Marcelo Lara Negócios Imobiliários

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Cai Guo-Qiang – Da Vincis do Povo

Cai Guo-Qiang é um dos poucos artistas chineses que conseguiu superar as barreiras comunistas de seu país de origem e ganhar reconhecimento internacional. Vencedor do Leão de Ouro na Bienal de Veneza em 1999 e do Premium Imperiale em 2012, o artista traz pela primeira vez ao Brasil as engenhocas desenvolvidas em colaboração com inventores chineses amadores, construídas a partir de materiais de uso diário. A seleção de obras da exposição inclui ainda uma série inédita de telas criadas com explosões de pólvora, marca registrada do trabalho de Cai, feitas em Brasília, especialmente para a mostra brasileira. Parte da mostra ocupará o Museu Nacional dos Correios.

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A mostra Da Vincis do Povo reúne instalações de grande porte, desenhos produzidos com pólvora e invenções desenvolvidas por camponeses do país asiático.  O recém-erguido Pavilhão do CCBB se transformará em um cenário lúdico. Na instalação Fairy Tale, dezenas de aviões, helicópteros e objetos não identificados surrealistas ficarão suspensos no teto, enquanto a laje do novo espaço servirá de apoio para a obra Complex, um simulacro de um porta-aviões, de 20 metros de comprimento.

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O Pavilhão I, por sua vez, receberá um tanque de água congelada, onde uma flotilha de submarinos semisubmersos simulará uma navegação em mar glacial. Algumas áreas do CCBB Brasília serão ocupadas por 29 robôs funcionais feitos à mão pelo inventor chinês Wu Yulu, que também virá ao Brasil para a mostra.

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Dentro da série de autômatos que se engajam em atividades performáticas diversas, chama a atenção a série (feita por encomenda de Cai Guo-Qiang) que simula artistas famosos contemporâneos, como Jackson Pollock, Damien Hirst, Yves Klein e Bruce Nauman. Outro espaço abrigará uma instalação multimídia formada por 40 pipas de bambu e seda, presas ao chão por hastes, animadas com diferentes projeções de vídeo enquanto são avivadas por ventiladores.

Abertura
20 de abril – 11h

Centro Cultural Banco do Brasil
R. Álvares Penteado, 112 – Sé, São Paulo, 01012-000
Mais informações: 11 3113-3651

Prédio Histórico dos Correios
Avenida São João S/N – Vale do Anhangabaú0

Palestra com o artista
20 de abril – 15h
Rua 15 de novembro, 165 – Sé – São Paulo/SP
Vagas são limitadas. Ordem de chegada.

Corretor pode prever futuro econômico do imóvel

Trata-se do Estudo de Viabilidade Técnica (EVT), o documento é uma projeção dos fatores econômicos influentes no imóvel, como por exemplo, detalhes sobre o terreno, localização, comércio, entre outros. Na prática, o cliente saberá antes de construir, qual o tipo de construção será mais apropriado para que o investimento tenha retorno.

O estudo pode ser feito por engenheiros, arquitetos e corretores de imóveis. Além das questões técnicas, o entorno da obra é avaliado. A região é comercial ou residencial? Qual o produto mais procurado? Qual tem maior oferta? Certamente não seria conveniente construir um apartamento com três quartos em uma região onde já existem muitos edifícios nesse padrão. Ou seja, esses dados facilitam os trabalhos dos futuros comerciantes e por isso, tornam-se ainda mais importantes.

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Como fazer?

A Guia Amarela da cidade está disponível na prefeitura e é base para o EVT, pois constam dados de zoneamento, solo, sistema viário, entre outros. “Meu cliente iria comprar um terreno próximo à Linha Verde, em Curitiba, e acabou desistindo. A ideia era construir um conjunto de sobrados num lote de 12 meses. Pelo estudo do EVT, constatou-se na Guia Amarela, que a Linha Verde seria construída no local e a obra seria inviabilizada na metade da construção, os prejuízos seriam imensos e o cliente optou por outro investimento”, conta a arquiteta V.M.

O EVT não é obrigatório por lei, mas é um bom conselho para quem deseja negociar um imóvel. O preço tem um custo final de aproximadamente 3% do valor do empreendimento. O valor é significativo, mas deve ser encarado como um investimento. O custo traz a certeza de uma construção saudável, evitando prejuízos futuros.

O corretor de imóveis pode incorporar a atividade em seus serviços e oferecer para quem tem a intenção de comprar um terreno. O EVT é uma oportunidade para aumentar os ganhos no fim do mês.

 

Nunca vi um instrumento de renda tão eficiente”, diz gestor sobre fundo imobiliário

Os fundos imobiliários permitem que o investidor tenha lucros de duas maneiras: com a valorização das cotas negociadas na bolsa e com o rendimento mensal distribuído aos cotistas, proveniente dos aluguéis pagos pelos locatários dos imóveis que pertencem ao fundo.

Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiiários negociados na BM&FBovespa

Para o diretor comercial de clientes pessoa física da Rio Bravo Investimentos, Julio Ortiz, esta característica de renda dos FIIs é bastante interessante. “Em 30 anos de mercado, nunca vi um instrumento de renda tão eficiente. Todo mês cai um valor na sua conta sem que você precise fazer nenhum resgate”, afirma. O executivo acrescenta que a renda é corrigida pela inflação, já que os aluguéis são corrigidos por índices de preços. “Isso faz com que seu poder de compra seja garantido”.

Ao mesmo tempo, ele lembra que apesar de ter uma renda todos os meses, os fundos imobiliários são investimentos de renda variável, já que o valor da cota pode aumentar ou diminuir. “É parecido com comprar uma ação que paga bons dividendos, mas a bolsa é mais volátil. Os fundos não oscilam tanto. Acho que os fundos são um pouco híbridos (entre renda fixa e renda variável)”, afirma.

Crescimento e valorização nos últimos anos
O executivo lembra, mesmo tendo crescido nos últimos anos, até o final do ano passado, o patrimônio líquido da indústria de fundos imobiliários estava em cerca de R$ 25 bilhões, enquanto o patrimônio da indústria de fundos abertos (renda fixa, ações, multimercados, etc) ultrapassa os R$ 2,2 trilhões. “A diferença ainda é muito grande. É muito pouco dinheiro nos fundos imobiliários para absorver os clientes insatisfeitos da indústria de fundos abertos”, afirma.

Ao mesmo tempo, ele lembra que os fundos imobiliários tiveram uma valorização grande recentemente, e existem muitos fundos que já estão caros. Por isso, o investidor deve fazer um trabalho de seleção cada vez mais detalhado. “Tem fundo que traz retornos de menos de 5% ao ano. Então o investidor precisa tomar cuidado. Temos visto pessoas comprando fundos por preços que nós não pagaríamos”, alerta.

Segundo Ortiz, antes de comprar as cotas de um fundo imobiliário, o investidor deve analisar tanto a qualidade do gestor, como a qualidade do ativo (imóveis que fazem parte do portfólio do fundo). “É importante ter uma perspectiva de longo prazo. Pensar como enxerga aquele ativo daqui a 3,5,10 anos. Tudo isso você tem que levar em conta”, diz.

A qualidade do inquilino que está locando aquele empreendimento também deve ser levada em consideração. “O risco de vacância (desocupação) existe para qualquer fundo. Você tem que analisar isso e questionar: será que terei dor de cabeça lá na frente?”, aconselha.

Queda de juros favorece o mercado imobiliário em 2013

SÃO PAULO – O ano de 2013 já mostra aos investidores que o mercado imobiliário está bastante favorável, em virtude de diversos fatores macroeconômicos que tornaram mais atrativa a aplicação em imóveis: juros baixos, o que desestimulou a corrida  por aplicações de renda fixa; bolsa de valores instável e mercados mundiais em baixa. Segundo consultorias, investir em imóveis garante boa rentabilidade, além de ser um investimento bastante seguro.

Verifica-se que o imóvel possui valorização maior que as aplicações financeiras e traz retorno acima da inflação. Análises de comportamento de mercado mostram que o risco de uma brusca desvalorização do imóvel é muito pequeno se comparado às possibilidades de ganho com esse investimento.A recente queda da taxa de juros, por parte dos bancos, para o financiamento de imóveis, alguns inclusive para os de maior valor, torna o mercado imobiliário ainda mais dinâmico e rentável.

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“Para os próximos anos, com a permanência da queda da Selic, a tendência é que os investimentos no setor imobiliário aumentem. O acesso mais fácil aos planos de crédito imobiliários e taxas reduzidas amplia também o perfil do brasileiro investidor, bem como as classes investidoras: se tínhamos a classe A como principal faixa investidora, hoje percebemos a crescente participação das classes B e C no setor”, afirma Ernani Assis, membro do Conselho Consultivo da RE/MAX Brasil.

Segundo Assis, Os imóveis usados, por sua vez, têm preço mais atrativo, mas podem necessitar de reforma, o que amplia ainda mais o tempo de retorno do investimento. Deve-se analisar se compensa financeiramente realizar intervenções em um apartamento usado ou se um novo, que tem preço maior e não precisa de reformas, é mais vantajoso.

Bons fluidos em casa

– Na porta de entrada da sua casa, coloque um tapete vermelho e peça que todos limpem seus calçados antes de entrar. Às sextas-feiras, lave o tapete com água e sal.

– Porta-retratos de familiares ou amigos devem sempre ficar em locais claros e arejados.

– Coloque um espelho em frente à porta principal para afastar as energias negativas que podem vir da rua.

– Incensos de sândalo ou mirra ajudam a acalmar o ambiente. Acenda um deles pelo menos uma vez por dia.

– Almofadas e cortinas com estampas de lua ou de estrela trazem paz.

– Para atrair boas energias, mantenha um vaso de trevo-de-quatro-folhas perto da entrada da sua casa.

– Deixe sempre a tampa do vaso sanitário fechada e evite que o cesto de lixo do banheiro fique muito cheio.

– Para que as boas energias não escapem, se as portas de entrada e do fundo de sua casa forem alinhadas, mantenha uma delas fechadas.

– Não coloque fotos penduradas em paredes que tenham rachaduras.

– Atraia prosperidade e fartura colocando uma imagem de buda em cima de um prato, com algumas moedas em volta dele, de costas para a porta de entrada da sua casa.

– Deixe sempre as janelas e portas abertas para entrar a luz do sol e os bons fluidos.

– Se o problema for a inveja, deixe uma ferradura pendurada atrás da porta de entrada da casa ou uma figa como enfeite na sala.

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– Para esquentar o clima a dois, no quarto do casal, aposte na cor vermelha, que pode ser usada nas almofadas, nos detalhes do lençol e da colcha, nos quadros e tapetes.

– Manter uma miniatura de elefante branco em cima da geladeira garante a saúde dos moradores da sua casa. Mas, se desejar sorte e fartura, coloque-o de costas para a porta de entrada.

– Coloque um sino dos ventos em ambientes externos da casa para atrair boas vibrações, tranquilidade e energias positivas para a família.

– Deixe uma pirâmide em um lugar de destaque em seu lar, pois ela eleva o astral do ambiente e ajuda na realização dos sonhos.

Móveis surrealistas de grife de luxo são exibidos em SP

Doze peças de mobiliário da marca de luxo francesa Maison Martin Margiela estão expostas (e à venda) na loja Conceito Firma Casa, em São Paulo, até 28 de abril.

A grife, que desfila na Semana de Moda de Paris e há dois anos é destaque na Semana de Móveis de Milão, montou ali um ambiente de inclinação surrealista com pequenos sofás e mesas tortas. Um adesivo com uma porta estampada e um ovo de resina que serve de fixador de rodapé arrematam o cenário.

“Nosso sentido de luxo está mais ligado à forma e ao estranhamento, na contramão da uniformidade estética que a indústria da moda prega. Somos menos marca e mais ideia”, explica o designer argentino Eduardo Dente, membro do coletivo de arquitetos, estilistas e restauradores de arte responsável por levar adiante os preceitos do belga Margiela, que se despediu da casa em 2008.

Uma particularidade da grife é a discrição dos criadores, que evitam aparições públicas e já chegaram a posar para fotos com os corpos cobertos. Austeridade herdada de Margiela.

Serasa cria plataforma para agilizar crédito imobiliário

A Serasa Experian apresentou nesta quinta-feira uma ferramenta online para o mercado imobiliário, em parceria com a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), para agilizar e aprimorar a segurança nas operações de financiamento.

A Central do Crédito Imobiliário deve unir na mesma plataforma informações de compradores, construtores e do próprio imóvel, por meio da integração dos servidores da Serasa e dos Cartórios de Registros de Imóveis do Estado de São Paulo.

Segundo o presidente de serviços de crédito da Serasa, Laércio de Oliveira Pinto, o produto dará maior segurança jurídica e aumentará o volume de informações disponíveis sobre a situação dos imóveis.

A central permitirá que qualquer matrícula de registro de imóvel seja visualizada em tempo real. Também será possível obter virtualmente certidão digital e outros documentos de Cartórios de Registro de Imóveis em cerca de 15 minutos.

O sistema permite a localização de imóveis por meio de buscas em todos os cartórios do Estado e identificar a relação de bens por CPF e o monitoramento das matrículas de imóveis, prática bastante usada como garantia em contratos de locação.

A criação da nova ferramenta busca atender antigas reivindicações do setor imobiliário, que tem a burocracia como um dos principais entraves para aprovação de projetos.

“Alguns elos da cadeia produtiva não avançaram na mesma velocidade que o setor”, disse o diretor executivo do sindicato da habitação na capital paulista (Secovi-SP), Celso Petrucci.

“A relação de documentos exigidos para incorporação imobiliária precisa ser urgentemente revista para que seja exigido apenas aquilo que pode impactar o comprador de um projeto ainda em forma de maquete”, acrescentou o presidente da Arisp, Flauzilino Araújo dos Santos.

Segundo ele, a ferramenta deve estar disponível a partir de 18 de abril.

CONCORRÊNCIA

Com o lançamento da plataforma, a Serasa concorrerá com a Cetip, que vem acelerando investimentos em produtos, como uma plataforma de registro de empréstimos imobiliários, desenvolvida em parceria com a norte-americana FNC.

A plataforma, voltada a ajudar bancos a acelerar análise de crédito e criar contratos padronizados, deve ser concluída em maio, informou a Cetip no início deste mês.

“Em princípio, não vamos ter conexão com a Cetip”, disse Pinto, sem descartar possíveis parcerias. “Sempre estamos abertos… mas, no momento, será mais uma ferramenta com informações seguras e uma contribuição para o mercado imobiliário”, acrescentou.

Em São Paulo, comprador busca imóvel de R$ 200 a 500 mil

São Paulo – A maior parte dos compradores de imóveis da Região Metropolitana de São Paulo busca apartamentos entre 200 e 500 mil reais. A informação é de um estudo realizado pela empresa de intermediação e consultoria imobiliária Lopes, que consultou 1.666 residentes na região que pretendem comprar um apartamento novo. 

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Segundo a pesquisa, os entrevistados têm idade média de 32 anos e 60% estão realizando a compra do primeiro imóvel.

A maioria (72%) pretende fechar negócio em até 6 meses e 75% dos entrevistados visitam estandes de lançamentos, passando em média entre 2 e 5 estandes de vendas.

A pesquisa também mostrou que os compradores se interessam por imóveis que já foram comercializados pelo menos uma vez, que são os chamados imóveis do mercado secundário: 18% dos entrevistados visitaram imóveis usados ou imóveis prontos, que nunca foram habitados, mas que já foram comercializados antes.

 

Imóveis de um quarto ficaram menores e mais caros em SP

São Paulo – Os apartamentos de um quarto em São Paulo encolheram e ficaram mais caros, mostram dois estudos elaborados pelo ZAP Imóveis e pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

O primeiro estudo, baseado no Índice Fipe-Zap, mostra que o preço do metro quadrado dos imóveis usados anunciados de um dormitório em São Paulo foi o que mais subiu entre 2008 e 2013. A alta foi de 184,7%. A média da cidade foi 163,6%. O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet.

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