Mercado imobiliário de Miami é receptivo a brasileiros; saiba como negociar

O cenário de preços de imóveis “no chão” passou nos Estados Unidos, mas o interesse das empresas pelo brasileiro que busca adquirir unidades em Miami persiste.

Após o estouro da crise imobiliária nos Estados Unidos em 2007, que no ano seguinte se alastrou para o restante da economia, muitos brasileiros aproveitaram para ir às compras e passaram a ser cobiçados pelo mercado.

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Entre os principais compradores estrangeiros, os brasileiros fomentaram diversas companhias, com escritório no Brasil, que oferecem serviços de assessoria imobiliária, jurídica ou pessoal.

Com esses serviços, o comprador pode, por exemplo, deixar o seu imóvel disponível para locação ser administrado por uma empresa especializada. Também é possível trabalhar o projeto de decoração ou solicitar consultoria jurídica ou financeira, para executar as remessas de capital para o exterior.
O pagamento pode ser feito separadamente, mas, nos serviços de assessoria imobiliária, parte já está incluída no preço final do imóvel.

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PROJETOS
Segundo Leo Ickowicz, sócio da consultoria imobiliária Elite International Realty, sediada em Miami, 40% das unidades do primeiro dos dois edifícios do empreendimento “Marina Palms” foram vendidas para brasileiros.
Diferentemente do que ocorria antes da crise imobiliária, boa parte dos projetos atuais buscam atrair o comprador estrangeiro de olho no luxo e em espaços muito amplos. Não é incomum, por exemplo, apartamentos medirem mais de 300 m².
Quanto aos preços, há desde imóveis que custam menos de U$S 200 mil (R$ 480 mil) a coberturas que podem chegar a U$S 40 milhões (R$ 96 milhões).
Entre as opções de casas, normalmente elas têm de três a dez quartos e ficam em condomínios, segundo Antonio Bardy, consultor e fundador da assessoria imobiliária BluBrick.
Os preços de residências como essas em Miami custam de US$ 500.000 (R$ 1,2 milhão) a US$ 60 milhões (R$ 144 milhões),de acordo com Bardy. Em Orlando, também no Estado da Flórida, são vendidas em média por US$ 300 mil (R$ 738 mil).

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“Hoje os turistas brasileiros já são parcela significativa na economia do Estado da Flórida, movimentando US$ 2,3 bilhões (R$ 5,5 bilhões) somente em 2013”, afirma Edna Batini, CEO do Vitoria Realty, que atua no ramo da assessoria, administração e venda de imóveis em Orlando e Miami.

Fonte: Folha de S. Paulo

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