Marcelo Lara Negócios Imobiliários

Mercado do luxo já vale quase 5% do PIB. São 9000 milhões

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Foi em outubro do ano passado que Jo Ellison regressou a Portugal, após 15 anos sem visitar o país. A editora de moda do jornal britânico Financial Times veio ver com os próprios olhos os motivos para tanto burburinho. “O mundo inteiro quer visitar Portugal. O renascimento do país nos últimos anos é incrível”, conta em conversa telefónica com o Dinheiro Vivo, dias antes de aterrar em Lisboa, para onde quis trazer a Cimeira do Luxo, que arranca hoje na capital.

Depois de 12 anos a dar a volta ao mundo, os organizadores da FT Business of Luxury, que reúne os principais líderes do setor, quiseram perceber o segredo por trás da ascensão de Portugal como destino de luxo.

“A ideia de fazer o evento em Lisboa surgiu na cimeira do ano passado, em São Francisco, quando conversávamos sobre o incrível renascimento da cidade a nível cultural. E percebemos que todos partilhávamos a perceção de que Portugal, e Lisboa em particular, é hoje um dos melhores sítios para se estar e para aproveitar. Foi considerada pela Condé Nast Traveller como a cidade mais cool do mundo no ano passado, receberam a Web Summit em novembro, têm imensa arquitetura moderna e têm uma gastronomia incrível que está a ganhar popularidade”, sublinha Jo Ellison.

Das palavras aos atos foi um pequeno passo. “Fiz questão que a cimeira deste ano fosse em Portugal”, garante a britânica.

O setor do luxo não está a dar os primeiros passos no país, mas nos últimos cinco anos registou um crescimento sem precedentes. “O segmento não tinha qualquer expressão antes de 2012. Tudo o que está a acontecer hoje vem tudo do movimento do imobiliário, que depois gerou turismo”, explica Helena Amaral Neto, coordenadora dos cursos dedicados ao luxo do ISEG.

Não existem estudos concretos sobre o peso do setor como um todo na economia portuguesa, mas a especialista não tem dificuldade fazer as contas. “Só na componente imobiliária associada aos vistos Gold estamos a falar de 2,7 mil milhões de euros. Se juntarmos o turismo de luxo, o retalho, o setor automóvel, entre outros, chegamos facilmente a um valor de vendas global próximo dos 5% do PIB”, estima a docente. É qualquer coisa como 9000 milhões de euros.

Só no ano passado foram vendidas perto de 7500 casas consideradas de luxo em Portugal, ou seja, 20 imóveis milionários por dia, perto de 6% do total das propriedades vendias. Lisboa, Cascais, Sintra e Algarve estão no topo das preferências dos investidores, na grande maioria estrangeiros.

“Temos condições de luxo que não são comparáveis com qualquer capital europeia. Além de que no setor imobiliário somos muito baratos para o nível que temos. Dois milhões de euros não compram nem um T2 em Londres”, sublinha Helena Amaral Neto, que identifica uma tendência específica que terá vindo para ficar. “Costumo chamar-lhe a quarta invasão francesa”, brinca. É entre os gauleses que o estatuto de residente não habitual, criado em 2010, tem vindo a conquistar mais adeptos.

O regime que oferece uma década de benefícios fiscais atraiu mais de 10 mil estrangeiros em 2016. Um número que deverá triplicar este ano, caso se mantenha o ritmo registado nos dois primeiros meses do ano, em que foram feitos mais de seis mil pedidos. “A grande maioria são franceses e são do segmento alto, que vai alimentar o imobiliário de luxo”.

No retalho, as atenções estão todas viradas para Oriente. A criação de rotas diretas entre Portugal e China a partir do verão vai potenciar um mercado ainda por explorar. “Os chineses são dos principais consumidores de retalho de luxo da Europa. São turistas que organizam as viagens em função das compras. E compram na Europa porque lá os produtos de luxo custam quase o dobro, por motivos fiscais. Em Portugal temos uma vantagem adicional que é o IVA a 23%. Os clientes chineses podem pedir o reembolso, o que faz com que em Portugal as compras saiam ainda mais baratas”, explica a docente.

No primeiro trimestre do ano, segundo dados da Global Blue, cada cidadão chinês que fez compras em Portugal gastou em média 644 euros. A liderança continua a pertencer aos visitantes angolanos, que representam 38% das compras realizadas por cidadãos que não pertencem ao espaço europeu. Nos primeiros três meses de 2017, as compras tax-free aumentaram 51% face a 2016.

Não é só a venda de bens de luxo que está em alta no país. Aos pouco, Portugal está também a conseguir afirmar-se na produção de nível premium. “Há muitas marcas de luxo que começam a olhar para Portugal como opção para produzir roupa e sapatos. Acredito que em breve poderão competir com Itália, por exemplo”, refere Jo Ellison. A editora do Financial Times afirma ainda compreender a opção de estrelas como Michael Fassbender, Monica Belucci ou Eric Cantona, que recentemente compraram casa no país.

“As pessoas procuram Portugal devido à qualidade de vida. Sabem que vão comer bem, que o tempo vai estar incrível e que têm o mar sempre por perto. É um país que está a ser redescoberto também pelos portugueses. As pessoas reconhecem que o país tem imenso potencial para florescer. E o mercado do luxo está muito atento a isso porque sabe que Portugal não se restringe às lojas de marca para compras, vai muito além. Lisboa é o sítio ideal para se ter a experiência completa de uma vida de luxo. É a combinação perfeita entre o moderno e o tradicional”.

Prova de que Portugal está no epicentro do setor do luxo é a agenda dos próximos meses. No final de junho a capital recebe a INNOCOS Summit, um evento de dois dias dedicado ao setor da cosmética que contará com responsáveis de marcas como Chanel ou Estee Lauder.

Quem também escolheu Lisboa como palco da próxima grande conferência dedicada ao segmento foi o grupo Condé Nast, proprietário de publicações como a Vogue, GQ e Vanity Fair. O evento promete trazer a Portugal mais de 500 participantes entre 18 e 19 de abril do próximo ano.

Helena Amaral Neto destaca outro fator que está a colocar Portugal na rota dos milhões. “O contexto atual favorece-nos. As ameaças terroristas ou a situação política de países como Reino Unido, França ou Brasil tornam Portugal muito atrativo. A questão da segurança, que se calhar às vezes não valorizamos porque damos como adquirido, hoje em dia é um verdadeiro luxo”.

Fonte: Dinheiro Vivo

Recife premiará rua com melhor decoração

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Interessados em participar do concurso “Eu amo minha rua de decoração junina” no Recife podem se inscrever a partir de quinta-feira até o dia 1º de julho. A competição tem inscrição gratuita e os candidatos devem preencher um cadastro no site www.euamominharua.com.br. A disputa tem por finalidade promover a decoração nas ruas do Recife, incentivando o morador a usar a criatividade na hora de enfeitar e comemorar o período de São João, Santo Antônio e São Pedro. A competição também instiga o respeito à tradição artístico-culturais da região Nordeste.

O resultado final dessa divertida disputa será divulgado no dia 26 de julho. O primeiro colocado receberá uma placa alusiva ao concurso cultural e um arraial de São João com quatro horas de festa. Ao segundo e o terceiro lugar será disponibilizado um trio pé-de-serra com três horas de festa. Todas as premiações acontecerão no dia 1º de julho.

Oito membros deverão fazer parte da comissão julgadora. Como jurados serão enviados representantes da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, da Secretaria de Turismo e de Lazer do Recife, da Secretaria de Cultura do Recife, do Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo, do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco, do Instituto de Arquitetos do Brasil e do Meio Artístico. Também vão acontecer votações online por meio do website do concurso. No ano passado a grande vencedora foi a rua Vertente dos Lírios, que fica no bairro da Várzea.

Fonte: Folha PE

O corretor de imóveis

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Quer um dia se tornar um corretor de imóveis? Obviamente se você começou a ler este artigo, tem esta intenção.

Quais são os preparatórios para esta jornada? Ousadia, determinação e quebra paradigmas. Não se pode admitir que investir em imóveis não é vantajoso, aliás, desde tempo remotos o homem lutou para ter um espaço de terra e ali construir sua moradia e família e esta situação é real ainda hoje é um dos alicerces da estabilidade, imóveis, quer seja para habitação ou investimento. Cada cidade ou município haverá culturas e hábitos diferenciados, que serão agregadores quando experiências entre profissionais da corretagem são compartilhadas. Salomão, um dos reis mais sábios de Israel, já dizia que ferro se afia com outro ferro e homem com outro homem, ou seja, aprimoram-se em suas atividades e habilidades, sem medo de expor as dificuldades encontradas. Aristóteles, filósofo grego, disse que a excelência não é um modo de agir, mas um hábito daquilo que se faz repetidamente; portanto, tudo isso não ocorre caminhando sozinho e sem conselhos. Bons colegas de trabalho, honestos e experientes não podem ser deixados de lado.

Vida de sucesso não se traduz apenas em abundância de dinheiro, embora ele seja um dos principais combustíveis das economias. O sucesso ocorre quando as ferramentas disponibilizadas na jornada da profissão são utilizadas de forma adequada e uma dessas ferramentas são pessoas, que fazem parte de empresas, que pertencem a diretorias ou hierarquias; nessa hierarquia, há o chefe, supervisor, coordenador ou líder, que irá orientar seus subordinados ou liderados para o rumo dos negócios/estratégia da empresa e aprender a estar sintonizado com eles requererá esforços, atenção e reflexões.

O mundo perfeito poderá existir após a morte, mas como muitos querem vida longa nesse planeta, a adversidade ou a dor de mudar hábitos serão os caminhos de crescimento, amadurecimento do caráter e das aptidões. Pessoas perfeitas não existem, mas há os que erram e aceitam ser corrigidas. Quanto aos rancorosos, não é necessário entrar em sintonia com suas amarguras, apenas faça o melhor com as ferramentas disponíveis, sem provocar-lhes a ira propositalmente. Nessa abordagem, Mario Sergio Cortella (faça o melhor que você pode com os recursos disponíveis) é bem enfático ao informar que não existem desculpas para se fazer o melhor trabalho proposto com as ferramentas disponíveis, tornando o ambiente de trabalho, mesmo precário de recursos ou investimentos, melhor.

O corretor de imóveis precisa ter disciplina, novos hábitos, reflexões e treino constante. Construir uma carreira sólida requer tempo e muito preparo. Não é fácil, não será fácil e mesmo que ganhe muito dinheiro sendo bom profissional, se não se cuidar e continuar a treinar habilidades, lutar contra a soberba e arrogância, a queda é certeira.

Conteúdo completo disponível  em http://flaviosodre.com.br/index.php/artigos/cotidiano/o-corretor-de-imoveis/ 

Fonte: Administradores

Hotelaria anuncia novidades em Miami durante mês de maio; veja

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Agitado, o mês de maio traz muitas novidades para a cosmopolita Miami (EUA), principalmente no ramo da hotelaria. Isso porque o destino recebe, este mês, três hotéis muito esperados. O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Centerque finalmente concluiu sua reforma de US$ 10 milhões; o Betsy-South Beach, que após dois anos de reforma se tornou praticamente um novo hotel; e o AC Hotel Miami Aventura by Marriott®, que será inaugurado ainda esse mês. Confira abaixo as novidades de cada um:

SHERATON MIAMI AIRPORT

O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Center, único hotel membro do IACC no sul da Flórida, anuncia oficialmente a conclusão de sua grande expansão e reforma de US$ 10 milhões, que foi comandada pelo Puccini Group, grupo de renome internacional em decoração de hotéis.

Durante a renovação, foram feitas inovações nos 405 quartos do hotel, no lobby e na área da piscina, além da entrada e da área de embarque e desembarque. A intervenção complementa aquela feita ao espaço de eventos do hotel, que teve seus 1.580 m2 reformados recentemente. As melhorias incluem ainda o espaço para eventos: são 1.580 m² de espaço renovado, versátil e personalizado, com capacidade para grupos de 30 a 300 pessoas em um único piso. O complexo conta ainda com um Club Lounge 24 horas, academia de ginástica, preços especiais para o renomado campo de golfe Melreese e transfer 24h de cortesia para o aeroporto.

BETSY HOTEL SOUTH BEACH

Betsy-South Beach, um dos mais aguardados projetos hoteleiros de luxo de Miami Beach, revela sua expansão após dois anos de reforma. O hotel recém-entregue agora conta com 130 quartos, dois restaurantes liderados pelo premiado Chef Laurent Tourondel, um extenso complexo de piscinas no topo do prédio e quase 1.400 m² de espaço dedicado a eventos especiais.

A expansão envolveu a preservação e reabilitação dos dois hotéis históricos e suas fachadas, reforma do emblemático hall do Carlton, adição de novas estruturas e do complexo do topo do edifício e revitalização da ruela 14th Place/Espanola Way, no lado norte da propriedade. O hotel completo inclui o edifício original na Ocean Drive, agora conhecido como o setor “Colonial”, que continuará a ser o local de recepção dos hóspedes, e o edifício da Collins Avenue, completamente reformado, agora conhecido como o setor “Art Deco”. Ele servirá de entrada para eventos privados e para o Conservatory, refinado café e bar para hóspedes e visitantes. As estruturas são conectadas por uma ponte, concebida como uma peça pública de arte conhecida como “The Orb”, e formam um único hotel.

AC HOTEL MIAMI AVENTURA

Viajantes que buscam um hotel estiloso e funcional em um centro urbano se encantarão com o AC Hotel Miami Aventura by Marriott®, que será inaugurado este mês. A propriedade de 233 quartos fica a poucos minutos do Aventura Mall e do Gulfstream Park. Os AC Hotels by Marriott apresentam um estilo cosmopolita e dinâmico, com fortes conexões com a comunidade local. Cada propriedade é construída do zero e projetada com o turista do século 21 em mente, definindo uma nova forma viajar.

O AC Lounge conta ainda com espaço para co-working durante o dia que, à noite, transforma-se em bar, onde são servidos coquetéis e aperitivos. Ele também oferece uma área de leitura com jornais, revistas, guias locais, área multimídia com sofás confortáveis, TV de 52″ e Wi-Fi gratuito. A cozinha oferece delícias do café da manhã durante todo o dia, como frios e queijos cortados ao estilo europeu, iogurtes, quiches e café Nespresso.

Fonte: Mercados&Eventos

Feira de turismo de luxo revela novas tendências para mercado de viagens

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SÃO PAULO -­ Aberta oficialmente na terça­feira, a Travelweek by ILTM, feira de turismo de luxo que acontece no Pavilhão da Bienal, até sexta­feira (28/4) em São Paulo, divulgou uma pesquisa que identifica mudanças nas tendências dos viajantes dessa categoria, cujo mercado mundial cresceu 4% em 2016 atingindo um valor estimado em US$ 1,06 trilhão. Realizada pelo instituto Skift junto a marcas hoteleiras consagradas e hotéis independentes, a enquete mostra que, apesar do crescimento, o aumento na oferta de viagens e experiências diferentes faz com que seja necessário ampliar o leque de produtos e oferecer outros tipos de vivência para os turistas.

Intitulado “Construindo amor e fidelidade pela marca na hotelaria de luxo”, mostra que grandes acontecimentos mundiais, crises políticas e debates ambientais tiveram um efeito na forma como os turistas buscam novas experiências de viagem. Diante disso, sugere que três novas tendências surgirão no mercado de luxo: foco, simplicidade e transformação. Em outras palavras, resume o estudo, os viajantes não querem que escolham o que eles farão; querem um cardápio mais variado de experiências e vivências para ter o que escolher.

— Turismo de luxo não quer dizer apenas dinheiro — resume Simon Mayle, gerente da Travelweek São Paulo. —Tenho amigos que viajaram para o Irã e tiveram uma experiência fascinante. Então, tem a ver também com a vivência e com o intercâmbio cultural.
O relatório Skift mostra que, quando perguntado sobre como as atividades de viagem evoluíram nos últimos 3-5 anos, mais de 60% dos entrevistados afirmaram estar mais interessados em experiências de viagens que lhes dão uma nova perspectiva do mundo do que anteriormente.

Hotéis e grupos hoteleiros estão redefinindo e recriando seus cardápios de produtos e identidades visuais para alinhá-las com as novas tendências. O uruguaio Álvaro Valeriani, vice-presidente regional de vendas e marketing do grupo Hyatt, fez um paralelo com a rede Starbucks, que tem um vasto cardápio de cafés para oferecer aos clientes que fazem fila em suas lojas.

— Estamos fazendo a mesma coisa — explicou ele. — Nós temos várias marcas, que proporcionam experiências diversas para os nossos clientes. Antes, o conceito era diferente. Tínhamos um padrão para tudo, em todos os lugares. Comprávamos o mesmo lençol, da mesma marca, que era igual em todos os nossos hotéis. Hoje, já não é mais assim.

Fonte: O Globo

Segundo estimativa, projeção de crescimento no mercado imobiliário é de 5% a 10% em 2017

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De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a projeção de vendas e lançamentos do mercado imobiliário residencial em 2017 deve crescer entre 5% e 10%. O anúncio foi realizado pelo presidente da entidade, que afirmou que “estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”.

Vale destacar que esse cenário de melhora já foi apontado pelo Secovi no final do ano passado, quando a economia apresentou uma melhora e a política uma certa estabilização. Ele garantiu que percebeu que a perspectiva de fato tem se cumprido a partir da queda da inflação e da taxa de juros.

O presidente do Secovi ainda ponderou que esses elementos têm o poder de estimular a comercialização de imóveis nos meses que estão por vir. Contudo, ele também destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população – algo esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

“As instituições financeiras também começam a vislumbrar um cenário em que não precisarão mais ser tão restritivas na concessão de financiamentos imobiliários. Além disso, o mercado imobiliário está com ofertas para todos os bolsos e, portanto, é um momento favorável ao comprador”, disse o vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Construção (SindusCon-SP), em entrevista à imprensa.

Dessa forma, se a perspectiva a respeito do mercado de fato se cumprir, o setor irá sofrer uma grande virada: afinal de contas, são três anos consecutivos de quedas. O Secovi-SP afirmou que os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram a 17,6 mil unidades no ano passado, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos alcançaram 34 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

A entidade lançou uma publicação que aponta, ainda, as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo: em 2016, foram 16 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Já em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, que se iniciou em 2004.

“Os imóveis que custam até R$ 500 mil, cujas metragens variam entre 45 e 65 metros quadrados, deverão ser os mais procurados. Vale lembrar que o incentivo gerado pelo aumento do teto do FGTS para compra do imóvel novo movimenta não só o mercado imobiliário, mas a economia como um todo, já que haverá mais mão de obra e serviços contratados”, completou o presidente da entidade, também em entrevista à imprensa. Oportunidade única: Tenha contato com experts do mercado mundial no Superlógica Xperience 2017. Patrocinado

Para quem deseja investir em um empreendimento residencial, a Construtora Planeta conta com ofertas competitivas para o público. São diversos tipos de apartamentos, tanto em obras quanto prontos para morar, com uma ampla oferta de empreendimentos em Sorocaba (SP).

Fonte: Exame

Feira coloca à venda produtos artesanais para decoração da casa

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A inclusão de produtos artesanais na decoração da casa está cada vez mais em evidência. A tendência é misturar elementos étnicos, texturas, cores e tramas para construção de ambientes arrojados, aconchegantes e com toque personalizado.

Para quem busca inspiração para decorar a casa, a dica é visitar a exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração”, que está aberta ao público no Shopping Vitória. No local é possível encontrar uma diversidade de produtos vindos de países do Oriente Médio e da América Latina.

Entre as sugestões estão os lustres feitos à base de cobre, com formas de vidro e pedras de Murano. O objeto é produzido na Turquia e é indicado para instalação na sala de jantar, como também em áreas externas, dependendo da potência da lâmpada. As peças têm preços a partir de R$ 200,00, no caso das pequenas, mas podem chegar a R$ 2.200,00, sendo essas com três a quatro lâmpadas.

O espaço oferece, ainda, pratos turcos, elaborados com cerâmica com estampas étnicas, e que são perfeitos para decorar mesas, como também pode ser utilizados como quadros de paredes ou usados para servir petiscos para visitas. Há modelos de vários tamanhos, com preços a partir de R$ 110,00.

No caso dos jogos de mesa, a exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração” comercializa toalhas de mesa bordada com fio de ouro e forro de seda. Elas tem preços a partir de R$ 400, exceto a bordada com fio de ouro que custa R$ 1 mil. Também há capas de almofadas, caminho de mesa, entre outros adornos para compor diversos ambientes da casa.

Serviço:
Exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração”
Onde: 1º Piso do Shopping Vitória
Quando: até o dia 15 de maio
Entrada: franca

Fonte: Folha Vitória

Após ‘saga’ de quase 20 anos, hotel de luxo abre as portas em parque de SP

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Ao abrir as portas hoje, o Palácio Tangará – hotel que pretende se tornar um novo templo do alto luxo em São Paulo – põe fim a uma saga de quase 20 anos que inclui um sonho frustrado de um empresário ambicioso, brigas entre sócios e uma obra que se tornou um “fantasma” que assombrou o Parque Burle Marx, na zona sul de São Paulo, durante 12 anos. Após ser comprado por um fundo americano e ter a administração assumida por um grupo alemão, o hotel inicia as atividades com um novo desafio: enfrentar a atual crise do setor de hospedagem no País.

O projeto, idealizado pela constutora Birmann, que foi referência no desenvolvimento de edifícios comerciais na capital paulista nos anos 1980 e 1990, foi comprado há quatro anos pelo fundo GTIS – antes, era uma sociedade entre o empresário Rafael Birmann e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil).

As obras foram iniciadas em 1998, mas a Birmann entrou em crise em 2000, o que levou à paralisação dos trabalhos em 2001. Uma disputa entre os sócios, aliada à dificuldade em encontrar um novo investidor, deixou a obra parada por mais de uma década. Durante anos, soluções foram buscadas para o projeto – entre os que olharam o ativo esteve a espanhola OHL.

No entanto, foi o americano GTIS que, em 2013, chegou a um acordo com Birmann. O empresário abriu mão do empreendimento para se livrar de dívidas. Já os 49% que pertenciam à Previ foram comprados por R$ 45 milhões, em acordo separado.

O fundo investiu na conclusão das obras – ainda faltavam 30% dos trabalhos – e fechou acordo de administração com a alemã Oetker Collection, referência em hotéis cinco estrelas. Para dirigir o Tangará, veio o executivo Celso do Valle, que participou do início da operação do Emiliano, em 2001.

Luxo. Segundo Valle, o objetivo da Oetker é entregar um novo conceito de luxo em hotelaria ao mercado paulistano. A diária dos quartos vai variar de R$ 1,6 mil a R$ 38 mil – o menor quarto do Tangará tem 47 metros quadrados e a maior suíte, 530 metros quadrados. “Todos os quartos terão vista para o verde do Parque Burle Marx. Ninguém vai abrir a janela e ver uma parede”, garante Valle.

Os hóspedes ainda contarão com duas piscinas aquecidas (uma delas coberta), academia, spa administrado pela francesa Sisley, bar de drinques e um restaurante com cardápio desenvolvido pelo “chef-celebridade” Jean-Georges Vongerichten, entre outros “mimos”.

Para se diferenciar no segmento de luxo – onde enfrentará a concorrência de rivais como Emiliano, Fasano e Unique –, o Palácio Tangará pretende atrair o público paulistano para suas instalações. A meta é que o restaurante, o spa, o bar de drinques e adega possam ser usados por quem não estiver hospedado no hotel. Outra aposta é um espaço de eventos que comporta até 400 pessoas – e já tem 15 casamentos fechados para os próximos meses.

Desafios. Após quase 20 anos em “gestação”, o Palácio Tangará chega não só no meio de uma crise econômica, mas também em um dos piores momentos recentes para o setor hoteleiro. Mesmo em São Paulo, mercado considerado “blindado” pelo turismo de negócios, houve um recuo de 20% em três anos, segundo Diogo Canteras, sócio-diretor da consultoria Hotel Invest. Hoje, segundo a consultoria, a taxa de ocupação dos hotéis em todas as capitais brasileiras está abaixo de 60% – o ponto de equilíbrio médio do setor é de 70%.

Além disso, segundo o consultor, o fator localização também pode pesar contra o Tangará. O bairro do Panamby, onde fica o hotel, costuma registrar engarrafamentos pela manhã – o que pode prejudicar o trajeto de altos executivos a seus locais de trabalho. Embora se trate de um projeto ambicioso, Canteras lembra ainda que há outras marcas consolidadas no segmento luxo na cidade. E a concorrência está prestes a ficar ainda mais pesada, já que a rede Four Seasons tem estreia marcada em São Paulo para 2018.

Fonte: Estadão

Dê o preço certo ao seu imóvel

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É preciso bastante cuidado na hora precificar seu imóvel para venda. Muitas vezes, a casa e o apartamento ficam na “prateleira” por ter um preço muito alto fora do padrão do mercado. Por outro lado, um preço muito baixo pode até garantir uma venda rápida, mas é um prejuízo. O POVO conversou com especialistas para saber quais fatores são levados em consideração para definir o valor do seu imóvel.

O superintende de vendas do setor de imóveis usados da Lopes Immobilis, Gentil Barreira, explica que, inicialmente, é feito uma vistoria no local, onde são aferidos o tamanho, a idade, as benfeitorias e os desgastes do imóvel.

Após isso, os dados são reunidos em uma planilha e comparados com outros imóveis que apresentam características parecidas no mercado e nas imobiliárias. Segundo o corretor, o valor inicial cobrado só para avaliação é de um salário mínimo. Caso seja colocado à venda pelo imobiliário, a avaliação não é cobrada.

Gentil ressalta que, muitas vezes, o cliente já vem com um valor determinado e acaba atrapalhando a negociação. “Às vezes, o proprietário vem com um preço na cabeça pautado, por exemplo, no que ele vê por aí ou no que ele pagou pelo imóvel. Quando ele precifica do seu jeito e pede para um profissional vender com o preço errado, o imóvel fica na prateleira por muito tempo e ele não consegue fazer negócio”. O corretor recomenda a contração de um profissional especializado na avaliação de imóveis para tornar a negociação mais eficiente.

O superintendente conta também que a localização tem impacto fundamental na hora de definir o preço de um imóvel. Outro fator relevante é a área de lazer que o condomínio oferece. “Os prédios antigos não apresentam esse tipo de equipamento e isso acaba refletindo no seu preço. A conservação do condomínio também pesa na avaliação. Fachadas desgastadas, por exemplo, diminuem o valor”.

SAIBA MAIS

COMO SABER QUANTO VALE SEU IMÓVEL Procure um corretor especializado em avaliação de imóveis, por meio de um parecer técnico, que leva em consideração a localização, o tipo de construção, o tamanho e a idade do imóvel, por exemplo, e, por metodologias comparativas, o corretor irá definir o preço de acordo com o mercado.

 

PESQUISE NOS CLASSIFICADOS Procure imóveis de perfil parecido com aquele que você quer vender para ter uma ideia do preço em diversas regiões.

 

PROCURE IMÓVEIS NA REGIÃO Pode ser na mesma rua ou no mesmo bairro, verifique quanto estão pedindo pelo imóvel e compare suas características com o seu. Também pode funcionar como uma conferência para saber se o preço dado pelo corretor ou a imobiliária estão dentro dos parâmetros da região.

RAFAEL ROCHA

Fonte: O Povo

Caixa Econômica Federal espera crescimento do mercado imobiliário em 2017

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, afirmou que os financiamentos concedidos pelo banco para a compra e a construção de imóveis no primeiro bimestre de 2017 no país já são maiores do que no mesmo período de 2016, reforçando as expectativas de que o mercado imobiliário voltará a crescer neste ano.

— Há expectativas da Caixa de crescimento do mercado imobiliário, mas há também dados que já mostram essa realidade — afirmou, nesta terça-feira, durante o Summit Imobiliário, evento organizado pelo grupo O Estado de S. Paulo em parceria com empresas e associações do setor da construção civil.

Em janeiro e fevereiro, o banco liberou R$ 14 bilhões de financiamento imobiliário. Para todo o ano, a Caixa tem um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.

Occhi citou que a economia brasileira tem dados sinais de recuperação, com queda nas taxas de juros e recuo da inflação. Segundo o presidente da Caixa, há expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) mantenha um corte gradual da Selic nos próximos meses. Além disso, Occhi estima que a inflação siga em um patamar controlado, entre 4% e 4,5% ao ano até 2020.

Ele ainda lembrou que nos próximos dias a Caixa irá liberar mais uma tranche de pagamentos das contas inativas do FGTS, o que, segundo ele, ajudará a injetar cerca de R$ 10 bilhões na economia brasileira.

— Para nós, esse é um ano de confiança e de certeza de que invertemos a curva e vamos ter desenvolvimento do setor imobiliário novamente — completou.

PDG Realty e Viver

O presidente da Caixa Econômica Federal minimizou os riscos para os mercados imobiliários e financeiros com os processos de recuperação judicial no setor, como são os casos das incorporadoras PDG Realty e Viver, cujas dívidas em reestruturação ultrapassam R$ 7 bilhões.

— A Caixa está muito pouco preocupada — afirmou o executivo.

Segundo Occhi, o banco estatal tem mantido conversas constantes com as empresas para buscar as melhores condições para renegociação das dívidas, com alongamento dos prazos e revisões de taxas. Por conta disso, descartou que o setor como um todo possa acabar contaminado.

— Estamos participando dessa negociação com eles, são clientes nossos e vamos participar até o final. Não tem risco sistêmico do setor. São casos pontuais e a recuperação judicial ajuda a fazer uma reestruturação da empresa e repactuação com todos os credores — explicou.

*Estadão Conteúdo

Fonte: ZH Economia

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