Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Decoração retrô dá toque original ao quarto do bebê

O quarto de bebê merece uma decoração na medida certa, que leve em conta o conforto e as necessidades do pequeno morador. Os pais normalmente de divertem com a montagem do cômodo e procuram trabalhar com diferentes elementos decorativos que ditam o rumo do projeto, como as cores, móveis, acessórios e revestimentos.

Existem ideias que servem de inspiração para o quarto do bebê. No entanto, algumas abordagens são tão óbvias que já estão desgastadas, como combinar rosa com branco para decorar um quarto de menina.

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Quem deseja fugir do óbvio e elaborar uma decoração mais original para o quarto do bebê pode se inspirar na temática “retrô”. A proposta consiste basicamente em resgatar tendências de outras épocas, ou seja, montar o ambiente com releituras de móveis e acessórios que se consagraram nas décadas de 40, 50, 60 e 70.

Muitos pais se identificam com o estilo retrô, afinal, os elementos visuais criam uma atmosfera acolhedora, nostálgica e delicada. As peças que fizeram sucesso em outros tempos também são capazes de criar um clima mais charmoso, em comparação com as propostas atuais.

Se o quarto for feminino, a decoração pode ser inspirada na onda pin-up. O estilo valoriza tons contrastantes, como preto e rosa, amarelo e preto ou verde e preto. As combinações parecem ousadas para o quarto de um recém-nascido, mas o resultado visual é muito interessante.

Existem outras formas de ressaltar o clima retrô, como o uso de estampas de poás e listras. Esta aposta é muito eficaz na decoração, principalmente na hora de trabalhar com os têxteis e com papel de parede. Quanto ao mobiliário, ele é composto por peças com estilo clássico.

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As luminárias também se destacam como elementos decisivos neste tipo de decoração. O lustre, por exemplo, pode ficar pendente e proporcionar uma saudosa viagem ao passado. Acessórios como brinquedos antigos também ajudam a criar um clima nostálgico.

5 hotéis super caros e luxuosos pelo mundo

Já imaginou gastar cerca de um milhão de dólares em um pacote de viagem? Quem se hospeda e uma dos hotéis mais caros e luxuosos do mundo pode chegar a gastar tudo isso só para desfrutar de padrões de conforto inimagináveis para nós, reles mortais. Nesses lugares, uma simples sobremesa pode valer ouro e personalização é a alma do negócio.

Conheça agora alguns dos hotéis mais caros e sofisticados do planeta e descubra o que faz algumas pessoas gastarem fortunas só para dormir ou jantar neles.

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Emirates Palace

Com 302 quartos e 92 suítes decorados com mármore importado e folhas de ouro, o Emirades Palace fica em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Os quartos possuem sistema de entretenimento individual e controles de luz por touchscreen.

Além dos dois tapetes tailandeses, que chegam a pesar uma tonelada, e das mais de mil luminárias, o hotel conta com 128 cozinhas e gasta, por ano, cinco quilos de ouro comestível nas sobremesas. A construção desse nada modesto palácio custou 3 bilhões de reais, o equivalente ao PIB de países africanos como Ruanda e Malauí. Um pacote de férias de uma semana, personalizado ao gosto do cliente, pode chegar a custar um milhão de dólares.

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Hotel Cliveden

Esse clássico hotel localizado em Berkshire, Inglaterra, é digno da realeza britânica. Já serviu de repouso para gente ilustre como o rei George I, Charles Chaplin, Roosevelt e rainha Victoria. O lugar investiu em móveis e antiguidades para dar aos visitantes a sensação de estar em um hotel do século XIX.

Ele possui uma área de mais de 1.500 quilômetros quadrados de jardins e bosques, além de spas, barcos e lanchas para quem quer cruzar o Tâmisa em um navio de alto padrão. O lugar recebe festas e eventos da nata da sociedade britânica. Uma noite no hotel custa a partir de 820 reais e pode chegar a 5 mil reais. Muito dinheiro só para ser vintage, não acha?

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Wolgan Valley Resort e Spa

Localizado no deslumbrante cenário das Blue Montains, na Austrália, o lugar é um refúgio para turistas de alto poder aquisitivo. Foi construído em uma antiga fazenda e garante privacidade e o descanso total a quem chega, proibindo o acesso de pessoas de fora, além de não possuir cobertura de telefone celular.

Apesar do estilo rústico, o hotel possui estrutura moderna e 40 suítes em forma de bangalôs, equipadas com jacuzzi e piscinas privativas. Espere gastar, em média, 3 mil reais por uma noite aqui.

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Seven Stars Galleria

O único hotel sete estrelas de toda a Europa fica em Milão, na Itália. Construído dentro da Galleria Vittorio Emanuele II, um monumento histórico do século XIX, o lugar oferece uma experiência totalmente personalizada para seus hóspedes. No momento da reserva, os membros do staff fazem uma pequena entrevista para descobrirem as preferências individuais de cada pessoa.

Um motorista, uma limusine e um mordomo aguardam a chegada dos clientes ao aeroporto e ficam à disposição durante toda a estadia. E você pode esperar mais mimos: um drink de boas vindas ao som da sua playlist favorita, sua marca de travesseiro e cobertor predileta e seus pratos preferidos te aguardam no Sevem Stars Galleria. Tudo isso por uma bagatela de no mínimo 1,3 mil reais.

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Faena Hotel and Universe

Um mergulho pelo mundo das celebridades e milionários, o Faena Hotel and Universe é um recanto de elegância e beleza localizado bem aqui, na América do Sul, mais especificamente em Puerto Madero, Argentina. Um dos restaurantes do lugar, o El Bistro, é considerado um dos três melhores em hotel do mundo.

Decorado por um dos designers mais famosos da atualidade, o francês Philippe Starck, o lugar possui quartos brancos que transmitem a mais pura paz, um spa e uma casa de shows no estilo dos cabarets dos anos 1920 onde é possível assistir a incríveis apresentações de tango e shows musicais. Gostou? Então espere desembolsar cerca de mil reais por noite para ficar ali.

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Os bairros de SP com mais lançamentos de imóveis em 2013

Pesquisa realizada pelo grupo de venda de imóveis Abyara Brasil Brokers mostrou que o bairro da Liberdade teve o maior número de unidades residenciais lançadas no primeiro trimestre de 2013 na capital paulista, seguido pela Barra Funda, Tatuapé Vila Mariana e Saúde, respectivamente.

O estudo foi feito pelo setor de inteligência imobiliária da empresa, que monitora dados de lançamentos de todo o mercado imobiliário de São Paulo.

Bruno Vivanco, vice-presidente comercial Abyara Brasil Brokers, explica que inúmeras variáveis podem justificar o maior número de lançamentos em alguns bairros em detrimento de outros, mas alguns fatores podem ser destacados em uma primeira análise. “Os cinco bairros com maior lançamento têm em comum o fato de ficarem em regiões com metrô. A cidade está tão caótica que tem sido fundamental para quem busca moradia estar próximo ao metrô. E as construtoras vão para esses lugares porque sabem que esses bairros têm demanda”, diz.

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Por outro lado, o que pode explicar o escasso número de lançamentos em alguns bairros no primeiro trimestre é a menor disponibilidade de outorga para novas construções dessas regiões. “Muitos dos bairros mais tradicionais já não têm tanta disponibilidade de outorga”, diz Vivanco.

O aumento dos preços também pode ter influenciado o comportamento dos lançamentos. Segundo Vivanco, com a constante elevação dos valores dos terrenos, dos insumos de construção e dos salários ficou muito caro construir em bairros mais nobres. Mais um fator que pode levar as construtoras a se direcionarem a bairros menos valorizados.

Na tabela a seguir são apresentados os números de lançamentos residenciais verticais no primeiro trimestre e o número de unidades vendidas no mesmo período.

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Feirão da Caixa começa nesta Sexta-Feira 03/05

Quem adquirir imóvel no 9º Feirão da Caixa da Casa Própria pagará a primeira prestação somente em 2014. Se alguém contratar um financiamento imobiliário, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), no período do Feirão, começa a pagar em janeiro. O Feirão começa em São Paulo e Fortaleza, dia 3/5, e depois percorre várias cidades do país.

No Brasil serão oferecidos 400 mil imóveis para os interessados em fechar negócio, principalmente, com as 1.400 construtoras que participam desta edição. São Paulo abrirá o evento com mais de 136 mil imóveis, sendo 54.883 novos ou em construção e 81.897 usados, distribuídos pelas regiões paulistanas, pela Grande São Paulo e Baixada Santista. Numa área de 22.464 metros quadrados, estarão presentes por volta de 100 construtoras e 133 imobiliárias. O atendimento até 5/5, três dias de evento, será realizado por 1.500 pessoas, especialistas em habitação que, além das informações, farão simulação do valor do crédito até consolidar o negócio.

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Quem está interessado em financiar a casa própria encontrará imóveis em toda a grande São Paulo para todas as faixas de renda, para pagar em até 35 anos a juros a partir de 4,5%. A vantagem do Feirão é que o cliente pode conhecer o imóvel, dar entrada na documentação (RG, CPF e comprovante de residência) para o financiamento e até fechar o negócio. Isso tudo num único local, sem perder tempo.

No ano passado, o Feirão de São Paulo recebeu mais de 61 mil pessoas, assinou e encaminhou mais de 2,5 bilhões de negócios, referentes a 21.155 contratos. As perspectivas são boas para 2014. Antes mesmo do Feirão, até 20/4, a Caixa já havia assinado mais de 99 mil contratos, no valor de R$ 9,05 bilhões de financiamento. Segundo o superintendente da Caixa, Paulo José Galli, “até 20/4 deste ano, o volume de contratações de crédito imobiliário na Caixa cresceu 39% em relação ao mesmo período do ano passado”.

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A Caixa está preparada para dar todas as informações nas suas agências e também pelo Atendimento ao Cliente do banco – 0800-726-0101 –, durante 24 horas por dia, inclusive finais de semana. A simulação para obter o crédito imobiliário também está disponível na internet, no endereço: www.caixa.gov.br.

SÃO PAULO
3 a 5 de maio, Centro de Exposições Imigrantes, das 10h às 20h
Sábado – das 10h às 20h
Domingo – das 10h às 18h

Transforme os ambientes levando a luz natural para dentro de casa

O sol passou um bom tempo na berlinda por conta de seus efeitos na pele. Dentro de uma casa, no entanto, nunca houve dúvida: quanto mais luz natural, melhor. Cientes disso, os arquitetos estão sempre em busca de soluções para trazer o sol para dentro e iluminar o ambiente.

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Dando uma segunda chance para o tapete

A taça de vinho manchou, o sapato da rua deixou encardido, o cãozinho fez besteira… e R.I.P tapete. Chega uma hora na vida em que todo tapete decreta “o fim da linha”, seja pelo desgaste diário – ou pelo convívio com donos desastrados, como é o caso do coitado aqui de casa. No entanto, tapete não é lá objeto que se troque todo dia. Afinal é caro, complicado de lavar, pesado e ocupa espaço para guardar no armário. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de manter o seu com cara de novo. “No tapete nãaao!”. Só quem cuida da sua própria casa agora é que finalmente entende o apelo quase que desesperado da nossa mãe, não é mesmo?
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Mas se, por alguma ironia do destino, seu tapete sofrer um acidente e ficar manchado, antes de declarar perda total, que tal dar uma chance extra a ele? Com tinta para tecido, pincel e fita crepe você consegue disfarçar as manchas pintando por cima delas. Basta ter certeza de que a área a receber a tinta cobrirá as partes manchadas. E o melhor: como a tinta é para tecido, a limpeza do tapete pode ser feita com água, sabão ou até na máquina de lavar. Use a fita crepe para demarcar a área do desenho e depois use o pincel para aplicar a tinta dando batidinhas sobre o tapete. Depois é so esperar secar e retirar a fita crepe! Tapetes de algodão ou sisal são perfeitos para receber uma cara nova com cor e tinta.
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Veja 10 dicas para declarar imóveis no IR 2013

Valor do imóvel não pode ser atualizado a preço de mercado.
Contribuinte que vende um bem deve apurar o ganho de capital.

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Comprar – ou ganhar – um imóvel é muito bom, mas na hora de informar esta 

transação na declaração de Imposto de Renda, tem contribuinte que até preferiria nem ter casa própria nessa hora.

Tudo é motivo de dúvida: se o imóvel foi financiado, se foi comprado por mais de uma pessoa, se está em reforma… Prova disso é que, ao longo de todo o período de entrega da declaração, respondemos dúvidas de leitores sobre os mais variados temas relacionados ao IR. O item com o maior número de dúvidas foi justamente o de imóveis.

1) Aquisição de imóvel: Quem adquiriu um imóvel no ano anterior deve informar a transação preenchendo a ficha de “Bens e Direitos”, no item 21. No campo “Discriminação”, é preciso informar todos os dados da negociação, tais como valor total do negócio, dados do vendedor, endereço do imóvel, forma de pagamento, etc.

2) Data da inclusão do bem na declaração: Muitos contribuintes ainda acham que somente após passar a escritura de propriedade é que os imóveis devem ser lançados na declaração. “Isso é um erro. Qualquer formalização de compra e venda deve ser declarada. Por exemplo, a compra de um imóvel na planta deve ser declarada deste o primeiro pagamento à construtora”, diz Edmilson de Ataide, da Contek.

3) Valor da escritura ou do contrato
: É importante declarar o imóvel sempre pelo valor de transação efetivo. De acordo com o especialista da Contek, “uma combinação para desvalorizar o imóvel visando economizar as despesas cartoriais, por exemplo, é um erro, pois as taxas de cartórios incidem sobre o valor venal ou valor da transação, o que for maior; e a depreciação do valor do imóvel fará o contribuinte pagar mais imposto de ganho de capital na hora da venda”. Além disso, este tipo de transação possui registros públicos que podem ser acessados pela Receita e cruzados com as informações apresentadas pelo contribuinte. Custos com emolumentos de cartório e pagamento de comissão para corretores podem ser somados ao valor de aquisição do imóvel.

4) Valor do imóvel: Se o imóvel for financiado, o contribuinte deve informar no campo “Situação em 31/12/2012” da ficha de “Bens e Direitos” somente o valor da entrada e as parcelas pagas até o último dia do ano. O valor total do imóvel é composto pela soma dos pagamentos ano após ano. Além disso, ainda que o valor do imóvel esteja defasado, não é possível atualizar este custo a preço de mercado.

5) Ficha de ‘Dívidas e Ônus reais’: Diferentemente do que muitos acreditam, compra de imóveis por meio de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) ou sujeito às mesmas condições, ou seja, aqueles nos quais o bem é dado como garantia do pagamento – como alienação fiduciária, hipoteca e penhor – não devem ser informadas na ficha de “Dívidas e Ônus Reais”.

6) Herança ou doação: No caso de um imóvel recebido por meio de herança ou doação, é preciso relacionar o bem na ficha de “Bens e Direitos”, informando no campo “Discriminação” o nome e CPF do doador. No campo “Situação em 31/12/2012” deve informar o valor do bem ou direito recebido, conforme estabelecido pelo instrumento de doação. Além disso, é preciso informar o valor correspondente à doação na linha 10 – “Transferências Patrimoniais” – da ficha “Rendimentos Isentos e Não tributáveis”.

7) Venda e ganho de capital: Os bens vendidos em 2012 precisam ser informados na declaração de 2013. A venda deve ser explicada com detalhes no campo “Discriminação” da ficha “Bens e Direitos”, com os dados do comprador (nome, CPF e valor da escritura ou contrato). O campo “Situação em 31/12/2012” não deve ser preenchido. A Receita Federal disponibiliza em seu site o programa GCAP (Ganho de Capital) para que sejam informados os dados referentes á alienação de bens e direitos, inclusive imóveis. Deverão ser informados os dados do imóvel, dados do comprador, além da forma em que a venda foi feita. Na maioria das vezes, a diferença entre o valor do imóvel declarado e o valor da venda gera um ganho, e este valor deve ser tributado. O prazo para recolhimento do imposto sobre ganho de capital é de 30 dias. Se o contribuinte possuir apenas um imóvel e a venda ocorrer por valor igual ou inferior a R$ 440 mil, ou ainda se ele utilizar o valor da venda para comprar outro imóvel no prazo de 180 dias, não haverá incidência de imposto sobre o ganho. Nos dois casos isso vale se o contribuinte não realizou operação similar nos últimos cinco anos. Outra situação de isenção são os ganhos apurados na venda de imóveis adquiridos até o ano de 1969, uma vez que nesses casos há redução de 5% ao ano sobre o valor do ganho, ou seja, 100% de redução do lucro aos 20 anos ou mais.

8) Reformas/benfeitorias: Despesas com construção, ampliação ou reforma de um imóvel devem ser informadas na declaração de ajuste anual e esta é a única maneira de alterar o custo de aquisição de um bem. As benfeitorias devem ser informadas na ficha de “Bens e Direitos”, no campo “Discriminação” do respectivo imóvel. Todas as despesas precisam estar comprovadas por documentação hábil e idônea – como notas fiscais e recibos –, que deve ser mantida em poder do contribuinte por pelo menos cinco anos.

9) Compra em conjunto: O contribuinte que comprar um imóvel em conjunto com outra pessoa deve informar na declaração o percentual a que tem direito. Deve-se informar na ficha de “Bens e Direitos” que o imóvel foi adquirido em sociedade e o percentual da propriedade do declarante. Caso os compradores façam declaração em conjunto, somente o titular deve informar o bem. A exceção é no caso de casais que fazem a declaração em separado. Apenas um dos cônjuges deve informar a posse do bem.

10) Aluguel: Os valores recibos a título de locação de imóvel são considerados rendimentos tributáveis. O proprietário deve informar como “Rendimento Tributável”, já diminuído de impostos, taxas e emolumentos, desde que ele mesmo tenha pago esses encargos.

Na hora de comprar imóveis, nem sempre o lançamento é a melhor opção

Na hora de comprar um imóvel, a preferência nacional costuma tender para o lançamento. Novos empreendimentos são bastante atrativos em função da possibilidade de adaptar a planta para as necessidades da família, da estética atual e da propaganda massiva, tudo ao alcance do financiamento.

LopesImmobilis-ImovelFest40Mas a escolha aparentemente óbvia nem sempre é a mais acertada na opinião de Thomaz Assumpção, presidente da Urban Systems. Para ele, casas e apartamentos mais antigos trazem benefícios que só ficam visíveis quando a decisão de compra vai além da emoção e leva em conta a forma como os indivíduos de relacionam com sua moradia e vizinhança.

Esse fator é chamado de Cidade Mental. “Decidir aonde se vai morar depende da Cidade Mental, que engloba os usos que as pessoas fazem do espaço urbano. De acordo com seu perfil sociocultural, o indivíduo busca uma vizinhança que atenda à sua lógica urbana, ou seja, a suas necessidades e aspirações, que são influenciadas pelo tripé moradia-trabalho-lazer”, explica. Para Assumpção, essa lógica desenvolve-se ao redor do mesmo eixo ao longo da vida e dificilmente é rompida, mesmo em face de grandes acontecimentos como casamento, nascimento dos filhos ou mudanças na vida profissional que impliquem em aumento do rendimento.

Por isso é importante lembrar: planta e decoração podem ser atualizadas para acompanhar as novidades estéticas e de estilo de vida. Mas a localização não muda nunca, e a proximidade com transporte público, escolas, escritórios ou opções de lazer deve pesar na hora de comprar o imóvel.

Closets são mais do que “grandes armários”, veja como planejá-los e organizá-los

Assim como o banheiro, a cada dia o closet ganha mais importância na casa, seja pelo espaço reservado – que, muitas vezes, chega a ocupar mais metragem que um dormitório -, seja pela variedade de acessórios disponibilizados pelo mercado. Verdadeiros quartos de vestir, esses cômodos tornaram-se aconchegantes e bonitos. Lugares agradáveis de estar.

Porém, antes de tudo, o closet – que é um armário ampliado – deve ser funcional. Assim, para que o resultado final atenda suas necessidades, o planejamento é fundamental e se inicia com a redação de uma lista com o número de peças a serem guardadas e o tipo de vestes usadas no dia a dia, se há muitas roupas sociais (de gala) e se existe o desejo de guardar outros pertences como malas, sapatos, bolsas e acessórios neste espaço. Tal fórcula cabe tanto para a organização de um closet já existente, quanto para a formulação de um novo ambiente de vestir e armazenar.

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Outra dica a ser levada em conta é a da arquiteta Selma de Sá, que aconselha um estudo sobre a maneira de organizar as roupas como o volume de itens pendurados, dobrados ou dispostos em colmeias e quais as reais possibilidades de armazenagem do espaço disponível para receber os nichos, cabideiros e armários. Sá sugere ainda usar “o sistema inverno e verão, organizando em caixas no maleiro itens mais pesados como casacos e botas, no meses mais quentes do ano, e biquinis e itens mais frescos, no frio”. 

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Nesse ínterim, avalie também se há valores que pedem armários, nichos ou gavetas fechadas com chaves para o caso de bijuterias finas ou documentos, por exemplo. E, caso o espaço seja compartilhado é importante observar a forma como serão divididos os armários entre as partes, especialmente no caso da divisão entre a armazenagem de itens masculinos e femininos.

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Ambiente bem acabado

No que tange a escolha dos acabamentos, os arquitetos recomendam que o closet siga a linguagem decorativa do restante da casa, bem como ofereça facilidade de limpeza e manutenção. Comuns em muitos projetos, os espelhos nas portas “além de aumentarem o espaço, ampliam a iluminação e ajudam a verificar como está a produção”, ou seja, são bons recursos como justifica Selma de Sá. Acabamentos em tons claros ou branco permitem que os matizes das roupas se destaquem são boas pedidas. Outro cuidado essencial é quanto à boa iluminação: “A ideal mistura luz branca e amarela, para reproduzir com maior fidelidade as cores”, ressalta Motta. A arquiteta Maithiá Guedes explica que costuma trabalhar com pontos focados que iluminem a área de cada porta. “Usamos muito também rasgos no forro com iluminação branca”, revela.

Qualquer canto pode se transformar em área de lazer

Uma sacada ou varanda de casa ou apartamento, por exemplo, pode se tornar um espaço gourmet ou uma área de descanso para receber os amigos.

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