Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Chalk art, a arte do giz, é tendência em decoração

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Tendência na Europa e Estados Unidos há alguns anos, a chalk art assumiu um protagonismo na decoração de festas, residências e empresas. A técnica se baseia no uso do giz – aquele mesmo, das salas de aula de antigamente – para ilustrar paredes e painéis. Entre as vantagens estão o preço, a personalização (ninguém vai ter uma arte igual a sua!) e a possibilidade de dar cara nova a um espaço sem que seja preciso fazer uma reforma.

O ilustrador Paulo Buarque conta que ano passado a procura pelo chalk art deu um salto. Festas infantis começaram como o grande vilão – Paulo é especialista em ilustração para história em quadrinhos e já fez a alegria dos pequenos com seus desenhos de Homem-Aranha, Super-Homem e até Mundo Bita nos aniversários. Para dar a cor exata do personagem, ele utiliza material importado, já que o giz encontrado nas papelarias tem paleta limitada. Casamentos e festas de 15 anos logo engrossaram os pedidos.

Mais uma opção

De alguns meses para cá, ter uma parede personalizada, única dentro de casa ou no trabalho virou objeto de desejo de muita gente. Segundo o ilustrador, para domicílios e empresas o mais comum é utilizar uma caneta especial que, à base de tinta branca, simula o giz, de forma que a pintura fique definitiva no local. Cada parede leva cerca de três horas para ficar pronta. Mas há quem queira usar o giz tradicional justamente para ter a chance de renovar o visual dos espaços, de tempos em tempos.

A Confraria da Barba foi a primeira a pedir a Paulo ilustrações com o giz legítimo. “Como nossa ideia é substituir as artes a cada seis meses, dando novos ares à casa, optamos pelo giz tradicional, que pode ser facilmente apagado”, conta o proprietário Marcos Canuto. Oito horas foram necessárias para pintar cinco paredes. Em média, o metro quadrado sai a R$ 100.

Você pode escrever o que quiser

A arquiteta e beersommelière Julyana Alecrim usou a técnica em casa e na empresa. “Minha intenção é constantemente mexer no desenho das paredes pra mudar a configuração do espaço sem ter que fazer uma nova decoração ou reformar”, diz Julyana. Para criar ambientes mais receptivos e agregadores, a parede preta tem sempre uma área sem ilustrações para que amigos e clientes se sintam convidados a pegar o giz e participar da construção do painel. No escritório do Mercado da Breja, empresa que administra ao lado do marido, a lousa ganha a contribuição de todos. Em casa, a arte recebe contornos ainda mais especiais: a pequena Valentina, 3 anos, diariamente cria suas obras no espaço.

Fonte: Blog Social 1

6 dicas para sua primeira viagem à Miami

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Viajar para um lugar diferente é sempre uma experiência única, mas nem tudo são flores quando você viaja para uma cidade com um estilo de vida diferente do seu, assim como Miami. Além de ter uma cultura diferente por ser em outro país, Miami é uma cidade muito turística e às vezes se programar é muito importante.

Se você está embarcando para Miami pela primeira vez, é bom conhecer algumas particularidades sobre a cidade e se preparar para os mais variados cenários.

Confira 6 dicas e aproveite ainda mais sua viagem para Miami:

1- Cuidado com as altas temperaturas

Miami é famosa por suas praias, o que acaba tornando uma parte essencial no roteiro de viagem de qualquer um. Mas em Miami, principalmente nos dias bons para praia, não dá para vacilar, pois o sol é muito forte. Para não acabar o dia com as costas ardendo, colocando a sua saúde em risco, não esqueça o protetor solar e evite horários em que o sol é muito forte.

2- Cuidado com o português

Ao viajar para um país estrangeiro às vezes temos tendência de falar qualquer coisa, pensando que as pessoas não vão entender. Em Miami, existem muitos brasileiros e latinos, então é bom tomar cuidado para evitar passar por situações desagradáveis, comentando sobre pessoas ou serviços de maneira explícita ou ofensiva.

3- Cuidado ao beber em Miami

Nos Estados Unidos existe restrição em relação à idade permitida para consumir bebidas alcoólicas. Menores de 21 não podem beber, e aqueles que tiverem bebido podem acabar a noite na delegacia, mesmo com níveis alcoolicos baixos. Beber e dirigir, assim como em qualquer lugar do mundo, é uma péssima ideia, e a polícia faz questão de testar os motoristas nas estradas durante a noite.

 4- Gorjetas em Miami

As gorjetas são muito importantes nos Estados Unidos e especialmente na Flórida. Com salários baixos, garçons dependem especialmente das gorjetas para viver, portanto, seja generoso. Cerca de 20% sobre a conta final é um valor considerado como correto.

5- Cuidado com as filas nas Baladas de Miami

Miami tem algumas das melhores baladas do planeta, somando isso ao fato de ser uma cidade turística é muito difícil fugir das filas na hora de entrar nos locais. É importante ficar ligado nas festas com maior aglomerado de pessoas e se programar com antecedência, para chegar com tempo e evitar a decepção de passar horas na fila, até por que se a casa lota você pode ainda ser barrado.

6- Defina antes seu roteiro

Miami é uma cidade repleta de atrações para todos os gostos. É de extrema importância, pesquisar antes de viajar e definir os principais passeios em Miami que você gostaria de fazer. O importante na hora de planejar os passeios é prestar atenção nos horários, para não ter um mínimo de tempo livre entre um passeio e outro. Assim você evita ser surpreendido por algum imprevisto e pode aproveitar melhor os passeios e ainda descobrir outros tipos de atrações. Ao planejar a sua viagem deixe um tempo livre para realizar atividades que poderá descobrir quando já estiver na cidade.

Por fim, o mais indicado é contratar um serviço de turismo e guia em Miami. Algumas empresas especializadas oferecem a possibilidade da realização de diversos city tours em Miami, assim como os serviços de traslado e turismo receptivo para brasileiros, com o foco de fazer você aproveitar ao máximo sua viagem sem nenhuma preocupação.

Fonte: Embarque na viagem

Genebra, a cidade do luxo onde uma casa chega a custar 65.500 euros por m2

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A Suíça é o país com mais ricos do mundo, o que se reflete no mercado imobiliário. No centro financeiro da cidade de Genebra uma casa chega a custar 65.500 euros por m2, segundo a imobiliária de luxo Engel & Völkers. No segundo lugar do ranking das cidades mais caras do país encontram-se Zurique e Zug, onde os preços atingem os 28.000 euros por m2.

De acordo com a mediadora alemã, a Rue des Granges, em Genebra, é a zona mais cara do país, sendo que os valores praticados (os já referidos 65.500 euros por m2) são muito mais elevados face aos verificados em Cologny ou Bellevue, onde um imóvel custa 42.000 euros por m2 e 33.000 euros por m2, respetivamente.

Já em Lucerna os preços da habitação rondam os 17.000 euros por m2, um pouco mais que em Basileia (13.000 euros por m2). Estas são as cidades suíças mais económicas para comprar casa, conclui a Engel & Völkers.

Fonte: Idealista

Como declarar venda e doação de imóveis no Imposto de Renda 2017

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São Paulo – Além de informar a compra e a posse de um imóvel na declaração de Imposto de Renda, o contribuinte também deve reportar à Receita a venda ou doação da casa ou apartamento.

Da mesma forma que a posse de imóveis de valor superior a 300 mil reais obriga o contribuinte a declarar o imposto, ainda que ele não se encaixe nas outras regras de obrigatoriedade de declaração, quem obteve lucro com a venda do imóvel em 2016 também está obrigado a declarar, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda.

Regras de isenção

O Imposto de Renda que incide sobre o lucro da venda de imóveis é de 15%. No entanto, a operação é isenta do pagamento do imposto se o contribuinte vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a 440 mil reais, desde que não tenha vendido outra unidade nos últimos cinco anos.

Também é isento o lucro obtido na venda caso o imóvel tenha sido adquirido até 1969. Imóveis comprados antes de 1988 não têm isenção, mas contam com um percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, que varia de acordo com o ano de aquisição ou incorporação do imóvel.

Um imóvel comprado em 1988, por exemplo, conta com um fator de redução de 5% sobre o imposto que incide sobre o ganho de capital; para imóveis comprados em 1980 o fator é de 45%; e para imóveis comprados em 1970 o fator redutor é de 95%.

O contribuinte também não paga tributos sobre a transação caso o lucro da venda do imóvel seja usado para a compra de outra unidade residencial situada no Brasil no prazo de 180 dias.

Nesse caso, é possível utilizar todo o dinheiro da venda para a compra de um ou mais imóveis residenciais e obter isenção total do imposto sobre os valores ou utilizar apenas parte do dinheiro obtido na venda do imóvel para essa finalidade e pagar a alíquota proporcional ao valor restante.

É necessário apontar a opção na hora de preencher o Programa de Ganhos de Capital (GCap) para utilizar o benefício, que pode ser usado apenas uma vez a cada cinco anos.

Caso o contribuinte não utilize o benefício fiscal ou parte dele após os 180 dias, deve pagar o imposto sobre o lucro obtido a partir da operação, acrescido de juros de mora, que são calculados a partir do segundo mês subsequente ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Além disso, se o imposto não for pago em até 210 dias contados da data da celebração do contrato, também é acrescida uma multa, de mora ou de ofício, calculada a partir do segundo mês seguinte ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Veja abaixo o passo a passo para declarar a venda ou doação de imóveis:

Imóvel vendido em 2016

O contribuinte que vendeu o imóvel no ano passado pode preencher o GCap ao concluir a venda, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda ou tenha gerado prejuízo. O programa auxiliar pode ser baixado no site da Receita.

Apesar de opcional, o preenchimento do programa é recomendável.  Isso porque o GCap permite calcular o tributo devido sobre o lucro obtido na venda do imóvel e, posteriormente, importar os dados diretamente para a declaração do Imposto de Renda.

Se a venda gerar algum lucro o preenchimento do GCap é obrigatório. Nesse caso, o tributo sobre o lucro obtido, de 15%, deve ser pago até o último dia útil do mês posterior à venda.

Caso não tenha recolhido o imposto no prazo certo, o contribuinte deve preencher o programa GCap para calcular o tributo devido e, depois, baixar o programa Sicalc, que irá emitir o boleto para pagamento do imposto (Darf) já com o acréscimo de juros e multas.

No momento de preencher a declaração, basta importar as informações incluídas no GCap para o programa gerador da declaração na aba “Ganhos de Capital”, ao clicar no item “Importação GCap 2016”.

Ao importar os dados para o programa gerador, o lucro obtido na operação será inserido de forma automática na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Se a operação for isenta de Imposto de Renda, o valor será transferido, também de forma automática, para a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Além de preencher e importar os dados do GCap, o contribuinte também deve excluir o imóvel da ficha “Bens e Direitos”. Para isso, deve abrir a ficha, selecionar o imóvel que já havia sido declarado, e clicar em “Editar”, no canto inferior direito da tela. Depois, basta repetir no campo “Situação em 31/12/2015” o valor do imóvel que já havia sido informado na declaração anterior e zerar o campo “Situação em 31/12/2016”.

Na coluna “Discriminação”, informe que a venda foi realizada, incluindo o nome e CPF ou CNPJ do comprador e o valor pelo qual o imóvel foi vendido.

Se o comprador tiver adquirido o imóvel por meio de financiamento, essa informação e o nome do banco que concedeu o crédito para o pagamento do imóvel também podem ser incluídos neste campo.

Caso o contribuinte tenha comprado e vendido o imóvel em 2016, as informações sobre o bem não devem ser inseridas na ficha “Bens e Direitos”.

Venda do imóvel financiado

O lucro obtido na venda de um imóvel em 2016, cujo financiamento não foi quitado, deve ser apurado de acordo com os valores efetivamente pagos pelo contribuinte no financiamento. Ou seja, se o vendedor quitou metade do valor do financiamento do bem, o contribuinte deverá declarar apenas a venda desse valor.

O lucro que será informado no GCap também deve ser proporcional à fatia já paga pelo imóvel, caso a venda da unidade não seja isenta do Imposto de Renda.

Após realizar esse cálculo, o lucro da transação deve ser declarado pelo contribuinte da mesma forma que a venda de um imóvel quitado. Posteriormente, o imóvel também deve ser excluído da ficha “Bens e Direitos”.

Venda de imóvel com recebimento do pagamento em parcelas

Se os pagamentos pela venda do imóvel no ano passado foram ou ainda estão sendo recebidos de forma parcelada, o vendedor deve preencher o GCap com a data do contrato e o valor total da venda, com a ressalva de que os valores estão sendo recebidos a prazo.

Dessa forma, o programa auxiliar da Receita irá emitir Darfs proporcionais aos valores recebidos pelo contribuinte. Ou seja, os impostos a serem pagos também serão proporcionais às parcelas recebidas.

Ao receber cada pagamento, o vendedor terá até o último dia útil do mês posterior à data de quitação da parcela para recolher o Imposto de Renda proporcional ao valor.

Se o vendedor continuar a receber os pagamentos neste ano, o contribuinte deve informar no GCap que o restante do valor será recebido em 2017.

Imóveis doados

A doação de um imóvel não gera lucro ao proprietário e é isenta de Imposto de Renda. Apenas quem recebe o imóvel doado pode ter de pagar um tributo estadual, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD ou ITD), cuja sigla, limite de isenção e valor variam conforme o estado.

O imóvel doado em 2016 deve ser informado pelo contribuinte na ficha “Bens e Direitos”. Na linha referente ao imóvel, o doador deve informar a transferência e incluir os dados do beneficiário.

No campo “Situação em 31/12/2015”, repita o preço de aquisição do imóvel, informado na declaração anterior, e zere a coluna “Situação em 31/12/2016”.

A transferência do bem também deve ser informada na ficha “Doações Efetuadas”. O contribuinte deve preencher o campo “Discriminação” com os dados do beneficiado e o valor do imóvel doado.

Fonte: Exame

O mercado imobiliário europeu é uma boa opção para brasileiros? Números mostram que sim

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SÃO PAULO – Dados de outubro do ao passado apontam que, do total de investimentos estrangeiros no setor imobiliário português, 10% ficaram por conta dos brasileiros, que perdem somente para os franceses (25%) e britânicos (19%). O ano também apresentou um crescimento de 60% no número de compradores brasileiros de imóveis na Europa, segundo informações da Athena Advisers, imobiliária especializada em mercado europeu que atua no Brasil.

Apesar de os Estados Unidos ser o país que ainda concentra maior número de investimentos de brasileiros, fatores como a eleição de Donald Trump, a valorização do real contra o euro e a valorização de imóveis em cidades europeias, principalmente Lisboa, podem reverter isso e apontam para um bom momento para investir no mercado europeu, segundo Roman Carel, CEO da Athena Advisers no Brasil, em entrevista para o InfoMoney.

Para 2017, a perspectiva é de que a capital portuguesa continue na frente das demais cidades do continente europeu em termos de valorização do metro quadrado: nos últimos três anos, a valorização foi de 30%; ainda assim, ela continua com o metro quadrado mais barato das demais capitais da Europa.

O executivo explicou que um dos fatores que levou ao aumento de investimento brasileiro em Portugal foi a crise brasileira, que mostrou maior vantagem em investir no Velho Continente. “No momento, o Brasil não é um bom mercado para revenda de imóveis, característica que o mercado de Lisboa apresenta”, disse.

Lisboa é a nova “Miami?”

A cidade note-americana que concentra o maior número de investidores brasileiros é Miami, que também garante vantagens aos investidores. O número de brasileiros que apostam nesse mercado, segundo Roman, ainda não pode ser comparável: “está longe de ser parecido”, disse.

Entretanto, um aspecto que faz de Lisboa uma melhor aposta para investimento é, além do menor custo de vida, a valorização do metro quadrado a longo prazo: nos últimos três anos, a valorização média do m² em Lisboa foi de 30%, enquanto Miami registrou 15% nos últimos cinco anos. A rentabilidade do mercado imobiliário de Lisboa é, segundo a Athena Advisers, de 5% a 7% a longo prazo.

Outra vantagem do investimento é a isenção do imposto de imóveis, o IVA, por até cinco anos – e, posteriormente, a cobrança de um valor menor – para quem investe um mínimo de 400 mil euros em prédios abandonados da cidade, localizados no centro histórico. É uma região movimentada pelo turismo e cujo governo tem planos de restauração, por isso a isenção para os que apostam nesse local.

Para os estrangeiros que investem acima de 500 mil euros em Portugal, também há a vantagem de garantir o Golden Visa, visto temporário para estrangeiros.

“Lisboa ainda não é uma Miami, mas ela tem apresentado mais crescimento e números melhores”, explicou Carel.

Fonte: InfoMoney

Assistente social reaproveita lixo e constrói objetos de decoração no Acre

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A assistente social potiguar Ângela Fontes, de 47 anos, nem sabe dizer ao certo quando começou a se interessar pela reciclagem. Ela mora no Acre há 17 anos e, desde o ano passado, transformou uma casa no “Santo Lixo Atelier”, onde reaproveita lixo na construção de diversas peças de decoração.

Com criatividade, a nordestina faz os mais variados itens. São quadros, portas-chaves, bancos, cadeiras, mesas, armários e luminárias. Todos os objetos totalmente sustentáveis, reutilizando madeira, vidro, garrafas e metal.

“Fazem alguns anos que reutilizo garrafas e pedaços de madeira. A ideia do Santo Lixo me ocorreu quando concluí a obra na minha casa, onde transformei no espaço para trabalhar. Moro em apartamento e vou aos fins de semana e feriados [ao atelier]”, conta.

A matéria-prima é coletada, segundo a artesã, em qualquer lugar, por exemplo, quando passa em frente a algum canteiro de obras. Ela ressalta que, devido à propaganda dos amigos, acaba trabalhando também na decoração de ambientes.

“Onde a gente passa que tem lixo, restos de obras, damos uma olhada, passamos devagar com o carro. Quando vemos que te algo interessante, já levamos e imaginamos o que dá para fazer. Às vezes os amigos pedem também para darmos ideias para a casa e assim vamos fazendo”, acrescenta.

A iniciativa efetivamente comercial é ainda despretensiosa, de acordo com Ângela. Normalmente, a produção não é feita em grande quantidade. Muitas vezes, as pessoas acabam entrando em contato e fazendo encomendas. O Santo Lixo tem uma página no Facebook.

“Virou um vício estar catando e observando as coisas interessantes. Os amigos que conhecem nosso trabalho vão encomendando e vamos entregando. Quando tem final de semana prolongado, fazemos peças pequenas de decoração, porque achamos bonito e que vão ter saída. Ofereço e às pessoas e elas já compram. Tem boa aceitação”, finaliza.

Fonte: G1

Disney revela detalhes da nova área de Star Wars

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Durante o Star Wars Celebration, que comemorou os 40 anos de uma das sagas mais conhecida do planeta, a Disney revelou mais alguns detalhes sobre o parque temático Star Wars, que tem previsão de lançamento em 2019.

Em um vídeo exibido na convenção foi revelado que a nova área será como uma extensão do universo Star Wars. O designer Doug Chiang, da Lucasfilm, disse que projetou a Star Wars Land como se fosse um filme.

Fazem ainda parte da atração personagens da Primeira Ordem e da Resistência, que aparecerão andando pelas ruas. Cada área contará com duas atrações e espaços para refeições.

O presidente e CEO da Walt Disney Company, Bob Iger, já havia mencionado que este seria um projeto ambicioso da Disney. As áreas de Star Wars serão as maiores expansões com temas únicos em seus resorts na Flórida e na Califórnia.

 

 

Fonte: Mercado&Eventos

Milionária turca investe em hotel de luxo em Lisboa

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Apaixonada por Lisboa, e de olho no mercado imobiliário português e nos vistos gold, a empresária Ahu Büyükkusoglu Serter tem no total 20 milhões de euros para investir no país.

Dois milhões de euros é o valor que a empresária turca Ahu Büyükkusoglu Serter, de 43 anos, herdeira de uma das maiores e mais valiosas coleções de arte da Turquia, vai investir para abrir em Portugal um novo hotel de luxo da cadeia Casa dell”Arte Hotel of Arts & Leisure, depois do sucesso das unidades hoteleiras já existentes desde 2007 na paradisíaca baía de Torba, em Bodrum, na Turquia.

Com inauguração marcada já para junho e morada no número 125 do Campo de Santa Clara, num edifício datado de 1783, coberto de azulejos do século XIX e com vista privilegiada para o Panteão e rio Tejo, o Casa dell”Arte Lisbon será o primeiro hotel do grupo fora da Turquia. Com apenas três quartos à disposição dos clientes, a um preço médio superior a 300 euros por noite, o novo hotel terá também, no piso térreo, uma galeria para exposições e um café (abertos ao público) e ainda uma biblioteca especializada em arte. As paredes surgirão forradas com quadros da coleção familiar e a esmagadora maioria dos móveis serão trazidos da Turquia.

O perfil dos futuros hóspedes está identificado: noivos turcos em lua-de-mel em Lisboa, investidores interessados no mercado imobiliário português e nos vistos gold, artistas internacionais, chefs de cozinha e turistas apaixonados por arte.

Além deste prédio na freguesia de São Vicente, o investimento já concretizado estende-se também a mais dois edifícios em Lisboa – na Praça das Flores e em Arroios, para reabilitação e revenda -, estando esta empresária à procura de novos negócios no país, em Lisboa e no Porto, com perspetivas de investir em Portugal mais de 20 milhões de euros nos próximos anos.

O projeto para fazer nascer em Lisboa um luxuoso hotel em que cada quarto terá na sua decoração obras de arte avaliadas, em média, em cem mil euros, surge no âmbito de um novo pacote de cerca de 300 milhões de euros de investimento direto turco em Portugal que será concretizado até ao final de 2017, anunciado pela nova Associação Portuguesa de Cooperação com a Turquia, The Trade Connection. “Os turcos têm muito dinheiro disponível para investir e estão a descobrir que Portugal é um país interessante. A maior parte dos turcos não conhece Portugal nem o potencial do país”, explicou João Pestana Dias, CEO da associação.

Esse era o caso de Ahu Büyükkusoglu Serter quando aterrou em Lisboa há quatro anos, sem conhecer ninguém, “às cegas, seguindo apenas os meus sentidos”. “Visitei muitas propriedades até que finalmente encontrei o sítio ideal”, contou a milionária, que se define como uma serial investor, em entrevista ao DN/Dinheiro Vivo. O negócio não se fez esperar: “Em 30 minutos tomei a decisão de comprar e fiz uma oferta. Disse ao agente imobiliário que ia apanhar um avião para Istambul e que quando aterrasse queria uma resposta. Cheguei à Turquia, liguei o telemóvel e o negócio estava fechado.”.

O interesse em Portugal é grande e prova disso é a empresa de investimentos já criada no país para apostar ainda mais no imobiliário, mas não só. Na mira da empresária estão também as startups portuguesas, bem como novos espaços de coworking e também a recapitalização de PME com boas perspetivas de mercado. “No setor do imobiliário já fiz outros investimentos e neste momento estou à procura de propriedades maiores para renovar e gerir para as nossas marcas de turismo”, garante Ahu Büyükkusoglu Serter, que também não esconde o interesse em comprar um armazém nas zonas de Marvila ou Alcântara para dedicar a uma galeria de arte de grandes dimensões.

Fonte: DN

Especialista revela os maiores erros dos brasileiros ao comprarem imóveis no exterior

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SÃO PAULO – Investir em imóveis no exterior é uma das formas mais utilizadas por investidores para diversificação e proteção cambial, permitindo alocar em mercados com moedas mais fortes e estáveis, como é o caso dos Estados Unidos, por exemplo. Por se tratar de um processo entre países com diferentes culturas, modos de se fazer negócio e leis, o investidor precisa estar atento aos detalhes, às regras e é fundamental que ele deixe para trás alguns hábitos.

De acordo com Daniel Rosenthal, diretor do Investir USA Expo, a busca por imóveis em território norte-americano tem se tornado muito comum entre brasileiros, que querem, além de proteção patrimonial, experimentar e vivenciar o “sonho americano” utilizando o imóvel quando este não se encontra alugado. Além disso, ele explica que os EUA oferecem confiança e crédito, algo que ‘já não se encontra mais no Brasil’: “Aliado ao sentimento de instabilidade financeira e insatisfação, o brasileiro tem procurado investir nos EUA, abrir um negócio ou se mudar e viver por lá”, conta.

Rosenthal explica que a vantagem não se encontra somente na possibilidade de financiamento para estrangeiros, mas também nas altas taxas de ocupação, na agilidade dos processos de venda e aluguel das propriedades e nos valores para investimento, que começam em R$ 180 mil para as casas de férias em Orlando, por exemplo.

Dentre os principais destinos, Orlando e Miami lideram a preferência dos brasileiros, seja pela proximidade cultural ou pela proximidade com a capital do entretenimento, Walt Disney World, em que a estrutura hoteleira já não suporta a demanda. Cidades como Georgia (Atlanta), Dallas (Texas), Los Angeles e San Diego, na Califórnia, também estão na lista.

Com relação à rentabilidade vinda do aluguel, Rosenthal afirma que a locação de imóveis nos Estados Unidos costuma apresentar uma taxa de 6% a 8% ao ano, contra 4 a 5% a.a. em imóveis residenciais no Brasil. Ainda segundo ele, em 2016 o mercado imobiliário norte-americano teve uma valorização média de 6%.

Para uma propriedade mais rentável e segura, Rosenthal listou os principais problemas dos brasileiros ao adquirir um imóvel nos EUA. São eles:

1- Não abandonar o “jeitinho brasileiro”

“O brasileiro deve abandonar o jeito de fazer negócios no Brasil quando for fazer negócios nos EUA, como o jeitinho brasileiro e a lei da vantagem, porque lá isso não funciona. Nos EUA as regras são sérias e é isso o que passa a credibilidade do negócio, pois as condições são iguais para todos”, afirma.

2- Não ter objetivos bem definidos

A venda de imóveis, segundo ele, é consultiva nos Estados Unidos, ou seja, o comprador precisa ter claro seus objetivos, preferências, tempo de utilização própria, orçamento, etc. “Nos EUA, é preciso entender os sonhos dos clientes para adequar o melhor produto”, diz.

3- Não valorizar o papel do corretor de imóveis

Rosenthal explica que nos Estados Unidos ninguém investe sem corretora, uma vez que quem paga a comissão do corretor de imóveis é a construtora. “Lá o preço é o mesmo com ou sem corretor. Por isso, seja assessorado por um corretor no Brasil ou de lá, pois você só tem a ganhar, já que a pessoa é preparada para ajudar nos detalhes do processo”.

4- Comprar um imóvel como Pessoa Física

Daniel conta que qualquer pessoa pode comprar um imóvel nos EUA, desde que tenha passaporte, visto (caso queira usufruir da propriedade), e comprovar a origem – lícita – do dinheiro. Não é recomendado, porém, que se compre um imóvel como Pessoa Física, pois o imposto de herança para estrangeiros pode chegar até 50% do valor do imóvel.

“Abra uma empresa – é somente um status de empresa e pode ser feito no mesmo dia (não precisa vender nada nem ter funcionários) – e compre como Pessoa Jurídica. Ao colocar o imóvel no nome desta empresa, ele, ficará protegido da tributação. Mais tarde, se quiser fechar, o processo será ainda mais rápido do que foi para abrir”.

5- Não conhecer as leis locais e de cada condomínio

Rosenthal explica que os condomínios possuem exigências próprias e regras de acordo com o per¸l da cidade. Em Orlando, por exemplo, o proprietário pode alugar o imóvel por curtas temporadas (dias, semanas, meses) e quando quer utilizar para si próprio, bloqueia na corretora. Isso, porém, não acontece em Miami. Lá, não há muita flexibilidade, como na terra do Mickey, e o mínimo permitido por lei para locação é seis meses.

Fonte: InfoMoney

Mercado imobiliário: compras à vista crescem no primeiro trimestre

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RIO ­- Depois de anos de economia, o advogado Sérgio de Almeida Silva, de 54 anos, decidiu, pela primeira vez, comprar um imóvel como investimento. Buscou, pesquisou, negociou e adquiriu em dezembro um apartamento no Centro. À vista.

— Negociamos por três meses e conseguimos baixar muito o preço, sem explicitarmos que pagaríamos à vista. No final, demos a tacada final informando que teríamos determinado valor e a construtora acabou aceitando — explica ele, que pretende alugar o apartamento.

A exemplo de Sérgio, as construtoras e imobiliárias perceberam o aumento do número de clientes no primeiro trimestre que compraram sem financiamento, atraídos pelos descontos e facilidades aplicados pelas empresas para redução do altíssimo estoque.

Responsável comercial pela incorporadora MDL no Rio e São Paulo, Fernando Trotta diz que a empresa tem registrado bons índices de vendas à vista, em relação aos últimos anos. Segundo ele, no primeiro trimestre de 2017 foi realizado o dobro de transações na modalidade, em comparação ao mesmo período no ano passado. Os números, ele afirma, já estão próximos a patamares de 2013.

— Os juros mais altos do financiamento e o poder de barganha dos consumidores despertaram esse comportamento — avalia ele. — Fora isso, quando as pessoas observam as notícias ruins em torno do cenário econômico, tentam comprar imóveis por antecipação, já que entendem que são moeda forte. Tem muita gente tirando o dinheiro do banco e investindo nestes bens, principalmente nos que já estão prontos.

MAIS DINHEIRO EM CAIXA

Segundo Trotta, os imóveis de dois quartos na faixa de R$ 400 mil a R$ 500 mil lideram as vendas, concentradas em bairros como Madureira, Jacarepaguá, Taquara e Freguesia.

— A gente tem negociado muito. Não estamos de cabeça fechada para as propostas do cliente. Estamos oferecendo até fluxo direto para quem não pode negociar com o banco — relata ele.

Na Brookfield, no ano passado, 8% das compras foram à vista. Enquanto isso, no primeiro trimestre de 2017, este percentual aumentou para 11%. Além disso, a empresa observou que, desde dezembro, os clientes optam por pagar um valor maior de entrada no imóvel.

— A percepção do comprador mudou. Ele agora acredita que o preço dos imóveis atingiu um menor patamar e que este tipo de investimento tende a se valorizar com a queda dos juros e a melhora na economia — explica Frederico Kessler; diretor de Incorporação da Unidade RJ, da Brookfield Incorporações.

Segundo Paulo Pôrto, professor do MBA Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil da Fundação Getúlio Vargas, esta tendência existe, embora ainda que não seja algo tão disseminado. Para ele, a liberação das contas inativas do FGTS contribuiu em parte para isso, já que que o dinheiro pode ter sido o impulso que faltava para quem já tinha algum dinheiro guardado para comprar um imóvel. E unir o útil ao agradável no cenário atual está valendo a pena.

— Como as incorporadoras estão com estoques altos, as pessoas conseguem fazer ótimos negócios à vista, barganhando descontos nesta modalidade de compra — afirma ele.

GARANTIA DE NEGÓCIO

Mesmo quem ainda não tem o valor integral do imóvel, mas chega perto disso, pode pegar carona neste movimento. Pôrto dá as dicas:

— Quem tem 80% do montante pode tentar negociar o financiamento do valor restante direto com a empresa. Dando uma entrada robusta e optando por parcelamentos mais curtos, de até cinco anos, o cliente pode conseguir taxas de juros de 8% a 9%, que são mais baixas do que as praticadas pelos bancos atualmente, girando em torno de 11%.

Mas ele lembra que, para conseguir essas condições, o cliente vai precisar dar alguma garantia à empresa. Pode ser um terreno, um segundo imóvel ou aquela casa de praia.

O vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi-Rio), Leonardo Schneider, diz que as empresas estão se esforçando para “fisgar esses peixes”.

— Com o cenário de instabilidade econômica, as pessoas estão com medo de comprometer a renda com financiamentos. E quem tem dinheiro guardado está aproveitando os descontos — afirma ele. — As construtoras, por sua vez, estão oferecendo mais agilidade para o fechamento do negócio. É o caso de feirões realizados com a presença de cartórios no local e dos brindes na forma de mobiliário e cozinha equipada.

Na Tao Empreendimentos, que tem muitas construções na Zona Norte, também houve crescimento no pagamento à vista. No entanto, na opinião da presidente da empresa, Tanit Galdeano, este aumento tem relação com uma mudança na postura dos futuros compradores:

— Hoje em dia, o consumidor se prepara melhor financeiramente e faz a compra com consciência. Busca na internet, compara, pesquisa e faz um planejamento para comprar à vista ou para dar uma grande entrada. E, assim, o incorporador pode ser mais generoso no desconto.

CAUTELA DE COMPRA

Os enormes condomínios construídos foram o legado olímpico para o mercado imobiliário. Não à toa, Barra e Recreio estão com alto estoque e a possibilidade de barganha para compra à vista é maior nestas regiões. Mario Amorim, diretor geral da Brasil Brokers no Rio, observa que o perfil é de compradores que tenham algum outro patrimônio e estão trocando de posição, saindo de mercados mais maduros para bairros com muita promoção.

— Ele vende um na Zona Sul e pode adquirir dois imóveis à vista nestas outras regiões — cita ele.

A professora da área de finanças da Escola de Negócios PUC­Rio Graziela Fortunato é especialista em mercado imobiliário e explica o quadro que vem se desenhando:

— Como estão com muito estoque, as incorporadoras passaram a oferecer descontos. E isso atraiu o público, porque os preços praticados anteriormente eram muito altos. Mas no mercado financeiro, por outro lado, os juros começam a cair. E quem tem dinheiro investido vai observar isso. Somando esses dois fatores, as pessoas começam a entender que é um bom momento para comprar à vista.

Ela ressalta que, por ser imprevisível, o mercado financeiro é avaliado a partir de tendências. E uma das hipóteses é que essa queda de juros diminua as taxas praticadas no financiamento também. E com uma possível retomada dessa modalidade de compra, os preços dos imóveis podem voltar a subir.

Para quem enxerga o mercado imobiliário como uma boa opção de investimento, Graziela recomenda cautela nas avaliações.

— Ao apostar num imóvel, o investidor perde a sua liquidez. No mercado financeiro, se precisar do dinheiro, é possível resgatá­-lo com rapidez. Já no imobiliário, isso depende de fatores como a venda do bem — ilustra ela, acrescentando uma última recomendação: — Também não vale a pena aplicar todo o recurso disponível num único tipo de investimento. O melhor é diversificar.

DICAS

Barganha. Para quem está com dinheiro no bolso, o momento é favorável. Mas cuidado: não vale sair comprando o primeiro imóvel que aparecer pela frente. O ideal é pesquisar bastante e pechinchar descontos na hora de fechar o negócio.

Quase lá. Quem não tem o valor global do imóvel também pode se beneficiar do momento, desde que tenha uma boa parte deste montante. Nestes casos, um financiamento direto com a incorporadora pode ser uma alternativa.

Onde buscar. As regiões da cidade com as melhores oportunidades de barganha são a Zona Oeste e a Zona Norte. Na Zona Sul, os consumidores quase não sentirão essas diferenças de preço e negociação.

Brindes. Além dos descontos, há empresas oferecendo benefícios como mobiliário e eletrodomésticos nos apartamentos comprados. Busque a melhor oportunidade.

Eventos. Fique de olho nos eventos do tipo “feirão”. Muitas vezes, as incorporadoras praticam preços menores nestes locais do que nos estandes e decorados. Além disso, têm lançado mão de facilidades como a instalação de cartórios para deixar as transações ainda mais ágeis.

Fonte: O Globo

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