10 ambientes com iluminação indireta

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Além de acabamentos incríveis e móveis bonitos, uma decoração perfeita não acontece sem a iluminação.

Quando feita de forma indireta, ela é capaz de tornar os ambientes mais acolhedores. Abajures ou arandelas são alguns responsáveis por esse tipo de iluminação, proporcionando aconchego e conforto visual conforme clareia paredes e teto. A luz é instalada no chão, no gesso ou até no forro, refletindo, sem atingir diretamente, na região que precisa ser iluminada

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esta sala de estar de 40 m², a arquiteta Valeria Bartholi, da Duo Interiores e Design, usou um trilho de alumínio com pintura eletrostática branca, distante 20 cm do teto e suspenso por duas hastes metálicas. O trilho possui oito luminárias em posições alternadas, com focos de luz para baixo e para cima.

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Para a sala de 48 m², a arquiteta Gabriela Marques apostou na iluminação com 20 spots de dois tamanhos fixados em um perfilado de seis barras de alumínio, presas por parafusos na laje. Gabriela decidiu não rebaixar o teto para ganhar sensação de amplitude.

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Neste apartamento de 270 m², projetado pelo escritório FGMF Arquitetos, os profissionais criaram elementos de madeira para guardar as coleções de livros da família com iluminação de Led da Maná Eletro.

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Para acompanhar a poltrona Charles Eames, que a moradora já tinha, a arquiteta Paula Mattar colocou a luminária de chão Tolomeo, da La Lampe, que possui braço articulável e cúpula de pergaminho com lâmpada soft de 100 watts. O abajur é da Marché Art de Vie

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A arquiteta Valeria Bartholi, da Duo Interiores e Design, também apostou em um estilo mais industrial para essa cozinha de 10 m². Para iluminar, Valeria usou um trilho de alumínio com pintura eletrostática branca, distante 20 cm do teto e suspenso por duas hastes metálicas.

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Os cinco pendentes de alumínio iluminam a bancada com o tampo de Marmoglass, da Marmoraria Paulista, e a base de madeira de demolição que divide a cozinha e a sala no apartamento de 92 m² no Planalto Paulista, em São Paulo. As peças, criadas pela arquiteta e moradora Renata Sandoli, têm pintura eletrostática em sete tons (preto, marrom, cinza, cobre, prata, dourado e branco) e estão alinhadas no trilho de 2 m, no qual passa a fiação.

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Sala do arquiteto Vitor Penha depois da reforma. Criada pelo arquiteto e executada pela Labluz, a boa iluminação do living, feita com spots em angulação adequada e abajur, preserva o janelão. Isso possibilita observar, mesmo à noite, o skyline da cidade

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Duas arandelas de vidro multifacetado, anos 1970, unidas na horizontal formaram o rasgo de 2 m com luz suave, como a de velas, na parede desta sala de jantar de 20 m² do apartamento, em São Paulo. “Elas fazem a iluminação indireta, com brilho que não ofusca”, diz o arquiteto Marcelo Lellis, que obteve o efeito amarelado com 12 lâmpadas de 40 watts ligadas na tomada de 220 watts.

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Como o ventilador de teto da Gerbar não tem lâmpadas, a luminária de chão da Tok & Stok oferece luz indireta ao espaço, com estofados da mesma loja e tapete da Expresso do Oriente. (Foto: Lucas Cuervo Moura / Editora Globo)

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Após a reforma, este apartamento de 180 m², projetado pelo estúdio Superlimão, no Brooklin Novo, em São Paulo recebeu o rebaixamento de gesso acartonado em “U” com a largura da área de circulação que embute a iluminação de lâmpadas fluorescentes.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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