o mais indicado é contratar um serviço de turismo e guia em Miami. Algumas empresas especializadas oferecem a possibilidade da realização de diversos city tours em Miami, assim como os serviços de traslado e turismo receptivo para brasileiros, com o foco de fazer você aproveitar ao máximo sua viagem sem nenhuma preocupação.

Fonte: Embarque na viagem

Genebra, a cidade do luxo onde uma casa chega a custar 65.500 euros por m2

03_luxo

A Suíça é o país com mais ricos do mundo, o que se reflete no mercado imobiliário. No centro financeiro da cidade de Genebra uma casa chega a custar 65.500 euros por m2, segundo a imobiliária de luxo Engel & Völkers. No segundo lugar do ranking das cidades mais caras do país encontram-se Zurique e Zug, onde os preços atingem os 28.000 euros por m2.

De acordo com a mediadora alemã, a Rue des Granges, em Genebra, é a zona mais cara do país, sendo que os valores praticados (os já referidos 65.500 euros por m2) são muito mais elevados face aos verificados em Cologny ou Bellevue, onde um imóvel custa 42.000 euros por m2 e 33.000 euros por m2, respetivamente.

Já em Lucerna os preços da habitação rondam os 17.000 euros por m2, um pouco mais que em Basileia (13.000 euros por m2). Estas são as cidades suíças mais económicas para comprar casa, conclui a Engel & Völkers.

Fonte: Idealista

Como declarar venda e doação de imóveis no Imposto de Renda 2017

28_mercado

São Paulo – Além de informar a compra e a posse de um imóvel na declaração de Imposto de Renda, o contribuinte também deve reportar à Receita a venda ou doação da casa ou apartamento.

Da mesma forma que a posse de imóveis de valor superior a 300 mil reais obriga o contribuinte a declarar o imposto, ainda que ele não se encaixe nas outras regras de obrigatoriedade de declaração, quem obteve lucro com a venda do imóvel em 2016 também está obrigado a declarar, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda.

Regras de isenção

O Imposto de Renda que incide sobre o lucro da venda de imóveis é de 15%. No entanto, a operação é isenta do pagamento do imposto se o contribuinte vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a 440 mil reais, desde que não tenha vendido outra unidade nos últimos cinco anos.

Também é isento o lucro obtido na venda caso o imóvel tenha sido adquirido até 1969. Imóveis comprados antes de 1988 não têm isenção, mas contam com um percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, que varia de acordo com o ano de aquisição ou incorporação do imóvel.

Um imóvel comprado em 1988, por exemplo, conta com um fator de redução de 5% sobre o imposto que incide sobre o ganho de capital; para imóveis comprados em 1980 o fator é de 45%; e para imóveis comprados em 1970 o fator redutor é de 95%.

O contribuinte também não paga tributos sobre a transação caso o lucro da venda do imóvel seja usado para a compra de outra unidade residencial situada no Brasil no prazo de 180 dias.

Nesse caso, é possível utilizar todo o dinheiro da venda para a compra de um ou mais imóveis residenciais e obter isenção total do imposto sobre os valores ou utilizar apenas parte do dinheiro obtido na venda do imóvel para essa finalidade e pagar a alíquota proporcional ao valor restante.

É necessário apontar a opção na hora de preencher o Programa de Ganhos de Capital (GCap) para utilizar o benefício, que pode ser usado apenas uma vez a cada cinco anos.

Caso o contribuinte não utilize o benefício fiscal ou parte dele após os 180 dias, deve pagar o imposto sobre o lucro obtido a partir da operação, acrescido de juros de mora, que são calculados a partir do segundo mês subsequente ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Além disso, se o imposto não for pago em até 210 dias contados da data da celebração do contrato, também é acrescida uma multa, de mora ou de ofício, calculada a partir do segundo mês seguinte ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Veja abaixo o passo a passo para declarar a venda ou doação de imóveis:

Imóvel vendido em 2016

O contribuinte que vendeu o imóvel no ano passado pode preencher o GCap ao concluir a venda, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda ou tenha gerado prejuízo. O programa auxiliar pode ser baixado no site da Receita.

Apesar de opcional, o preenchimento do programa é recomendável.  Isso porque o GCap permite calcular o tributo devido sobre o lucro obtido na venda do imóvel e, posteriormente, importar os dados diretamente para a declaração do Imposto de Renda.

Se a venda gerar algum lucro o preenchimento do GCap é obrigatório. Nesse caso, o tributo sobre o lucro obtido, de 15%, deve ser pago até o último dia útil do mês posterior à venda.

Caso não tenha recolhido o imposto no prazo certo, o contribuinte deve preencher o programa GCap para calcular o tributo devido e, depois, baixar o programa Sicalc, que irá emitir o boleto para pagamento do imposto (Darf) já com o acréscimo de juros e multas.

No momento de preencher a declaração, basta importar as informações incluídas no GCap para o programa gerador da declaração na aba “Ganhos de Capital”, ao clicar no item “Importação GCap 2016”.

Ao importar os dados para o programa gerador, o lucro obtido na operação será inserido de forma automática na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Se a operação for isenta de Imposto de Renda, o valor será transferido, também de forma automática, para a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Além de preencher e importar os dados do GCap, o contribuinte também deve excluir o imóvel da ficha “Bens e Direitos”. Para isso, deve abrir a ficha, selecionar o imóvel que já havia sido declarado, e clicar em “Editar”, no canto inferior direito da tela. Depois, basta repetir no campo “Situação em 31/12/2015” o valor do imóvel que já havia sido informado na declaração anterior e zerar o campo “Situação em 31/12/2016”.

Na coluna “Discriminação”, informe que a venda foi realizada, incluindo o nome e CPF ou CNPJ do comprador e o valor pelo qual o imóvel foi vendido.

Se o comprador tiver adquirido o imóvel por meio de financiamento, essa informação e o nome do banco que concedeu o crédito para o pagamento do imóvel também podem ser incluídos neste campo.

Caso o contribuinte tenha comprado e vendido o imóvel em 2016, as informações sobre o bem não devem ser inseridas na ficha “Bens e Direitos”.

Venda do imóvel financiado

O lucro obtido na venda de um imóvel em 2016, cujo financiamento não foi quitado, deve ser apurado de acordo com os valores efetivamente pagos pelo contribuinte no financiamento. Ou seja, se o vendedor quitou metade do valor do financiamento do bem, o contribuinte deverá declarar apenas a venda desse valor.

O lucro que será informado no GCap também deve ser proporcional à fatia já paga pelo imóvel, caso a venda da unidade não seja isenta do Imposto de Renda.

Após realizar esse cálculo, o lucro da transação deve ser declarado pelo contribuinte da mesma forma que a venda de um imóvel quitado. Posteriormente, o imóvel também deve ser excluído da ficha “Bens e Direitos”.

Venda de imóvel com recebimento do pagamento em parcelas

Se os pagamentos pela venda do imóvel no ano passado foram ou ainda estão sendo recebidos de forma parcelada, o vendedor deve preencher o GCap com a data do contrato e o valor total da venda, com a ressalva de que os valores estão sendo recebidos a prazo.

Dessa forma, o programa auxiliar da Receita irá emitir Darfs proporcionais aos valores recebidos pelo contribuinte. Ou seja, os impostos a serem pagos também serão proporcionais às parcelas recebidas.

Ao receber cada pagamento, o vendedor terá até o último dia útil do mês posterior à data de quitação da parcela para recolher o Imposto de Renda proporcional ao valor.

Se o vendedor continuar a receber os pagamentos neste ano, o contribuinte deve informar no GCap que o restante do valor será recebido em 2017.

Imóveis doados

A doação de um imóvel não gera lucro ao proprietário e é isenta de Imposto de Renda. Apenas quem recebe o imóvel doado pode ter de pagar um tributo estadual, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD ou ITD), cuja sigla, limite de isenção e valor variam conforme o estado.

O imóvel doado em 2016 deve ser informado pelo contribuinte na ficha “Bens e Direitos”. Na linha referente ao imóvel, o doador deve informar a transferência e incluir os dados do beneficiário.

No campo “Situação em 31/12/2015”, repita o preço de aquisição do imóvel, informado na declaração anterior, e zere a coluna “Situação em 31/12/2016”.

A transferência do bem também deve ser informada na ficha “Doações Efetuadas”. O contribuinte deve preencher o campo “Discriminação” com os dados do beneficiado e o valor do imóvel doado.

Fonte: Exame

O mercado imobiliário europeu é uma boa opção para brasileiros? Números mostram que sim

28_mercado

SÃO PAULO – Dados de outubro do ao passado apontam que, do total de investimentos estrangeiros no setor imobiliário português, 10% ficaram por conta dos brasileiros, que perdem somente para os franceses (25%) e britânicos (19%). O ano também apresentou um crescimento de 60% no número de compradores brasileiros de imóveis na Europa, segundo informações da Athena Advisers, imobiliária especializada em mercado europeu que atua no Brasil.

Apesar de os Estados Unidos ser o país que ainda concentra maior número de investimentos de brasileiros, fatores como a eleição de Donald Trump, a valorização do real contra o euro e a valorização de imóveis em cidades europeias, principalmente Lisboa, podem reverter isso e apontam para um bom momento para investir no mercado europeu, segundo Roman Carel, CEO da Athena Advisers no Brasil, em entrevista para o InfoMoney.

Para 2017, a perspectiva é de que a capital portuguesa continue na frente das demais cidades do continente europeu em termos de valorização do metro quadrado: nos últimos três anos, a valorização foi de 30%; ainda assim, ela continua com o metro quadrado mais barato das demais capitais da Europa.

O executivo explicou que um dos fatores que levou ao aumento de investimento brasileiro em Portugal foi a crise brasileira, que mostrou maior vantagem em investir no Velho Continente. “No momento, o Brasil não é um bom mercado para revenda de imóveis, característica que o mercado de Lisboa apresenta”, disse.

Lisboa é a nova “Miami?”

A cidade note-americana que concentra o maior número de investidores brasileiros é Miami, que também garante vantagens aos investidores. O número de brasileiros que apostam nesse mercado, segundo Roman, ainda não pode ser comparável: “está longe de ser parecido”, disse.

Entretanto, um aspecto que faz de Lisboa uma melhor aposta para investimento é, além do menor custo de vida, a valorização do metro quadrado a longo prazo: nos últimos três anos, a valorização média do m² em Lisboa foi de 30%, enquanto Miami registrou 15% nos últimos cinco anos. A rentabilidade do mercado imobiliário de Lisboa é, segundo a Athena Advisers, de 5% a 7% a longo prazo.

Outra vantagem do investimento é a isenção do imposto de imóveis, o IVA, por até cinco anos – e, posteriormente, a cobrança de um valor menor – para quem investe um mínimo de 400 mil euros em prédios abandonados da cidade, localizados no centro histórico. É uma região movimentada pelo turismo e cujo governo tem planos de restauração, por isso a isenção para os que apostam nesse local.

Para os estrangeiros que investem acima de 500 mil euros em Portugal, também há a vantagem de garantir o Golden Visa, visto temporário para estrangeiros.

“Lisboa ainda não é uma Miami, mas ela tem apresentado mais crescimento e números melhores”, explicou Carel.

Fonte: InfoMoney

%d bloggers like this: