Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Resolução do COFECI que trata dos direitos e deveres dos corretores de imóveis nos lançamentos imobiliários

Essa Resolução é muito importante para os corretores de imóveis, pois o responsável pelo empreendimento deve garantir ao corretor de imóveis no exercício da atividade profissional condições adequadas de trabalho.

Foi publicada no D.O.U. de 02/07/12, Seção 1, pág. 162) uma nova resolução do Conselho Federal de Corretores de Imóveis – COFECI N° 1.256/2012 que Torna obrigatório o arquivamento no CRECI de documentos referentes a lançamentos imobiliários e respectivas incorporações e dá outras providências.

Outro ponto interessante é o que trata dos honorários

CONSIDERANDO que é obrigação do Corretor de Imóveis, pessoa natural ou jurídica, respeitar a tabela mínima de honorários homologada por seu respectivo Regional (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

Art. 1º – Cópias do contrato de prestação de serviços para venda de imóveis integrantes de lançamentos imobiliários e dos atos constitutivos da respectiva incorporação devidamente registrada no Cartório de Registro Imobiliário competente deverão ser arquivados no Regional antes da data de início das operações de venda ou de cadastramento de interessados.

Art. 2º – Nos contratos a que se refere o artigo 1º os profissionais e empresas inscritos no Regional terão de obedecer à tabela de honorários mínimos homologada pelo Regional.

Parágrafo Único – Dos honorários a que se refere este artigo não poderão ser deduzidos valores para compensação de premiações por produtividade, taxas de gerenciamento, de coordenação ou qualquer outro tipo de desconto, seja a que título for.

Art. 3º – É vedado aos inscritos no Regional cobrarem de seus clientes, para si ou para terceiros, qualquer taxa a título de assessoria administrativa, jurídica ou outra, assim como devem denunciar ao Regional a cobrança de tais taxas quando feitas pelo incorporador, pelo construtor ou por seus prepostos.

E o mais importante

Art. 4º – Os plantões de vendas instalados junto a empreendimentos prontos ou em construção deverão oferecer condições mínimas de utilização, de modo a preservar a dignidade humana de seus usuários (Corretores e clientes), tais como aeração, instalações sanitárias, mobiliário, equipamento e pessoal especializado que garantam o mínimo aceitável de higiene, conforto e segurança.

O corretor de imóveis não pode ser usado como panfleteiro com isso acredito que assim as empresas vão pensar antes de encher os plantões de estagiários.

Art. 5º – Aos Corretores de Imóveis é vedado realizarem trabalho de panfletagem de material impessoal.

Fonte: Rony de lima Meneses; http://www.publicidadeimobiliaria.com

Na rota do test-drive

Brasileiros esquentam o mercado de aluguel de carros de luxo no exterior

O McLaren MP4-12C, disponível para locação nas perfeitas estradas alemãs: a partir de 2 640 euros por dia, na MobilityO McLaren MP4-12C, disponível para locação nas perfeitas estradas alemãs: a partir de 2 640 euros por dia, na Mobility

  • As Ferraris, como a F430 spider, são especialidade da Red Travel, na Itália: a partir de 1 800 euros por diaAs Ferraris, como a F430 spider, são especialidade da Red Travel, na Itália: a partir de 1 800 euros por dia

    Funciona mais ou menos assim: uma montadora — a alemã Porsche, digamos — coloca na vitrine um novo Carrera ou Boxster. No Brasil, começa o burburinho entre um grupo seleto de aficionados de carros. O primeiro a pisar no acelerador do lançamento conta a experiência aos camaradas e atiça ainda mais a curiosidade dos demais. Mas que ninguém espere ouvir esse Carrera zero-quilômetro rugindo pelos Jardins, na Barra ou em plena Savassi. O vrummvrumm reverbera a milhares de quilômetros do Brasil. De preferência, nas autoestradas da Alemanha, onde o limite de velocidade é determinado apenas pela potência dos motores, ou nas estradas da Provença ou da Toscana, de curvas desafiadoras. É no exterior que o mercado de aluguel de carros produzidos pelas fábricas dos sonhos de pilotos amadores vem crescendo — e os brasileiros ajudam a fazer essa roda girar.

    “Não são máquinas para o asfalto brasileiro”, diz o empresário paulistano André Soares, 44 anos. Ele viaja algumas vezes por ano para testar modelos inéditos. Chega a trocar de automóvel diariamente: de uma Ferrari 458 para um Mercedes SLS e depois para um Aston Martin DBS. Esse último, aliás, foi submetido ao crivo duas vezes. “Eu havia acabado de ver Daniel Craig, na pele de James Bond, dirigi-lo em Quantum of Solace e quis colocá-lo à prova em meio aos campos verdes do interior da Inglaterra”, conta. O segundo giro foi no sul da França, um roteiro bem explorado pelos fãs de carrões.O cardápio de caminhos ali é variado — vicinais, entre os vilarejos; estradas com estrutura, entre as cidades; e as grandes rodovias, para cortar trechos maiores. Nas duas primeiras alternativas, a presença de castelos e vinhedos é garantida, como na região de Haute-Provence ou nos Alpes-Maritimes. Como a locação vip faz o carro chegar até o cliente, dá para correr nas mesmas estradas com modelos diferentes.

    As oportunidades para dirigir sempre aparecem, segundo Soares. “Na viagem que fiz no ano passado para a Rússia e a Itália, dei um jeito de encaixar uma escala em Munique para poder pilotar o Lamborghini Aventador”, diz ele. A Alemanha é o destino mais procurado para o primeiro aluguel. A maioria das estradas do país permite velocidade livre na pista da esquerda — e o motorista aproveita para fazer os ponteiros do acelerador chegar quase ao limite. Quando há muito que ver no caminho, tanto melhor. Na chamada “rota romântica”, entre Würzburg e Füssen, ficam três cidades medievais muradas e um dos castelos mais famosos do mundo, o Neuschwanstein. A Estrada Alpina, perto da fronteira da Áustria, serpenteia montanhas por 450 quilômetros.

    Em viagens como essa, é possível curtir roteiros diferentes — um com o carrão, outro com a família. “Quem tem paixão por automóvel costuma alugar mais de um modelo no exterior, primeiro pela curiosidade de provar diversas máquinas, segundo por uma questão prática, já que os esportivos não acomodam todas as malas dos passageiros”, explica Gabriela Figueiredo, consultora da Matueté, agência especializada em viagens exclusivas. O mais usual, de acordo com Gabriela, é escolher um utilitário do tipo SUV para o trajeto do aeroporto até a primeira parada e pegar o carro desejado em seguida.

    Tanto a Matueté como a Teresa Perez, outra operadora de turismo paulistana, recorrem no exterior às empresas Elite Rent-a-Car e Red Travel, essa última voltada aos fãs da Ferrari. No Brasil, a agência com foco principal na locação de carros classudos é a Mobility, que providencia não apenas modelos esportivos recém-lançados mas também motos, motorhomes e SUVs nas versões mais sofisticadas. O empresário paulistano Oskar Kedor percebeu que aqui haviaum nicho inexplorado — justamente esse dos aficionados de carros — e abriu a agência de locação há doze anos. Seu primeiro cliente foi um grande empresário brasileiro, que queria alugar modelos específicos, pegando o carro no Porto e devolvendo em Lisboa, em Portugal. As locadoras tradicionais não eram flexíveis a esse tipo de arranjo. Nem sequer ofereciam os veículos nas condições em que o cliente desejava. Hoje, quem quiser pode sair com o carro do hotel, no horário que escolher, trocar de automóvel ou recorrer a um motorista. “Mais gente vem percebendo a vantagem de contar com esse prazer numa viagem”, diz Kedor. Entre os modelos preferidosdos brasileiros estão o Range Rover, da Land Rover, o Cayenne Turbo, da Porsche, e o X5, da BMW, todos grandões. Além, é claro, da última novidade no mundo dos esportivos de luxo.

    Fonte: por Denise Bobadilha; vejasp.abril.com.br

Luxo no mar – Brasil representa 1,5% do crescente mercado de iates de luxo no mundo, onde anualmente são vendidos 1000 unidades

Iates de luxo são verdadeiras casas em alto mar. Alguns medindo mais de 80 pés (24 metros), são considerados megaiates e chegam a ter cinco suítes e são decorados com muito requinte para oferecer todo o conforto a seus ocupantes. Podem ser equipados com televisores de plasma e home theaters, de acordo com o desejo do comprador. Em todo o mundo, são fabricados cerca de 1.000 iates de luxo por ano, com preços que chegam a ultrapassar facilmente R$ 10 milhões e levam de oito a dez meses para ser construídos.
No restrito mercado de vendas de iates de luxo, o Brasil representa aproximadamente 1,5% do consumo mundial. A Itália é maior produtora de iates de luxo do mundo, com 260 unidades, em segundo lugar está os Estados Unidos, com 85. Holanda, Reino Unido e Alemanha ocupam terceiro, quarto e quinto lugares, respectivamente. Para se considerar um iate como sendo de luxo, normalmente, existe uma referencia de preço. Dificilmente um iate de luxo custa menos do que R$ 1 milhão.O iate italiano Azimut de 47 pés (cerca de 15 metros) custa R$ 3 milhões no Brasil e o iate da Sea Ray de 35 péss (11 metros) chega no País por R$ 1,1 milhão.
Divulgação
Spirit Ferretti 88, de 88 pés (26 metros de comprimento) com 4 cabines, 5 banheiros e custa R$ 22 milhões
As principais fabricantes de iates no mundo são as italianas Azimut-Benetti e Ferretti Group. As duas têm parcerias com empresas brasileiras na fabricação de seus barcos. Desde 1996, a empresa náutica brasileira Intermarine mantém um acordo de fabricação sob a licença da Azimut, sendo a única no País a desenvolver os barcos da marca fora da Itália. A empresa de construção de barcos de luxo Ferretti possui uma parceria com a brasileira Spirit, que passou a se chamar Spirit Ferretti em 1992. Assim como a empresa Intermarine é a licenciada exclusiva da Azimut, a Spirit é a única empresa que pode montar as embarcações Ferretti fora da Itália.
Divulgação
Pilar Rossi, iate de Nelson Piquet, com 100 pés e valor aproximado de R$ 12 milhões
Marco Antonio do Carmo, diretor-executivo da YatchBrasil, empresa que representa no paí­s a americana Sea Ray (EUA) e as italianas Azimut, Benetti e Atlantis informa que, a empresa comercializa 60 iates novos por ano, entre 30 e 60 pés. A demanda Brasileira é estimada em 150 unidades novas por ano. Somente a marca Intermarine é responsável por atender 70% do mercado brasileiro de iates de luxo. A Schaefer produz no Brasil iates de  50 pés que são vendidos por R$ 2,8 milhões. Apesar da crise financeira, a empresa investiu em 2009 cerca de R$ 6 milhões na construção de um centro de usinagem para fabricar novos produtos. O investimento total, a ser concluído em 2010, deve chegar a R$ 15 milhões. Investimentos que demonstram a importância do mercado brasileiro de iates de luxo.

Os principais compradores dos iates de luxo no País são pessoas que têm aumentado seu poder aquisitivo através de investimentos na bolsa de valores. Mas há também celebridades comoLuma de Oliveira, proprietária de um iate de 52 pés (16 metros), Nelson Piquet, que possui um iate de 98 pés (30 metros), Ana Maria Braga, com seu barco de 82 pés (25 metros), e o empresário Eike Batista, que possui uma embarcação de 177 pés (54 metros), onde promove eventos badalados, com direito à vista da cidade do Rio de Janeiro a partir da baía de Guanabara e festa privada com a cantora Madonna. Apesar de o Brasil representar apenas 1,5% no mercado mundial de vendas de iates de luxo, o segmento vem crescendo no País.

Fonte: Portal do luxo

Cozinhas com ilha: uma nova tendência

Quente, acolhedora e receptiva, para muitos, a cozinha pode ser considerada o coração da casa. Para os adeptos a culinária, se torna um refugio, o centro das criações, e nada melhor que um ambiente bem planejado para este cenário.

O conceito de cozinhas com ilha vem sendo cada vez mais aplicados em casas brasileiras, uma tendência com muito charme e elegância. Receber seus amigos e cozinhar ao mesmo tempo fica ainda mais prazeroso.

Inspire-se para seu novo projeto!

Fonte: www.artezanalnet.com.br

Dicas para o Corretor de Imóveis usar o Linkedin e vender mais

Linkedi, uma das redes sócias que mais tem crescido no Brasil, principalmente entre pessoas que buscam relacionamento profissional, é deixada de lado por muitos corretores. Desenvolver um planejamento de vendas e não ser invasivo são características que um corretor necessita para ter sucesso no linkedin. Com o grande crescimento da rede selecionamos algumas dicas para ajuda-lo a se posicionar

1. Participe de grupos – O mundo cria novos relacionamentos comerciais que podem gerar excelentes resultados, mas é preciso estar sempre presente, participando, interagindo, fornecendo informações e tirando dúvidas sobre os assuntos que estão em evidência. Aceitar convites para participar de grupos de interesse, é uma oportunidades mais valiosas que ligações frias para prospects desconhecidos. Otimize o seu tempo e use a essa ferramenta para aumentar as suas vendas;

Sugestão de grupos para corretores de imóveis
Notícias do Mercado Imobiliário
Inteligência Imobiliária
Investimentos Imobiliários

2.Recomende as outras pessoas – Avalie o trabalho das outras pessoas e recomende-os para todos do seu grupo, essa atitude vai gerar interatividade entre você e os seus contatos, e não esqueça: relacionamento online se constrói quando você ajuda primeiro as outras pessoas.

3. Atualize o seu perfil regularmente – O dinamismo nas informações mostra aos seus futuros clientes que você é um vendedor dedicado e que está crescendo na sua carreira, sempre que houver alguma alteração interessante, poste no seu perfil, as pessoas da sua rede recebem atualizações freqüentes;

4. Proporcione valor antes de vender – Semanalmente, envie dicas, artigos, mensagens e informações relevantes para o seu público-alvo, o segredo não é vender, primeiro ajude as pessoas a resolverem os seus problemas, seja um gerador de informação constante para a sua rede de contatos, você precisa ser visto como um especialista, isso passa autoridade e conhecimento;

5. Adicione diariamente novos prospects – Convide mais pessoas diariamente para fazer parte do seu grupo, a prospecção precisa ser constante para que o seu banco de dados não pare de crescer, mantenha o foco nessa atividade, determine na sua agenda um tempo do dia para fazer essa ação e mantenha a concentração nesse propósito;

6. E-mail de agradecimento – Quando uma pessoa formalizar um convite para você fazer parte da sua rede de relacionamento, aceite e mande um e-mail agradecendo a lembrança e o tempo que ela disponibilizou por ter lembrado de você, essa atitude serve também para quem aceitar os seus convites, o segredo é valorizar as pessoas, isso faz toda a diferença;

Fonte: http://www.publicidadeimobiliária.com

Casa de um ambiente só

Lar sem divisórias facilita vida de pais e filhos

  (Foto: Ken’ichi Suzuki)

Se um bom projeto leva em conta os desejos dos proprietários, e atende-os com estilo e sensibilidade às particularidades do entorno, esta casa em Nagoya, no Japão, preenche todos os pré-requisitos. Desenhado pelo escritório Tetsuo Kondo Architects, o projeto teve como norte a vontade de um casal trabalhador de passar as horas de lazer próximo aos dois filhos pequenos. A orientação de haver o maior espaço possível para convivência foi seguida à risca pelos arquitetos, que criaram um lar de um ambiente só.

Os espaços individuais configuram-se como caixas e plataformas desniveladas. Algumas são completamente abertas ao resto da casa, enquanto outras se integram a ela através de janelas. Tal escolha é responsável por uma rica diversidade visual interna, pois atribui variedade à composição de cada cômodo e um diálogo interessante entre os formatos e desníveis. Isso se reflete no exterior do projeto, que tem aparência de um grupo de cubos desalinhados empilhados.

Segundo os arquitetos, a região na qual a casa se encontra, que está em rápido desenvolvimento urbano, influenciou a estrutura escolhida. “Tratando-se de uma casa para uma jovem família em uma área em constante mudança, há sentido em criar uma arquitetura aberta e equilibrada, capaz de absorver mudanças”.

O principal desafio foi estabelecer certa ordem entre os diferentes ambientes, sem tolher uma relação fluida e intuitiva entre eles. Apesar da inconstância da área interna, há uniformidade na decoração, que prima pela simplicidade. As paredes são brancas e os móveis singelos e de madeira, material que também reveste o piso. Mesmo despretensiosa, a composição ganha vida com a luz abundante que penetra os vidros generosos e a colocação estratégica de vasos de plantas. O resultado é charmoso de maneira clean e funcional, no bom estilo japonês.

  (Foto: Ken’ichi Suzuki)
  (Foto: Ken’ichi Suzuki)
  (Foto: Ken’ichi Suzuki)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Ken'ichi Suzuki)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Iwan Baan)
  (Foto: Iwan Baan)

Fonte: Casa Vogue

“Vai morrer de fome”, diz palestrante do PQE sobre corretor de imóveis pouco proativo

12/07/2013

Na avaliação de Roberto Avante, profissionais que aguardam os clientes nos estandes de vendas tendem ao fracasso

Foram significativas as mudanças que afetaram o perfil do corretor de imóveis do início dos anos 2000 até os dias de hoje. E todas elas, registre-se, ocorreram paralelamente às transformações do mercado. No início da década passada, as imobiliárias eram contratadas pelas incorporadoras em regime de exclusividade para a comercialização de lançamentos. Isso dava ao corretor certa garantia para o fechamento dos negócios.

“O cliente ia ao estande de vendas e o corretor só ficava no plantão. Ele tinha uma posição mais reativa”, disse Roberto Avante, diretor adjunto de Vendas da Fernandez Mera Negócios Imobiliários e palestrante do Encontro PQE de julho, cujo tema focalizou a venda de imóveis de lançamentos. O corretor era extremamente beneficiado nesse cenário: com a exclusividade da venda de um empreendimento em mãos, o profissional, não raro, se tornava apenas um facilitador do negócio. Mais: os investimentos massivos em divulgação ficavam a cargo também da incorporadora.

Com a abertura do capital de grandes empresas do setor em 2005, o mercado tornou-se mais competitivo e aguerrido. Os ingredientes que compuseram o cenário propício para a guinada do setor foram, dentre outros, a facilidade de obtenção de crédito, juros mais baixos, competitividade maior entre os bancos, aumento da renda e confiança da população para financiamentos de longo prazo. Some-se a isso o fato de, há muito tempo, a demanda por imóveis ter ficado reprimida.

Muitas pessoas acabaram sentindo-se atraídas pelo mercado mediante essa conjuntura. “O corretor mais antigo, tendo essa nova realidade em vista, começou a sofrer concorrência dos novos profissionais”, sustentou Avante, lembrando que, à época, foram muitas as reportagens em grandes veículos de comunicação falando sobre o bom momento para a profissão de corretor. “Começamos a receber gente bem qualificada, até mesmo do ponto de vista cultural”, disse, acrescentando que a experiência desses novatos era, quase sempre, próxima de zero.

Uma reviravolta, no entanto, marcou esse momento: se antes os corretores eram reativos, agora, necessitam ser o oposto: proativos. Isso porque muitas incorporadoras passaram a ter suas próprias equipes de vendas nos estandes – as chamadas houses –, estimulando mais a concorrência entre as intermediadoras. “Os fundos de investimentos que colocaram recursos nas incorporadoras não queriam ficar nas mãos de uma única empresa de venda”, disse o executivo da Fernandez Mera.

Os corretores viram-se compelidos a se adiantarem à venda. Saíram dos estandes e foram divulgar os produtos nas ruas. “A divulgação não ficou mais na mão da incorporadora, mas também dos corretores”, disse o palestrante. As empresas de incorporação redirecionaram seus investimentos: antes, o que ia para publicidade passou a ser oferecido como bonificação aos corretores que mais vendiam. Os resultados foram estimulantes: inúmeros empreendimentos foram completamente vendidos em poucas horas.

A partir de 2011, fase denominada por Avante como “mercado pós-crescimento”, é marcada pelo desejo das incorporadoras de recuperar a qualidade dos corretores antes de 2005, profissional com a experiência e habilidade de lidar com todas as fases da venda que faltavam aos novatos. “O mercado hoje quer a união da qualidade com a proatividade. Se você é daqueles corretores que ainda fica no estande esperando pelo cliente, vai morrer de fome”, alertou.

Essa guinada no perfil do profissional de corretagem foi alçada também pela mudança do comprador. Com o aumento do acesso à Internet, os consumidores têm a poucos cliques de distância informações completas de empreendimentos, média de preços e diferenciais dos produtos. “O comprador, depois da crise de 2008, passou a ser mais analítico e a fazer negócios mais racionais”, afirmou Avante. A consequência disso foi o ajuste de mercado por que passou o setor: empreendimentos, se antes eram 100% comercializados em um dia, agora, as vendam reduziram de ritmo.

Avante também mencionou a importância de o corretor traçar um planejamento a si mesmo, definir metas e objetivos pessoais e desenhar estratégias para alcança-los. As ferramentas para tal podem ser uma mera planilha Excel ou aplicativos disponíveis para smartphones. Além disso, também é altamente recomendável que corretores se familiarizem com as mídias sociais e as transformem em canais de negócios para suas imobiliárias.

Fonte: Rede Secovi

Crédito imobiliário cresce 34% no semestre e atinge R$ 49,6 bi

São Paulo, 25 de julho de 2013 – Financiamentos Imobiliários – Valores: Nos primeiros seis meses de 2013, os empréstimos para aquisição e construção de imóveis atingiram o montante de R$ 49,6 bilhões – melhor semestre da história do SBPE – com volume contratado 34% superior ao de igual período do ano passado.

Somente em junho, o volume de concessões alcançou R$ 11,2 bilhões, crescendo 51% comparativamente a junho do ano passado e 15% em relação a maio último.

Nos 12 meses compreendidos entre julho de 2012 e junho de 2013, os empréstimos imobiliários com recursos da poupança (SBPE) perfizeram o montante de R$ 95,3 bilhões, 19% mais que nos 12 meses precedentes.

Financiamentos Imobiliários – Unidades: Foram financiados, nos primeiros seis meses do ano, 244,7 mil imóveis, 14% mais do que as 214,3 mil unidades registradas no primeiro semestre de 2012.

Em junho de 2013, foram financiadas aquisições e construções de 53,2 mil imóveis, o que representou crescimento de 12% em relação a maio e de 27% na comparação com junho do ano passado.

Nos últimos 12 meses, até junho, foram financiados 483,6 mil imóveis, 3% mais do que nos 12 meses precedentes.

Poupança SBPE – saldo e captação: Em junho, os depósitos em poupança superaram os saques em R$ 6,7 bilhões, melhor resultado registrado em um mês de junho na série histórica, iniciada em 1995.

No primeiro semestre deste ano, a diferença entre depósitos e retiradas foi positiva em quase R$ 20 bilhões, superando em 60% o montante registrado no mesmo período do ano passado (R$ 12,5 bilhões).

Trata-se de uma boa e prolongada fase das cadernetas, refletida na captação líquida que se mantém positiva há 16 meses ininterruptos. O desempenho positivo dos depósitos revelou um crescimento, em termos anuais, de 19% no saldo da poupança do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), superando os R$ 419 bilhões, em junho.

Fonte: Imprensa – Abecip

Resgate de prédios faz paulistanos verem no centro de SP uma opção para morar

09/06/2010

SÃO PAULO – Morar no centro de São Paulo vem deixando de ser, para muitos, sinônimo de decadência. Viver perto de praticamente todos os serviços disponíveis na cidade está se tornando o desejo de muitos paulistanos que veem no centro uma possibilidade de ter qualidade de vida. Projetos de revitalização e resgate de prédios antigos começam a trazer de volta pessoas que buscam morar perto do trabalho e ter mais acesso aos meios de transporte e a uma série de serviços de lazer e comércio que o local mais antigo da cidade oferece.

“As cidades que investiram na revitalização dos seus centros estão se dando bem”, avalia o presidente do Secovi (Sindicato da Habitação de São Paulo), João Crestana. “Existe demanda para morar no centro porque ele possui toda a infraestrutura de lazer, serviços e transporte”, analisa. Tamanha estrutura atraiu o auxiliar administrativo Davi de Lima Oliveira, 29. Para ele, não foi difícil deixar de lado a casa própria que tem em Osasco por um apartamento reformado perto da ponte Santa Efigênia.

Há nove meses morando no centro, Oliveira já nota a diferença. “Eu não sou de sair muito, mas tenho tudo do lado de casa. O investimento valeu a pena”, diz. O que mais pesou na decisão de realizar a mudança, além de ter todos os serviços a disposição, foi o fator tempo. Oliveira trabalha no centro das 8h30 às 18h e, para chegar ao escritório, saia de Osasco às 7h e só conseguia chegar em casa às 20h.

Agora, ele vai ao trabalho a pé e demora não mais do que 15 minutos para chegar. “Economizo na condução e durmo mais, antes era muito cansaço”, afirma. No centro, ele paga um aluguel de R$ 1.088 e a casa própria está alugada por R$ 900. “No fim, compensou”.

Mudança de cenário

Oliveira só conseguiu mudar porque o apartamento do prédio onde mora foi reformado. Não é de hoje que algumas empresas deixaram de esperar as ações sempre anunciadas pela Prefeitura e começaram a revitalizar prédios antigos por conta própria. Para Marcelo Lara, sócio da imobiliária de mesmo nome, o investimento vale a pena.

A Marcelo Lara Negócios Imobiliários já reestruturou quatro prédios antigos por meio do projeto “Vá ao Centro”. Até o final do semestre, a imobiliária espera ver mais dois prontos. “O investimento em imóveis no centro é um ótimo negócio. Mesmo com valores de aluguel mais baixos em relação a outras regiões, a infraestrutura da região contribui para que a demanda por locação seja alta”, diz.

De acordo com ele, o resgaste aumenta a ocupação desses prédios de 30% para 70% e o valor do imóvel se valoriza em cerca de 40% em seis meses. Em muitos casos, por exemplo, antes da reforma, não era possível alugar salas comerciais, e o valor cobrado era de R$ 5 o metro quadrado. Depois da reforma, esse valor passou a ser de até R$ 13. Em residências, Lara calcula que o valor passa de cerca de R$ 7 o metro quadrado para até R$ 16.

A ideia do projeto é convencer os proprietários dos prédios que o investimento na reforma tem retorno garantido e rápido. De acordo com ele, depois de cinco meses da reforma, a ocupação já passa para 60%. Antes de estipular o retorno aos proprietários dos edifícios, a imobiliária faz uma análise do prédio para avaliar o potencial de rentabilidade e as condições estruturais e legais. Depois são avaliadas as possibilidades financeiras do proprietário do prédio e a projeção de retorno. “Muitas vezes, esses proprietários não têm mesmo dinheiro para investir no prédio, por isso, não reformam”, diz Lara.

A imobiliária já tem planos de atrair grandes empresas e redes de varejo para a região, principalmente na Luz, para estimular outras reformas e atrair mais paulistanos para morar e abrir negócios no local. “Vai ser uma tendência, porque, quando um começa a fazer, outros vão fazer também”, diz.

Lara acredita que em um prazo de seis anos o centro já vai estar com outra cara. Crestana, do Secovi-SP, é mais conservador. Ele acredita que somente em 10 ou 15 anos é que haverá uma inversão: haverá mais residências do que escritórios. “Tenho convicção disso, porque já vi isso acontecer em outros lugares”. Segundo ele, no centro, hoje, existem 40 oportunidades para trabalho contra uma oportunidade para moradia.

Todo mundo junto

Durante seus estudos para realizar negócios no centro, Lara concluiu que lá é um lugar desejado por pessoas de várias classes sociais. “Pessoas de baixa renda, da classe média, artistas, empresários, todo o tipo de gente quer e pode morar no centro”, avalia. Tamanha variedade também parte da variedade de apartamentos que o local oferece – de quitinetes a apartamentos de alto padrão. “Podemos encontrar apartamentos residenciais de 40 a 160 metros quadrados, assim como salas comerciais com capacidade para abrigar pequenos escritórios, empresas de médio e até de grande porte”, diz.

Crestana também acredita no potencial do centro de abrigar a diversidade, por isso, crê que todo investimento feito no local trará retorno para toda a cidade. Para ele, o que falta é incentivo para formar um espaço plural. “Tem gente que acha que não se pode mexer no centro. Isso está errado. Existem pontos que de fato não dão para mexer, mas tem muita coisa que pode”, ressalta.

Para incentivar investimentos no local, o presidente do Secovi-SP acredita que algumas mudanças devem ser feitas, como, por exemplo, elaborar alguma legislação menos restritiva para obras no centro, aproveitar os espaços existentes, conceder incentivos fiscais a quem quiser revitalizar. Mas, para ele, a discussão com os paulistanos sobre o tema é imprescindível. “A cidade inteira deveria colocar como meta ter um centro onde morem pessoas de todo o tipo, renda e idade. Um espaço como o centro não pode ficar sem uma revitalização moderna”, ressalta.

Fonte: Infomoney

Revitalização do centro da cidade de SP: iniciativa privada sai na frente

Consultoria recupera edifícios residenciais e comerciais, “valoriza os imóveis e aumenta a ocupação em até 40%, como já vem ocorrendo”

22/06/2010

Recuperar imóveis residenciais e comerciais antigos, localizados no centro da cidade de São Paulo, tornando-os atrativos e “mais rentáveis aos seus proprietários” é a proposta da Marcelo Lara Negócios Imobiliários. A empresa investe na revitalização, com a certeza de que o centro urbano da capital paulista é muito mais do que somente salas comerciais.

Lembrando que o centro guarda importantes ícones da memória arquitetônica da cidade, e que oferece grandes facilidades para mobilidade, compras, cultura, lazer “e tudo o mais necessário para o cotidiano pleno”, um dos sócios da imobiliária, Marcelo Lara, defende a região como sinônimo de bons negócios imobiliários.

“O investimento em imóveis no centro é um ótimo negócio. Mesmo com valores de aluguel mais baixos em relação a outras regiões, a infra-estrutura da região contribui para que a demanda por locação seja alta”, comenta Marcelo Lara, opinando que os proprietários ainda não despertaram para a potencialidade dos seus imóveis.

“Em geral, os proprietários acabam alugando os pavimentos térreos dos edifícios para lojas e restaurantes, deixando de lado soluções que poderiam tornar mais atrativas as ocupações de salas comerciais ou de apartamentos”, enfatiza o empresário.

Negócios evoluem – Aplicando o conceito de readequar os edifícios, aproximando-os das atuais expectativas de moradia e trabalho, somente nos três primeiros meses de 2010 a Marcelo Lara Negócios Imobiliários concluiu a reforma de quatro prédios, e projeta finalizar outras duas até o final deste primeiro semestre.

“As metragens e características dos edifícios do centro de São Paulo são bem variadas. Podemos encontrar apartamentos residenciais de 40 a 160 m2, assim como salas comerciais com capacidade para abrigar pequenos escritórios, empresas de médio e até de grande porte. Assim, é possível encontrar desde imóveis com custos compatíveis às classes D e E, até apartamentos de alto padrão, com destaque para os de grandes metragens e pés-direitos altos”, comenta Lara.

O estímulo à iniciativa – A iniciativa de restaurar edifícios e torná-los mais atrativos para inquilinos e mais rentáveis para proprietários, projeto batizado por Marcelo Lara de “Vá para o Centro”, surgiu quando o empresário observou que um dos imóveis de sua família, localizado na região central de São Paulo, contava com um índice de ocupação de apenas 30%.

“Nossa equipe de administração desenvolveu um minucioso trabalho de análise da estrutura, executou a reforma interna e externa do prédio, além de um projeto de divulgação e captação de inquilinos. Seis meses depois, os investimentos resultaram em 70% de locação e uma fila de espera para o aluguel dos apartamentos que ainda estavam sendo reformados”, comemora Lara.

Expectativa de retorno – O empresário estima que, uma vez concluída a reforma, dependendo do valor investido, em prazo de oito meses a dois anos os proprietários terão de volta seus investimentos.

Lara explica que o primeiro passo para a restauração é a análise individual do prédio, para avaliar o potencial de rentabilidade e as condições estruturais e legais. Nessa etapa, a empresa verifica o estado das redes elétrica e hidráulica, o acabamento, a regularidade de funcionamento, o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), o auto de vistoria e os registros de condomínio.

?Depois, são avaliadas as possibilidades financeiras do cliente e a projeção do retorno do investimento. As reformas podem ser parciais ou totais, e a Marcelo Lara também se responsabiliza pelos anúncios de divulgação e pela administração do imóvel.

Lara garante que “o principal objetivo é oferecer um serviço completo, desde o projeto de reestruturação até a administração condominial, para evitar transtornos ao cliente”, e destaca que outro ponto importante do processo é a análise das características da fachada.

“Existem casos em que a necessidade de reforma passa por fatores de segurança; ou nos quais a preservação do elemento histórico urbano agrega valor ao imóvel em questão. Além da reforma estrutural, que garante a qualidade do projeto, o restauro da fachada é essencial, pois transmite a imagen de imóvel bem cuidado e conservado. Dessa forma, aumentamos a taxa de ocupação dos imóveis e conseguimos valorizar o aluguel em até 40%”, projeta.

Outras informações sobre os projetos de restauração da Marcelo Lara Negócios Imobiliários são obtidas pelo telefone: 11 3105 6300. O endereço eletrônico da empresa é:
http://www.marcelolara.com.br

Imagem: Centro de São Paulo, junto ao Vale do Anhangabaú.

Fonte: Imovelweb

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