Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Rede Secovi torna o negócio mais eficiente

Marcelo Lara, novo associado, acredita que foco na exclusividade cria sinergia, facilita o atendimento e aumenta volume de transações
09/05/2011

Rede Secovi torna o negócio mais eficiente

“As grandes redes imobiliárias são tendência no Brasil. Resolvemos nos associar à Rede Secovi de Imóveis justamente porque este é o futuro: várias imobiliárias atuando em conjunto e tornando o trabalho mais eficiente.” A declaração é de Marcelo Lara Smith de Vasconcellos, CEO da mais nova integrante da Rede, a Marcelo Lara Negócios Imobiliários.

Segundo ele, a união das empresas com o foco na exclusividade cria sinergia, facilita o atendimento e melhora os negócios. “A probabilidade de captar com a exclusividade aumenta, pois argumentamos que não iremos trabalhar sozinhos, que fazemos parte de um grupo com mais de 180 imobiliárias cadastradas.”

Marcelo diz que, apesar de ter bons corretores, bem treinados, a empresa começou a utilizar o sistema quando entrou na Rede Secovi. “Na primeira semana, já captamos cinco imóveis exclusivos. O cliente percebe a qualidade dos profissionais e o respaldo da Rede”, comemora.

Na opinião do empresário, aos poucos, os proprietários vão entender a importância dessa ferramenta e passarão a migrar para ela. O processo de conscientização passa primeiro pelos corretores, a quem cabe propor a exclusividade e explicar como funciona, porque é melhor, mais segura, etc. Inclusive, um dos principais incômodos de cadastrar o imóvel em várias imobiliárias – conforme relatam até os próprios donos –, é receber diferentes corretores para visitas e também tirar fotos. Com a exclusividade, somente corretor cadastrado pode visitar o imóvel e, se for cliente de parceira associada à Rede, sempre estará acompanhado de profissional da imobiliária que detém a opção.

Atendimento qualificado – Marcelo Lara cita como diferencial a “área do proprietário” criada no site da empresa, onde é possível saber tudo o que ocorre durante a gestão do imóvel: quais mídias, quantas e quando foi anunciado, quantidade de ligações, quem visitou, comentários sobre preço, tamanho, dentre outras informações. “O cliente tem a certeza de que o imóvel está sendo bem trabalhado”, afirma.

Para ele, é indispensável investir no treinamento dos corretores, ter uma cultura forte nesse sentido, para que “vistam a camisa” da empresa e garantir baixa rotatividade. Ou seja, se o profissional estiver satisfeito, vai atender bem, estendendo a satisfação aos proprietários de imóveis, compradores e ao dono da imobiliária. “Pretendemos trazer ao grupo ideias que contribuam para o aperfeiçoamento dos profissionais e empresas.”

No mercado há três anos, Marcelo Lara herdou o conhecimento de família, que possui administradora de imóveis com experiência de mais de 60 anos. “Abri os horizontes, tenho a minha própria empresa.”

A Marcelo Lara atua nas áreas de venda e locação de imóveis residenciais nas zonas Sul e Oeste, e em dois outros segmentos, um deles no centro de São Paulo. Há dois anos, a empresa lançou a campanha “Vá para o Centro”, destinada a aproveitar a potencialidade de prédios cuja utilização era restrita à locação de lojas. Utilizou sua experiência para reformar salas comerciais (antes vazias) e edifícios, que em seis meses saltaram de 30% para 100% de ocupação. “Também analisamos toda a documentação, já que existem muitos casos de tombamento. Quando o proprietário não tem recursos, por exemplo, o serviço pode ser feito em etapas, assim como a locação, a fim de criar condições e capital para que a obra seja concluída”, esclarece.

Para ele, o Centro é um bom investimento, com sistema de transporte acessível, museus, teatros e opções em diversos setores. Diz que São Paulo segue uma tendência registrada em várias cidades do mundo, de revitalização e valorização das regiões centrais. “Nossa imobiliária está no Centro para facilitar o deslocamento das pessoas e dos nossos colaboradores.”

A empresa trabalha ainda com administração de patrimônio (prédio ou apartamentos, de um só proprietário), estudo de viabilidade, análise de região e estratégia de ocupação. Além da área de Real Estate Investment (que abrange a gestão patrimonial), destinada a investidores, sejam individuais ou fundos de investimento, e que inclui projetos de shopping, dentre outros.

Fonte: Rede Secovi

Cadê o meu inquilino?

Avanço da vacância e do calote mostra que riscos dos fundos imobiliários são maiores do que parecem. Saiba como contornar esses problemas.

Por Fernando TEIXEIRA

O sonho de todo investidor é empregar seu capital em algo rentável, com risco zero (ou quase) e, de preferência, isento de impostos. Essa aplicação não existe, mas algumas parecem oferecer essas vantagens. Um exemplo são os fundos de investimento imobiliário, ou FII. Lançados em 1993, eles tornaram-se um objeto de desejo dos investidores a partir de 2005, quando a Receita Federal os isentou de impostos. Seu patrimônio, antes inexpressivo, atingiu R$ 11,9 bilhões no fim de 2011, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No entanto, antes de mergulhar de cabeça nesse tipo de aplicação, é preciso entender que ela tem riscos. O retorno de alguns dos imóveis que garantem a rentabilidade desses fundos tem sido assombrado pelo calote dos aluguéis e pela decisão dos locatários de procurar endereços mais baratos, o que afeta a rentabilidade do fundo.

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Um bom exemplo ocorreu com o fundo imobiliário Memorial Office, gerido pela corretora paulista Coinvalores. Proprietário do edifício comercial Memorial Office Building, na Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, o fundo iniciou suas operações em 1997 e alugou 23 dos 24 andares do edifício para a empresa de telemarketing Atento. No entanto, entre maio de 2010 e novembro de 2011, a Atento desocupou 65% do espaço que vinha alugando. Dez dos 23 andares ficaram vazios em maio. Para surpresa dos gestores – e prejuízo dos cotistas –, a empresa anunciou, em meados de novembro, que devolveria mais cinco andares. Nesse período, nove andares já haviam recebido outros ocupantes.
Rubens Andrade, controller da Coinvalores, não revela se eles pagam um valor semelhante ao da Atento e diz apenas que já recebeu propostas de novos candidatos, mas só para 2012. Enquanto isso, o fundo rende menos. Até julho de 2010, a rentabilidade média mensal era de 0,99%, mas esse percentual caiu para 0,48% no início do ano e agora estabilizou-se em 0,59% ao mês. No ano, até outubro, segundo a consultoria paulista Fundos Imobiliários, a rentabilidade acumulada do fundo está negativa em 8,56%, calculada pela Taxa Interna de Retorno e incluindo a variação das cotas e a distribuição de rendimentos. “O valor pago para cada investidor deve diminuir nos próximos meses”, diz Andrade. “A saída da Atento é negativa no primeiro momento, pois houve impacto no fluxo de caixa, mas com novos inquilinos vamos diluir os riscos”, diz.
O exemplo do Memorial mostra que essas aplicações não isentam o investidor de sustos. “Quando a desocupação do imóvel aumenta, as despesas de gestão do edifício consomem os aluguéis e a rentabilidade cai”, diz Adriano Gomes, professor de finanças da ESPM em São Paulo e diretor da Méthode Consultoria. Ele compara esse risco ao de um investidor em ações. Se comprar um papel visando apenas aos dividendos, o aplicador poderá ter uma surpresa negativa se a empresa deixar de dar lucro e suspender a distribuição de proventos. A vacância não é o único risco. O investidor também tem de estar preparado para a inadimplência. Foi o caso do FII Hospital Nossa Senhora de Lourdes, gerido pela Brazilian Mortgages, uma companhia hipotecária paulista. Localizado no Jabaquara, zona sul de São Paulo, o hospital que ocupa o imóvel ainda não pagou o aluguel de outubro, que venceu no dia 20 de novembro.
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No dia 30, a empresa informou os cotistas que seus ganhos correm risco. “Se a falta de pagamento persistir, a antecipação mensal dos rendimentos do fundo será interrompida”, informou a Brazilian Mortgages em um comunicado. Como resultado, as cotas do fundo, que são negociadas em bolsa, desabaram. Elas caíram 19,5% até a quarta-feira 7 e seu volume diário de negócios, que foi de 780 cotas em novembro, subiu para 2.474 cotas. Se o hospital – que está negociando para reduzir o valor do aluguel – honrar o pagamento, os cotistas serão compensados na cota do mês seguinte. Procurada, a Brazilian Mortgages não deu entrevista. Esses casos não significam que os fundos imobiliários sejam um mau negócio. O que frequentemente ocorre é que o investidor não tem consciência de que está correndo os mesmos riscos do proprietário de um imóvel oferecido para locação. 
Se o espaço não for ocupado ou se o inquilino não pagar, não haverá receita para os cotistas. Como evitar esses riscos? Segundo João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo, a saída é gerir os fundos imobiliários como uma carteira de imóveis. “Conheça o gestor, que é quem fará a conexão entre o cotista e o inquilino”, diz. O investidor terá mais informações se optar por um dos 63 fundos cujas cotas são negociadas em bolsa, pois todas as notícias – como o calote de um inquilino – terão de ser informadas instantaneamente. O fato de um fundo ser listado não garante  uma ampla porta de saída para quem mudar de ideia, mas os preços são públicos e divulgados todos os dias.
Há mais duas recomendações. Uma delas é não concentrar os investimentos em uma única aplicação. Quem quiser manter uma carteira de escritórios, por exemplo, não deve comprar todos no mesmo bairro, muito menos no mesmo edifício. Essa regra também vale para os fundos. “Prefira aqueles que têm mais diversidade de inquilinos”, diz Crestana. A segunda sugestão são os fundos de fundos. Neles, um gestor aplica em cotas de diferentes produtos, diversificando não só o risco do imóvel como também o risco do gestor. Eles tendem a render um pouco menos do que os fundos clássicos, pois têm mais de um administrador, mas são menos arriscados para os pequenos investidores. “O comprador clássico de um fundo imobiliário é um investidor institucional, como uma seguradora ou uma fundação de previdência”, diz Gomes, da ESPM. “Esses aplicadores têm uma enorme capacidade de avaliar os riscos do produto, algo que é mais difícil para a pessoa física.”

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Fonte: Isto é Dinheiro

Mercado Imobiliário e o Corretor de Imóveis: Profissional ou Amador?

Observando o mercado imobiliário atual, levantamos alguns questionamentos gerais, que decididamente merecem nossa atenção e reflexão.

Em um cenário, onde nos últimos anos, visualizamos um crescimento rápido e alta valorização de imóveis, ocasionando a escassez de profissionais realmente preparados, vemos inúmeras  reportagens, atraindo pessoas com as mais diversificadas formações, por conta da possibilidade de altos ganhos; se comparada a diversas outras colocações profissionais. É relativamente fácil se tornar um corretor de imóveis, em face de grande procura de profissionais por parte dos milhares de imobiliárias que temos em São Paulo, o pretendente necessita matricular-se em um curso técnico – TTI (Técnico de Transações Imobiliárias) ou superior em Gestão Imobiliária, realizar um estágio prático, e habilitar-se no CRECI; quase imediatamente, já encontra-se no mercado, com possibilidade real de ganhos. Mas será que este profissional, diante da complexidade da venda de imóvel, onde os valores das negociações são sempre altíssimos, está preparado para atuar e orientar com responsabilidade aos proprietários e compradores?

Observamos, de um lado: proprietários, que buscam orientação e muitas vezes não são satisfeitos, ou pior são orientados de forma equivocada. Por outro lado, temos compradores, que utilizam o trabalho do corretor apenas para “achar” o imóvel certo, tentando “se livrar” do prestador de serviço posteriormente, chegando muitas vezes, as partes expressarem que acham que o corretor recebe muito, “só” porque mostrou o imóvel… Deixando frustrado o profissional que se empenhou em prestar um bom serviço… Mas será que os profissionais sabem o que de fato é sua responsabilidade?

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A responsabilidade do corretor de imóveis, passa muito longe de ser tão somente mostrar fisicamente um imóvel que agrade, há diversos itens que precisam ser observados, como documentação imobiliária, que impacta diretamente sobre a venda e repercussões posteriores, lembrando que em se tratando de discussões jurídicas, faz-se necessário a presença de um advogado, devidamente especializado. Ao corretor, cabe conhecer basicamente as questões a fim de orientar seus clientes, por essa razão é muito importante que, não só corretores já habilitados, como também os aspirantes à profissão, buscarem cursos e formações paralelas complementares ao exigido por Lei.

Além do que, proprietários e compradores invariavelmente estão em posições contrárias, pois um deseja vender pelo melhor preço e o outro comprar pelo melhor negócio. Por essa razão, cabe ao intermediador conduzir para que nenhuma das partes, ao final da negociação, tenha sido prejudicada. Lidar com essas situações, que envolvem fortes questionamentos e discussões, cria a necessidade de desenvolvimento de habilidades e competências pessoais. Mas uma vez, torna-se necessário o treinamento e aperfeiçoamento constantes. À medida que, centenas de negócios dão certo, e ocorrem como o esperado, milhões de outros, as partes saem com a impressão de que o intermediador só atrapalhou e o pior: foi pago para isso.

Verdade ou não… o que é fácil observar, são intermediadores buscando no resultado das negociações apenas os valores das comissões… Como se vender imóvel fosse sorte…

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Vamos fazer do mercado imobiliário, de fato o que a profissão de corretor merece ser finalmente preparada, para que por mérito obtenha o respeito de proprietários e compradores.

Vendedor deve ressarcir comprador por imóvel menor do que o informado

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O juiz de Direito substituto Matheus Stamillo Santarelli Zuliani da 10ª vara Cível de Brasília, julgou procedente o pedido de duas pessoas que compraram um imóvel com medida menor do que a informada no contrato e condenou o vendedor a ressarci-los.

De acordo com os autos, os autores compraram um apartamento de 91,78 m² por R$ 330 mil, mas depois de celebrarem o negócio descobriram que outros proprietários do mesmo edifício haviam ingressado com ação judicial visando a restituição pela área faltante, uma vez que a construtora entregou apartamentos em que a medição não correspondia á verdade.

A ação foi julgada procedente, e transitou em julgado em 25/11/05, onde se reconheceu a diferença de 18,15m². Diante disso, os autores postularam pelo ressarcimento no valor da área faltante levando-se em consideração o valor pago à época.

Em sua defesa, o vendedor do apartamento denunciou na lide o antigo proprietário, alegando se tratar de evicção. Sustentou ainda que desconhecia a ação que reconheceu a diferença na metragem. Também contestou a ação principal alegando que a venda do apartamento não foi ad mensuram, mas sim ad corpus, sem especificação de metragem para a realização da venda.

O juiz afastou a alegação do réu que a venda foi ad corpus sob o argumento que é fato notório que nos grandes centros, como em Brasília, as vendas de apartamentos são realizadas levando-se em conta o metro quadrado da área. “Nessa trilha, não há como dar guarida ao argumento de que a negociação entre as partes da ação primária não levou em conta o valor do metro quadrado da região”.

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O magistrado afirmou também que o caso em questão encontra-se sob a égide do art. 500, do CC/02, que dispõe que “se, na venda de um imóvel, se estipular o preço por medida de extensão, ou se determinar a respectiva área, e esta não corresponder, em qualquer dos casos, às dimensões dadas, o comprador terá o direito de exigir o complemento da área, e, não sendo isso possível, o de reclamar a resolução do contrato ou abatimento proporcional ao preço”.

Com esse entendimento e com a constatação de que realmente a medida era menor, o juiz julgou procedente o pedido dos autores e condenou o réu a pagar o equivalente à parte faltante, R$ 65.289,31.(Processo:0032964-28.2010.8.07.0001)

Dicas para evitar manchas de bolor e mofo na parede

20130620142943935998aManchas nas paredes, descascamento de pintura pelo mofo e bolor são as causa que influenciam nas alergias e doenças respiratórias. Por isso, é fundamental executar a impermeabilização. Mas quando isto aparece é preciso investigar a causa e só depois iniciar a correção mais adequada para cada caso, evitando sérios prejuízos no imóvel. Nos edifícios, diversos locais devem ser impermeabilizados, sendo os mais importantes as lajes expostas, os terraços, os reservatórios, as caixas d’água, piscinas, calhas, banheiros, porão de elevadores e muros de arrimo.

Para entender melhor o surgimento desse problema, gerente técnica da Vedacit/Otto Baumgart esclarece como identificar e tratar esse mal. “Existem manchas devido a trincas na parede, tanto do lado interno, como do externo. Paredes externas precisam ter juntas de dilatação para evitar o surgimento de fissuras e trincas. Para o tratamento é preciso verificar se a causa é a trinca o indicado é abri-la em V com largura de 0,5 mm e profundidade de 0,5 mm e calafetar com selante acrílico. As manchas causadas por falta ou falha dos sistemas de captação de água precisam ser reparadas primeiramente pelo lado externo, com a instalação de rufos e calhas”.

Lista de orientações para cada caso:

1) Manchas em lajes e sua proximidade

Causa: aparecem devido a falha ou falta dos sistemas de captação de água de chuva. Já as localizadas no rodapé se devem à umidade do solo e à falta de caimento dos pisos externos (áreas circundantes com caimento para as paredes) ou ao jardim encostado nas paredes.

Tratamento: manchas nos rodapés precisam ter o revestimento removido (retirar tudo até atingir os blocos ou tijolos) e aplicar a argamassa polimérica, em três demãos cruzadas, com intervalos de seis horas cada.

2) Manchas em caixilhos

Causa: o problema está na ausência ou problemas com a calafetação dos mesmos.

Tratamento: os caixilhos devem ser calafetados, pois devido à diferença de dilatação dos materiais as trincas podem aparecer no entorno e propiciar a infiltração de água.

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3) Manchas em fachadas com tijolo aparente

Causa: Como as argamassas são porosas (constituídas de cimento, areia e água), o reboco absorve água facilmente, manchando o revestimento no interior da edificação, por isso precisa ser impermeabilizado. Devem receber tratamento na argamassa de assentamento e nos próprios tijolos.

Tratamento: avaliar primeiro se os tijolos não estão quebradiços, desagregando. A argamassa de assentamento não pode estar pulverulenta e com orifícios, e os tijolos precisam ter boa qualidade, caso contrário, devem ser substituídos. A argamassa de assentamento com orifícios pode ser reparada com argamassa de cimento, areia, adesivo e água. Para o acabamento final recomendamos a aplicação de uma resina acrílica ou hidrofugante, pois ao longo de sua vida útil a parede ela está sujeita ao intemperismo e dilatações térmicas.

4) Manchas em ambientes confinados

Causa: tais ambientes, como box de banheiro (que não possui boa circulação do ar), merecem muita atenção, pois as manchas surgem devido condensação (vapor de água). Um problema que aumenta nos dias frios, quando os banhos são mais quentes.

Tratamento: mancha devido à condensação de água requer ventilação forçada. Os produtos de impermeabilização evitam a infiltração da água na forma líquida, mas o vapor fica depositado sobre o produto e pode manchar a pintura.

5) Manchas em paredes externas

Causa: como estão sujeitas à batida de chuva, podem desenvolver com mais facilidade o aparecimento de fungos e bolor.

Tratamento: precisam receber pintura impermeável. Paredes já pintadas devem ter a tinta removida e serem lavadas com solução de água sanitária. A lavagem é para eliminar fungos e bolor. Enxaguar e aguardar secar bem. Depois iniciar a aplicação do impermeabilizante.

Produtos indicados para evitar manchas na parede:

– Trincas nas paredes: selante acrílico (Fechatrinca).
– Juntas de dilatação: selante elástico à base de poliuretano (Vedaflex).
– Calhas e rufos: fita multiuso autoadesiva Vedacit ou Vedapren Fast.
– Rodapés manchados: Vedatop ou Vedajá.
– Calafetação de caixilhos: Fechatrinca ou Vedaflex
– Tijolos aparentes: Acquella e Vedacil
– Paredes sujeitas à batida de chuva: Vedapren Parede
– Chapisco: Bianco
– Reboco: Vedacit

Informativo Marcelo Lara

Informamos que devido às manifestações do Passe Livre que estão ocorrendo por São Paulo, a imobiliária Marcelo Lara seguindo algumas orientações do comércio, tem reduzido sua carga horária e fechado mais cedo em dias específicos para garantir a seguridade de seus colaboradores.

Lembramos que o contato com a imobiliária também poderá ser feito através do email: contato@marcelolara.com.br

Em caso de visitas à imobiliária essa semana, confirme nossos horários.

Saiba como criar ou repaginar o cantinho de leitura

Um espaço sossegado, uma poltrona confortável e uma iluminação adequada e direta são itens básicos para quem quer montar em casa um canto aconchegante para ler.

Para a designer de interiores Ana Karina Chaves, a primeira peça a ser adquirida para um espaço dedicado à leitura é uma luminária articulada com facho direto, dirigido para o livro, a ser posicionada atrás e um pouco acima do lugar onde estará o leitor.

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“Tais equipamentos são práticos, pois se adaptam às diferentes alturas e posições e aos diversos ambientes da casa”, explica a decoradora. Chaves recomenda ainda a escolha de lâmpadas LED ou fluorescentes em tons amarelados, porque são mais agradáveis aos olhos e esquentam menos.

Segundo a arquiteta Klazina Norden, a poltrona deve ser confortável e, de preferência, com um apoio para os pés. “Isso ajudará a pessoa a relaxar e desfrutar com mais prazer da sua leitura.”

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Para rematar o espaço em grande estilo, Norden indica a escolha uma estante que, além de abrigar livros, objetos e revistas, tenha design diferenciado. “O mercado oferece inúmeras opções, mas, se desejar algo exclusivo, busque um projeto único desenvolvido por um profissional capacitado e executado por uma marcenaria”, completa.

Relaxe  e leia

A arquiteta Karina Afonso conta que, para montar um espaço de leitura em casa, o importante é salientar a sensação de bem-estar e conforto e que para isso não é preciso lançar mão de um projeto complexo. “Uma estante, uma poltrona ou sofá confortáveis e de preferência com braços de apoio, iluminação adequada, ventilação favorável e uma pequena mesa são elementos para transformar qualquer lugar da morada num cantinho relaxante”, explica.

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Para o arquiteto Arthur Athayde, o ambiente voltado às horas dedicadas aos textos pode fazer parte de praticamente todos os cômodos da casa, inclusive da varanda, geralmente beneficiada pela boa iluminação natural e pela tranquilidade. “Nichos e mesas laterais podem receber os livros preferidos, que, depois de lidos devem  voltar para a estante”.

Carla Cocenza, gerente comercial da Vialight, diz que geralmente recomenda as luminárias de mesa ou trabalho, também conhecidas como abajures de tarefa, por serem caracterizadas pelo bom foco luminoso, que ganha ainda mais precisão quando a peça é articulada.

De acordo com Cocenza, a lâmpada faz uma diferença enorme para a leitura. “O ideal é usar as de tonalidade clara, entre 4.000 K a 6.500 K, para despertar a atenção do leitor. Se as lâmpadas forem de tons ‘mornos’, que variam de 2.700 K a 3.000 K, tendem a criar uma sensação de sonolência por lembrar o entardecer, algo aconchegante demais para permitir a total atenção”.

luminarias-de-mesa-5A gerente salienta ainda que é preciso ter uma boa intensidade luminosa para enxergar com clareza, ainda mais se o leitor tiver mais de 50 anos. “Hoje se usa muito LED por não emitir calor e raios UV e pelo baixo consumo de energia, geralmente de 5 W, mas é importante também utilizar uma luminária de qualidade e boa procedência para garantir a segurança”, ressalta.

Como acho um bom corretor para vender imóvel de R$ 1 milhão?

Resposta por Alex Strotbek*:

Em um primeiro lugar, precisamos entender a figura do corretor de imóveis. Ele é um intermediador: não trabalha com um único lado, mas está entre vendedor e comprador.

No mercado do Rio de Janeiro, por exemplo, que se encontra aquecido, há muitos aventureiros, corretores recém habilitados e com pouca experiência no negócio imobiliário. Esta situação se dá por nos encontrarmos em um momento de “boom” imobiliário, com preços muito altos, o que acaba se tornando um chamariz para novos profissionais.

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Mais precisamente no seu caso, o ideal é buscar as imobiliárias tradicionais na sua microrregião e apresentar seu imóvel, para que estas o cadastrem em seu estoque de imóveis para a venda.

Também é interessante sondar as imobiliárias regionais e bem conceituadas. Mesmo que pequenas, elas farão o trabalho de base, que é anunciar o imóvel tanto por meios eletrônicos (internet) como em jornais de grande circulação, podendo assim gerar mais visitas.

 

clientes-corretor-de-imoveis-portal-cptAs imobiliárias maiores não somente investem na divulgação, mas selecionam melhor seus colaboradores (corretores autônomos), assim como também investem no treinamento constante destes. Além disso, têm melhor infraestrutura e estrutura de pessoal.

 

 

Por último e não menos importante, o bom corretor é aquele que:

Gera confiança e está à disposição;
Conhece o mercado, a região ou microrregião, em termos de preços, tipos de imóveis etc.;
Está bem estabelecido fisicamente, com estrutura para fazer um bom trabalho;
Tem sua habilitação regular junto ao CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), ou seja, é tecnicamente capacitado, conhecendo não somente de vendas, mas também as condições legais mínimas para a venda de um imóvel.

Vale ressaltar que antes de colocar o seu imóvel à venda, o vendedor deve solicitar a avaliação de três corretores, e assim verificar se o preço desejado é também compatível com o que é praticado no mercado. Este já será um bom momento para avaliar o trabalho dos corretores e imobiliárias.

*Alex Strotbek é consultor imobiliário especializado na gestão executiva de novos negócios no mercado imobiliário nacional e internacional. Graduado em Administração de Empresas, Comércio e Contabilidade pela escola de comércio Schweizerische Alpine Schule Davos, na Suíça, possui expertise em contratos imobiliários de compra e venda, permutas física e financeira, incorporações e lançamentos imobiliários e já gerenciou e acompanhou diversas negociações na área – desde o desenvolvimento e planejamento, até a execução das vendas.

Cobre é cada vez mais aplicado na decoração de jardins

Embora as propriedades benéficas do cobre sejam conhecidas desde a antiguidade, o metal não deixa de surpreender e inspirar arquitetos e designers. Depois de conquistar o interior de ambientes, o cobre também encontrou lugar ao ar livre, graças às propriedades inerentes como durabilidade, resistência à corrosão e versatilidade. Estas características fazem com que o metal seja cada vez mais popular entre designers e paisagistas.

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Altamente resistente à corrosão, o cobre é um dos materiais preferidos para estruturas submetidas a condições climáticas difíceis. Telhados ou fachadas de cobre se caracterizam por ter a mesma vida útil que o edifício que está protegendo.

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Esta resistência também faz do cobre a escolha perfeita para os acessórios ao ar livre – calhas, regadores ou duchas que resistem ao tempo. Além disso, mais de 40% do cobre utilizado na atualidade é reciclado e essa característica aumenta sua presença em projetos voltados para a sustentabilidade e meio ambiente.

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Decoração externa, jarras, acessórios de jardim, mobiliário; há uma infinidade de maneiras de usar cobre ao ar livre. Por ser maleável, o metal pode adotar diferentes formas e cores devido à oxidação natural. Avermelhado em seu estado natural, sua aparência e cor podem mudar com o tempo, tornando-se café e logo com tonalidade esverdeada. Assim como as plantas, o cobre muda de acordo com as estações do ano.

Outra vantagem está no uso de vasos em cobre como método complementar ao controle de pragas. O cobre tem propriedade fungicida e bactericida. Em contato com o metal, fungos e bactérias morrem em até duas horas. Esta propriedade faz com que o cobre seja um dos materiais preferidos dos designers na escolha de suportes, telas de proteção, discos que impedem o crescimento de musgo e moldes como pedras decorativas, entre outros.

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A vistoria de imóveis deve ser feita antes da entrega das chaves para evitar situações desagradáveis

Mudar-se para um imóvel próprio ou alugado requer uma ação cautelosa para evitar transtornos que possam causar prejuízos aos futuros moradores. Afinal, é preciso conferir se o que foi negociado condiz com o que está sendo entregue. Por isso, a vistoria cuidadosa é fundamental. Especialistas do setor imobiliário recomendam, se possível, que o trabalho seja realizado por profissionais de áreas diversas, como engenheiro civil, arquiteto, eletricista e até mesmo bombeiro hidráulico.

O corretor da RE/MAX Futuro Breno Rosa ressalta que a vistoria é importante para examinar o acabamento, as instalações e a construção em geral. “Verificar tudo antes garante uma decisão mais acertada e sem problemas no futuro. O comprador deve pedir uma visita ao imóvel objeto da compra pelo menos 24 horas antes de lavrar a escritura pública de compra e venda”, orienta.

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Todos os aspectos do imóvel devem ser averiguados, como destaca Breno Rosa. Isso vai desde os materiais que compõem o memorial descritivo (o que foi acordado) até os aspectos estruturais, como paredes e tetos. “Além disso, deve-se estar atento aos pormenores inerentes à construção, como defeitos que possam estar aparentemente visíveis, como rachaduras nos tetos e paredes e até mesmo deformações na estrutura. É preciso exigir que o laudo da vistoria esteja pronto e que seja entregue ao comprador, antes de lavrar a escritura”, informa.

O advogado especialista em direito imobiliário e presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Imobiliários (Ibei), Fernando Augusto Cardoso de Magalhães, confirma a necessidade de recorrer a um profissional habilitado para auxiliar nesse tipo de inspeção. “O Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias (Ibape/MG) tem uma lista de profissionais especializados em vistorias de bens imóveis”, indica.

Segundo ele, no laudo de vistoria serão descritas, detalhadamente, as condições do imóvel. “Paredes, portas, revestimentos, metais e louças do banheiro e da cozinha; a qualidade dos materiais utilizados na construção, se estão de acordo com o memorial descritivo ofertado (venda de imóvel na planta), e de todos os itens instalados, como gabinete de cozinha, lustres e boxe de banheiro”, detalha Magalhães.

Checklist

O laudo deve ser assinado pelas partes, locador e locatário ou promitente vendedor e promitente comprador, como acrescenta o presidente do Ibei. “Para não haver dúvidas quanto à qualificação boa ou regular do estado de conservação, por exemplo, anexe ao laudo fotos do imóvel”, orienta.

O administrador Felipe Franco, que comprou um imóvel na planta na Região Oeste de Belo Horizonte, destaca a importância de se preocupar com a vistoria. “Por se tratar de um bem de altíssimo valor, torna-se importante que, no recebimento das chaves, sejam verificado todos os itens, como rede hidráulica, elétrica até a análise do piso, por exemplo se a água escorre para o ralo, entre outros.”

De acordo com ele, é sempre bom que, antes de assinar o termo de recebimentos das chaves do imóvel, o proprietário faça essa vistoria. “Se possível, acompanhado de algum engenheiro ou técnico que tenha conhecimentos em construção civil. No meu caso, tive o auxílio da minha mulher, que é engenheira civil”, conta Franco.
Todo cuidado é pouco
Para evitar cair na armadilha, é importante apurar a origem do problema, que pode ser anterior à ocupação do imóvel

Quando uma vistoria detalhada não é feita quando o imóvel está sendo entregue para o novo ocupante, seja ele locatário ou adquirente, nem sempre uma perícia conseguirá apurar a origem do vício da construção e, consequentemente, a responsabilidade do causador do problema, como alerta o sócio da Moura Tavares, Figueiredo Moreira e Campos Advogados e especialista em direito civil Ricardo Gorgulho. “Em algumas situações, um perito engenheiro poderá precisar que determinado vício decorre de fato anterior à ocupação do imóvel, mas em outros casos essa prova não será possível, dificultando a defesa dos direitos da parte prejudicada.”

Gorgulho explica que o locador responde pelos vícios ou defeitos anteriores à locação, embora o locatário seja responsável pela manutenção e conservação do bem. “Salvo se o problema decorre de um vício estrutural para o qual não concorreu. Da mesma forma, o construtor responderá pela solidez, segurança e construção do edifício, mas não será responsável por eventuais mudanças feitas no imóvel pelo adquirente, que não tiveram o seu conhecimento.”

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O corretor da RE/MAX Futuro Breno Rosa lembra que é preciso examinar acabamento, instalações e a construção em geral. Jennifer Conde, também consultora da RE/MAX Futuro, diz que, caso a vistoria não tenha sido feita em um imóvel adquirido na planta e sejam constatadas falhas e defeitos, eles devem ser informados imediatamente à construtora, para que ela possa reconhecer e autorizar a reparação do imóvel, dentro do prazo preestabelecido.

De acordo com Jennifer, no caso de imóveis na planta existe uma carência de seis meses para que sejam identificados pequenos vícios da construção e a construtora fica disponível para atender as necessidades dos atuais proprietários, desde que devidamente comprovados. Seis meses após a entrega das chaves, a situação fica mais delicada, sendo estudada caso a caso pela construtora, por uma empresa responsável pelo pós-venda ou por ambas”, adverte.

O presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Imobiliários (Ibei), Fernando Augusto Cardoso de Magalhães, explica que na entrega do imóvel vendido na planta, a vistoria é feita na presença do promitente comprador (consumidor) com um representante legal da promitente vendedora (construtora/incorporadora), para atestar que o imóvel está atendendo as especificações e qualidades de materiais prometidas no memorial descritivo, que deve acompanhar todo contrato de promessa de venda e compra de imóvel em construção ou vendido na planta.”

No caso da aquisição de imóveis usados, a vistoria também é importante, como destaca Magalhães, pois será por meiodela que o comprador poderá verificar o real estado de conservação e manutenção das instalações elétricas e hidráulicas do imóvel, bem como do condomínio que o integra, a fim de que o comprador não seja surpreendido com despesas extraordinárias no condomínio.

Em se tratando de locação, o presidente do Ibei diz que o termo de vistoria será realizado pelo locador ou seu representante. No documento, que deverá integrar o contrato de locação, deve constar o estado de conservação e demais itens instalados (armários, gabinete de cozinha, lustres e boxe de banheiro etc). “Caso o inquilino, quando do recebimento do imóvel, detecte problemas como rachaduras, manchas, vazamentos ou elétricos, poderá fazer novo anexo ao contrato e exigir a assinatura do locador. Se ele se negar a assinar o documento, poderá ser notificado via cartório para constituir prova das condições originais do bem imóvel”, diz Magalhães.

Se forem constatadas falhas e os responsáveis não se manifestarem para resolver o problema, a orientação do advogado Ricardo Gorgulho é que a parte prejudicada procure um advogado a fim de propor a ação cabível. “Muitas vezes é aconselhado o ajuizamento de ação cautelar de vistoria, antes do ajuizamento de ação de indenização contra o causador do dano.”

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Vistoria

– Na planta: quando da entrega do imóvel, é feita na presença do promitente comprador com um representante legal da construtora/incorporadora para atestar que o imóvel atende as especificações e qualidades de materiais prometidas no memorial descritivo, que deve acompanhar o contrato de promessa de compra e venda do imóvel em construção ou vendido na planta.– Usado: deve-se verificar o real estado de conservação e manutenção das instalações elétricas e hidráulicas do imóvel, bem como do condomínio que ele integra, caso o imóvel seja um apartamento. Isso evita que o comprador seja surpreendido com despesas extraordinárias na taxa condominial.– Alugado: o termo de vistoria, que deverá integrar o contrato de locação, será realizado pelo locador ou seu representante, informando o estado de conservação e demais itens instalados. Caso o inquilino, quando do recebimento do imóvel, detecte problemas, poderá fazer novo anexo ao contrato e exigir a assinatura do locador. Se ele se negar a assinar o documento, poderá ser notificado via cartório.

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